Ao analisar a execução orçamentária municipal, o
Auditor verificou queda relevante na arrecadação
projetada. Apesar disso, determinada unidade
administrativa pretendia manter integralmente
despesas discricionárias previstas na LOA, sob o
argumento de que:
“Toda despesa autorizada na Lei Orçamentária
Anual transforma-se em obrigação definitiva de
gasto, de modo que eventual frustração de receita
não pode repercutir sobre a programação
aprovada pelo Legislativo.”
Considerando a lógica da responsabilidade na
gestão fiscal e os mecanismos de equilíbrio entre
receitas e despesas, é incorreto afirmar que: