Questões de Concurso Público Prefeitura de Araçu - GO 2020 para Fiscal de Vigilância Sanitária

Foram encontradas 35 questões

Q4272792 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O texto defende a tese de que a internet das coisas (IoT) é uma realidade do mundo contemporâneo, a qual reorganiza amaneira de lidarmos com o mundo. Assinale a alternativa que melhor expressa a problemática levantada pelo autor.
Alternativas
Q4272793 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

Em relação à colocação dos pronomes átonos, no título “Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la”, háum caso de:
Alternativas
Q4272794 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O uso do pronome relativo “que” na frase “ou mesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético” se justifica pela retomada anafórica do termo:
Alternativas
Q4272795 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

Considerando o processo de formação de palavras, classifique o termo “vestíveis”.
Alternativas
Q4272796 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O autor do texto apresenta dois aspectos importantes conquistados com a internet das coisas (IoT). Assinale a alternativaque melhor os define.
Alternativas
Q4272797 Não definido
Um pesquisador observou a reprodução de determinado tipo de bactéria e percebeu que a cada 15 minutos a quantidadede bactérias duplicava. Sabendo que no início da observação havia apenas uma bactéria, quantas bactérias havia após duas horas de observação?
Alternativas
Q4272798 Não definido
Na chácara onde Bernardo mora está sendo construído um teleférico, com inclinação 30°, que levará visitantes da sede aotopo de uma montanha de 90m de altura. Qual é o comprimento do cabo desse teleférico?
Alternativas
Q4272800 Não definido
O gráfico a seguir mostra o grau de escolaridade dos 500 funcionários de certa empresa.
 Imagem associada para resolução da questão
Com base na observação do gráfico, qual o número de funcionários da instituição que possui Pós-Graduação?
Alternativas
Q4272801 Não definido
Considerando as notas de uma turma de 9º ano em Matemática, na primeira prova do ano letivo. Após entregar todas as provas, o professor anotou, de forma aleatória, as notas de todos os alunos no quadro:
 Imagem associada para resolução da questão
Após uma observação, o professor concluiu que a nota modal dos alunos da turma do 9° ano é?
Alternativas
Q4272802 Não definido
No início da ocupação portuguesa (período Pré-colonial), a mão de obra empregada e a atividade econômica basicamentese restringia as:
Alternativas
Q4272804 Não definido
Os veículos de comunicação no Brasil, sempre tiveram um papel relevante na criação da imagem dos candidatos àpresidência, merece destaque dois presidenciáveis que lograram êxito em seus pleitos por terem suas imagens vinculadas a grandes heróis combatentes da corrupção, foram eles:
Alternativas
Q4272805 Não definido

Observe a imagem:


 Imagem associada para resolução da questão


Sobre a Ditadura Militar brasileira (1964-1985), assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q4272806 Não definido
Leia as afirmações sobre o município de Araçu-GO.
(Fonte: Site do IBGE - Disponível em: . Acesso em 17 de dezembrode 2019).

I. Em 2017, o salário médio mensal era de 1.4 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação àpopulação total era de 11.9%. Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 235º de 246º e154º de 246º, respectivamente.
II. Em 2017, considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 36.4%dapopulação nessas condições, o que o colocava na posição 92º de 246º dentre as cidades do estado.
III. O último censo apresenta 6.7% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 96.1% de domicílios urbanos emvias públicas com arborização e 16.7% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença debueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 184º de 246º, 36º de 246º e 32º de 246º, respectivamente.
IV. A população no último censo (2010) era de 3.802 pessoas, a densidade demográfica (2010) era de 25,53 hab/km², e aestimativa para o ano de 2019 era de 3.522 pessoas no município.

Estão corretas as afirmações:
Alternativas
Q4273222 Não definido
A Coordenação de Vigilância e Controle Ambiental de Vetores - CVCAV realiza ações de proteção e promoção à saúdevoltadas ao controle de doenças causadas por insetos vetores. Atua principalmente no combate aos vetores de agravos como Dengue (mosquito Aedes aegypti), Doença de Chagas (triatomíneos “barbeiros”), Leishmaniose (flebotomíneos “mosquito palha”) etc. A Coordenação de Vigilancia e Controle Ambiental participa do planejamento, estruturação, aquisição de insumos para ações de vigilância em saúde e condução dos programas estadual e municipais de combateaos vetores. Atua também na normatização de procedimentos antivetoriais, envolvendo:
Alternativas
Q4273223 Não definido
A espécie Achatina fulica é um molusco chamado popularmente de caramujo africano, acatina, caracol africano, caramujogigante africano, falso escargot. Apesar de ser mundialmente conhecido por seu poder invasor, tem sido introduzido emdiversos países. Foi inadvertidamente colocado no Brasil, com a proposta de ser substituto ao escargot. Entretanto, comoessa iguaria não faz parte do hábito alimentar nacional e resultou na liberação dos animais no ambiente. Segundo Colley &Fischer (2009) o principal meio de disseminação do caramujo é:
Alternativas
Q4273224 Não definido
A Vigilância em Saúde do Trabalhador (VISAT) é um dos componentes do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde. Éuma importante ferramenta do Sistema Único Saúde, para a promoção da saúde e a redução da morbimortalidade dapopulação trabalhadora, por meio da integração de ações que intervenham nos agravos e seus determinantes decorrentes dos modelos de desenvolvimento e processos produtivos. As ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador deverão ser desenvolvidas por profissionais da Vigilância em Saúde, dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST), devidamente instituídos como autoridade sanitária, e quando necessário: 
Alternativas
Q4273225 Não definido
A vigilância da qualidade da água para consumo humano é uma atribuição do Setor Saúde há mais de três décadas econsiste em um conjunto de ações a serem adotadas pelas autoridades de saúde pública, objetivando garantir que a águaconsumida pela população atenda ao padrão e normas estabelecidas na legislação vigente.A avaliação dos riscos à saúdehumana, representada pela água utilizada para consumo humano, também constitui uma premissa da vigilância daqualidade da água. As atividades da vigilância devem ser rotineiras e preventivas, sobre os sistemas e soluções alternativas de abastecimento de água, a fim de garantir a redução das enfermidades transmitidas pela água de consumohumano. Os objetivos específicos do Programa VIGIÁGUA são:

I- Reduzir a morbi-mortalidade por doenças e agravos de transmissão hídrica, por meio de ações de vigilância sistemática da qualidade da água consumida pela população;
II- Buscar a melhoria das condições sanitárias das diversas formas de abastecimento de água para consumo humano;
III- Avaliar e gerenciar o risco à saúde das condições sanitárias das diversas formas de abastecimento de água;
IV- Monitorar sistematicamente a qualidade da água consumida pela população, nos termos da legislação vigente.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4273226 Não definido
O VIGISOLO é um componente da Vigilância em Saúde Ambiental que busca o levantamento de risco de agravos diversos, decorrentes da contaminação do solo por substâncias químicas com o objetivo de prevenção e promoção da saúde dapopulação. O Cemitério é um local que tem tanta importância quanto uma Unidade de saúde. Ambos os locais podemreceber pessoas contaminadas por agentes patológicos. E a Vigilância é uma das colaboradoras com o papel de:
Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: D
4: D
5: A
6: C
7: D
8: A
9: C
10: B
11: B
12: B
13: D
14: A
15: D
16: B
17: C
18: B
19: D
20: A