Questões de Concurso Público USP 2025 para Enfermeiro (Enfermagem na Atenção Especializada em Saúde)

Foram encontradas 60 questões

Q3534167 Enfermagem
Após dissecção de linfonodos axilares em pacientes com câncer de mama, a enfermeira deve orientar a paciente a
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Q3534168 Enfermagem
Para avaliação da função neurológica, o equilíbrio e a coordenação são avaliados por meio do 
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Q3534169 Enfermagem

O paciente da imagem apresenta qual sinal?



Imagem associada para resolução da questão

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Q3534170 Enfermagem
Júlia, 45 anos, admitida na unidade de internação para investigação, tem tosse produtiva, obstrução nasal importante, está cansada e hipocorada. Apresenta sons respiratórios diminuídos em base do pulmão esquerdo e presença de roncos à ausculta pulmonar, FR = 24 rpm e SatO2 = 94%.

De acordo com a Nanda I, são possíveis diagnósticos de Enfermagem para Júlia:
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Q3534171 Enfermagem
Há uma sequência para a troca de equipamento coletor de estoma intestinal. Qual das alternativas a seguir indica uma sequência correta de três passos? 
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Q3534172 Enfermagem
Um dos cuidados de enfermagem para pacientes com dreno de tórax é
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Q3534173 Enfermagem
Com relação à “Prática Baseada em Evidências”, é correto afirmar:
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Q3534174 Enfermagem
De acordo com a Nanda I, qual das alternativas a seguir apresenta uma “característica definidora” de diagnósticos de enfermagem associados à função urinária?
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Q3534175 Saúde Pública
Conforme o documento Vigitel Brasil 2023, sobre vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas, considerando as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), qual das alternativas a seguir está correta?
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Q3534176 Enfermagem
O enfermeiro pode auxiliar no exame clínico que determina morte encefálica, cujos sinais podem ser
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Q3534177 Português
Texto para a questão


Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025.
O título “Ambiência”, no contexto do texto, refere-se principalmente:
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Q3534178 Português
Texto para a questão


Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025.
A coerência interna do texto está ancorada na seguinte perspectiva: 
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Q3534179 Português
Texto para a questão


Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025.
No trecho “Para complicar, as emoções são reações...”, a locução “Para complicar” tem como principal efeito de sentido a
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Q3534180 Português
Texto para a questão


Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025.
Na oração “Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos...”, a conjunção “se” contribui para 
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Q3534181 Português
Texto para a questão


     No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias, anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida, minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por escrever.


Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia. 2025.
Considerando a organização argumentativa, o texto é construído a partir da
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Q3534182 Português
Texto para a questão


     No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias, anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida, minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por escrever.


Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia. 2025.
No trecho “Onde guardar a dança da mão direita do escritor...”, o seu efeito expressivo resulta de
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Q3534183 Português
Texto para a questão


     Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C.-44 a.C.) já mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou um advento que mudou a história dos livros - a invenção da prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma turma que inflou com a chegada da emergente burguesia. Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os leitores, que, na década de 1930, receberam um belo empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está escasseando, como confirma de forma perturbadora um recente levantamento que se concentrou na população brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição, agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida pelo instituto Ipec.


Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025. 
A progressão apresentada no texto permite compreender que
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Q3534184 Português
Texto para a questão


     Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C.-44 a.C.) já mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou um advento que mudou a história dos livros - a invenção da prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma turma que inflou com a chegada da emergente burguesia. Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os leitores, que, na década de 1930, receberam um belo empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está escasseando, como confirma de forma perturbadora um recente levantamento que se concentrou na população brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição, agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida pelo instituto Ipec.


Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025. 
A expressão “o mundo girou” tem, no contexto, a função de
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Q3534185 Português
Texto para a questão


     Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C.-44 a.C.) já mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou um advento que mudou a história dos livros - a invenção da prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma turma que inflou com a chegada da emergente burguesia. Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os leitores, que, na década de 1930, receberam um belo empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está escasseando, como confirma de forma perturbadora um recente levantamento que se concentrou na população brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição, agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida pelo instituto Ipec.


Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025. 
No trecho “Só que a história seguiu sua marcha”, a expressão “só que” serve, principalmente, para 
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Q3534186 Inglês

Texto para a questão



How to write, according to the bestselling novelist of all time



     Everyone has a book inside them, or so the saying goes. In this day and age, those who want help coaxing the story out can receive instruction online from some of the world’s most popular authors. Lee Child and Harlan Coben, who have sold hundreds of millions of books between them, teach thriller writing; Jojo Moyes offers tips on romance yarns. And now Agatha Christie, the world’s bestselling writer of fiction, with more than 2 bn copies sold, is instructing viewers in the art of the whodunnit—even though she died in 1976.


     Christie’s course is the result not of recently unearthed archival footage, but artificial intelligence. BBC Maestro, an online education platform, brought the idea to the Christie family, which still controls 36% of Agatha Christie Ltd (AMC Networks, an entertainment giant, owns the rest). They consented to bring the “Queen of Crime” back to life, to teach the mysterious flair of her style.


     A team of almost 100—including Christie scholars as well as AI specialists—worked on the project. Vivien Keene, an actor, provided a stand-in for the author; Christie’s face was mapped on top. Crucially, Ms Keene’s eerily credible performance employs only Christie’s words: a tapestry of extracts from her own writings, notebooks and interviews.


    In this way, the creator of Hercule Poirot and Miss Marple shares handy writing tips, such as the neatest ways to dispatch fictional victims. Firearms bring ballistic complications. Be wary of poisons, as each works in a unique way. Novice authors can “always rely on a dull blow to the head”.


     Many of Christie’s writing rules concern playing fair. She practiced misdirection and laid “false clues” alongside true ones, but insisted that her plots do not cheat or hide key evidence: “I never deceive my readers.” In sections devoted to plot and setting, she explains how to plant key clues “in plain sight” and plan events with detailed “maps and diagrams”. She advises viewers to watch and listen to strangers on buses or in shops and to spice up motives for murder with a love triangle.


    Some of the most engaging sections come from “An Autobiography”, published posthumously in 1977: Poirot’s origins among the Belgian refugees who reached Devon during the First World War, or fond memories of her charismatic, feckless brother Monty, who had “broken the laws of a lot of countries” and provided the inspiration for many of Christie’s “wayward young male figures”.


    By relying on Christie’s own words, BBC Maestro hopes to avoid charges of creepy pedagogical deepfakery. At the same time, it is that focus on quotation which limits the course’s value as a creative-writing toolbox. The woman born Agatha Miller in 1890 speaks from her own time and place. She tells wannabe writers to use snowstorms to isolate murder scenes (as they bring down telephone wires) and cites the clue-generating value of railway timetables, ink stains and cut-up newspapers. These charming details are irrelevant to modern scribblers.


      Yet anachronism is not the course’s biggest flaw: it is that it lacks vitality. Christie enjoyed a richer life than learners will glean from this prim phantom: she was a wartime nurse (hence her deep knowledge of toxins), thwarted opera singer, keen surfer and archaeological expert who joined her second husband on digs in Iraq. Furthermore, her juiciest mysteries smash crime-writing rules. The narrator does it; the detective does it; all the suspects do it. Sometimes there’s no detective: in “The Hollow” (1946) Christie regretted that Poirot appeared at all. With its working-class antihero and gothic darkness, “Endless Night” (1967) shatters every Christie cliché. This high-tech, retrofitted version of the author feels smaller and flatter than the ingenious original.


The Economist, May, 8th, 2025


“Crucially, Ms Keene’s eerily credible performance employs only Christie’s words: a tapestry of extracts from her own writings, notebooks and interviews.”

Em relação ao trecho apresentado, qual a figura de linguagem que está na expressão “a tapestry of extracts”?
Alternativas
Respostas
21: D
22: E
23: A
24: A
25: C
26: B
27: B
28: A
29: E
30: A
31: E
32: C
33: D
34: C
35: B
36: B
37: A
38: E
39: D
40: C