A advogada Clara é investigada em um inquérito
policial por suposto envolvimento em um crime de
lavagem de dinheiro, juntamente com seu cliente.
Durante o cumprimento de mandado de busca e
apreensão expedido por autoridade judicial
competente, o oficial de justiça, acompanhado de um
representante da Ordem dos Advogados do Brasil
(OAB), apreende todos os documentos físicos e
eletrônicos contidos no escritório de Clara. O
representante da OAB questiona a validade da
apreensão dos documentos eletrônicos sigilosos que
não tinham relação direta com a investigação de Clara.
O juiz responsável alega que a inviolabilidade é relativa
e que o sigilo profissional não se aplica a documentos
que possam auxiliar na prova do crime cometido pela
própria advogada. Com base na Lei nº 8.906/1994
(Estatuto da Advocacia e da OAB), é CORRETO
afirmar que: