Questões de Concurso Público Prefeitura de Santo Antônio da Barra - GO 2020 para Psicólogo
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Comunicação em Tempos de Crise
Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?
Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.
Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.
São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?
As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.
CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019
*stakeholders: investidores
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Comunicação em Tempos de Crise
Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?
Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.
Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.
São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?
As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.
CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019
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Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?
Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.
Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.
São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?
As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.
CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019
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Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?
Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.
Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.
São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?
As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.
CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019
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Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?
Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.
Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.
São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?
As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.
CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019
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Comunicação em Tempos de Crise
Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?
Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.
Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.
São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?
As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.
CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019
*stakeholders: investidores
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Este artigo apresenta um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.
É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.
E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.
O risco está em que “é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.
Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...
A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.
(...)
CAVALCANTI, N. Jornal o Estado de S. Paulo. Disponível em: <https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,internet-e-a-importancia-da-imprensa-imp-,1165469> Acesso em 25 set de 2019 [Adaptado]
Leia o texto e responda à questão
Este artigo apresenta um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.
É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.
E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.
O risco está em que “é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.
Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...
A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.
(...)
CAVALCANTI, N. Jornal o Estado de S. Paulo. Disponível em: <https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,internet-e-a-importancia-da-imprensa-imp-,1165469> Acesso em 25 set de 2019 [Adaptado]
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Este artigo apresenta um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.
É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.
E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.
O risco está em que “é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.
Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...
A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.
(...)
CAVALCANTI, N. Jornal o Estado de S. Paulo. Disponível em: <https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,internet-e-a-importancia-da-imprensa-imp-,1165469> Acesso em 25 set de 2019 [Adaptado]
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Este artigo apresenta um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.
É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.
E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.
O risco está em que “é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.
Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...
A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.
(...)
CAVALCANTI, N. Jornal o Estado de S. Paulo. Disponível em: <https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,internet-e-a-importancia-da-imprensa-imp-,1165469> Acesso em 25 set de 2019 [Adaptado]
Uma companhia aérea registrou o tempo de nove voos entre Goiânia e Campinas. Os tempos registrados (em minutos) são dados a seguir:
47 51 48 51 53 50 51 49 50
O valor do tempo médio de voo e a mediana do tempo de voo são respectivamente:
Em uma fazenda, 2 000 kg de ração alimentam 40 animais durante 60 dias.
Quantos animais podem ser alimentados com 5 750 kg de ração por 75 dias?
- Temperaturas médias elevadas ao longo do ano.
- Baixa precipitação anual e chuvas mal distribuídas.
- Encontro de quatro massas de ar: Equatorial Continental, Equatorial Atlântico, Tropical Atlântico e Polar Atlântica.
- O fenômeno La Niña, em que há um resfriamento da temperatura média das águas do Oceano Pacífico Equatorial, pode acarretar um excesso de precipitação.
Quanto aos aspectos territorial, econômico, populacional, educacional e ambiental, o município de Santo Antônio da Barra apresenta as seguintes características segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): (Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/santo-antonio-da-barra/panorama>. Acesso em 07 de nov. 2019).
I. Segundo dados do IBGE/2010 o município apresenta 12.5% de domicílios com rede de esgoto sanitário apropriado, destes, 98.4% urbanos localizados em vias públicas com arborização e 0% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização apropriada (com calçada, bueiro, pavimentação e meio-fio). Entre os municípios de Goiás, sua posição é de 153º de 246º, 12º de 246º e 192º de 246º, respectivamente.
II. De acordo com o Órgão em 2017, o salário médio mensal dos trabalhadores formais era de 2.5 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 22.0%. Na comparação com os outros municípios de Goiás, ocupava as posições 24º de 246º e 41º de 246º, respectivamente. Avaliando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 37.3% da população nessas condições, o que o colocava na posição 71º de 246º dentre as cidades do estado.
III. Quanto a escolarização de crianças e adolescentes entre 6 a 14 anos de idade, o IBGE/2010 registrou no município uma taxa de frequência nas escolas de 96%, ocupando a posição 214º de 246º no estado de Goiás.
IV. O censo de 2010 registrou uma população no município de 4.423 habitantes, e uma densidade demográfica de 9,79 hab/km², com uma população estimada para o ano de 2019 de 4.821 pessoas. Ao comparar com outros municípios do estado, ocupa a posição 159º de 246º.
Está correto o que se afirma em: