Questões de Concurso Público Prefeitura da Estância de Socorro - SP 2026 para Professor Adjunto/Professor de Educação Básica II (Educação Física, Arte, Inglês)

Foram encontradas 10 questões

Q3863430 Português

Leia para responder à questão.


O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

No primeiro parágrafo, o autor define a posição do lilás no espectro visual comparando-o a outras cores. Segundo o texto, o lilás cria uma sensação de suspensão ao funcionar como uma ponte entre: 
Alternativas
Q3863431 Português

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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

No trecho “assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária”, o uso da crase está corretamente aplicado ao termos propostos. Isso não ocorre em:
Alternativas
Q3863432 Português

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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

O terceiro parágrafo aborda a presença do lilás no campo cultural e na moda. O texto menciona que, na estética pop e na linguagem digital, o lilás se tornou uma marca de estilos que transitam entre: 
Alternativas
Q3863433 Português

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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

A palavra “transitam” apresenta a palavra S com fonologia específica. Indique, entre as alternativas, a palavra que segue a mesma característica fonológica: 
Alternativas
Q3863434 Português

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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

Todas as palavras, abaixo, extraídas do texto, são polissílabas, exceto:
Alternativas
Q3863435 Português

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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

A palavra "lilás", repetida diversas vezes no texto, recebe acento gráfico agudo. De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, a regra que justifica essa acentuação é:
Alternativas
Q3863436 Português

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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

No primeiro parágrafo, ao diferenciar o lilás de outras tonalidades, o autor afirma que ele "não grita como o vermelho". Ao atribuir uma ação tipicamente humana (gritar) a um ser inanimado (uma cor), o texto emprega o recurso estilístico denominado:
Alternativas
Q3863437 Português

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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

No trecho do último parágrafo "...o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez...", a preposição destacada estabelece entre a oração principal e a subordinada uma relação de sentido de:
Alternativas
Q3863438 Português

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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

No quarto parágrafo, ao descrever os ambientes, o texto menciona "iluminação suave". O termo destacado é um adjetivo que qualifica o substantivo "iluminação". Quanto à flexão de gênero, esse adjetivo classifica-se gramaticalmente como:
Alternativas
Q3863439 Português

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O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.

Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos. 

No trecho “iluminação suave e objetos que procurariam transmitir calma...” o tempo/modo verbal, alterado do original, apresenta-se no: 
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: B
4: D
5: D
6: A
7: A
8: C
9: D
10: B