No texto “Tirando a vovó e o vovô do armário”, a autora Maria Conceição Lopes Fontoura (2018) faz uma crítica às pessoas não negras, que se autodeclaram pardas, para acessar as vagas reservadas às pessoas negras nos processos seletivos de ingresso nas universidades públicas brasileiras, recorrendo à justificativa da miscigenação e ancestralidade. A autora defende que a política afirmativa de cotas raciais é utilizada para oportunizar o aumento da quantidade de estudantes pretos e pardos no Ensino Superior.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
A
Tirar a vovó e o vovô do armário para conseguir vantagens, uma vez que, pela miscigenação, torna-se pessoa parda brasileira, sonho de vida que muitos ostentam, significa ser ladra/ladrão de vida, de sonho e de oportunidades de quem é reconhecidamente pessoa legítima, herdeira da luta pelo ingresso de gente preta, parda e indígena na academia, tendo em vista dividir os espaços das academias e multiplicar os saberes, enriquecendo as instituições públicas de ensino federais, estaduais e institutos federais.
B
Tirar a vovó e o vovô do armário para conseguir vantagens, uma vez que, pela miscigenação, torna-se pessoa negra brasileira, sonho de vida que muitos ostentam, significa ser ladra/ladrão de vida, de sonho e de oportunidades de quem é reconhecidamente pessoa legítima, herdeira da luta pelo ingresso de gente preta, parda e indígena na academia, tendo em vista dividir os espaços das academias e multiplicar os saberes, enriquecendo as instituições públicas de ensino federais, estaduais e institutos federais.
C
Tirar a vovó e o vovô do armário para conseguir vantagens, uma vez que, pela miscigenação, torna-se pessoa miscigenada brasileira, sonho de vida que muitos ostentam, significa ser ladra/ladrão de vida, de sonho e de oportunidades de quem é reconhecidamente pessoa legítima, herdeira da luta pelo ingresso de gente preta, parda e indígena na academia, tendo em vista dividir os espaços das academias e multiplicar os saberes, enriquecendo as instituições públicas de ensino federais, estaduais e institutos federais.
D
Tirar a vovó e o vovô do armário para conseguir vantagens, uma vez que, pela miscigenação, toma-se pessoa branca brasileira, sonho de vida que muitos ostentam, significa ser ladra/ladrão de vida, de sonho e de oportunidades de quem é reconhecidamente pessoa legitima, herdeira da luta pelo ingresso de gente preta, parda e indigena na academia, tendo em vista dividir os espaços das academias e multiplicar os saberes, enriquecendo as instituições instituições públicas de ensino federais, estaduais e institutos federais.
E
Tirar a vovó e o vovô do armário para conseguir vantagens, uma vez que, pela miscigenação, torna-se pessoa autêntica brasileira, sonho de vida que muitos ostentam, significa ser ladra/ladrão de vida, de sonho e
de oportunidades de quem é reconhecidamente pessoa legitima, herdeira da luta pelo ingresso de gente preta, parda e indigena na academia, tendo em vista dividir os espaços das academias e multiplicar os saberes, enriquecendo as instituições públicas de ensino federais, estaduais e institutos federais.