Questões de Concurso Público Prefeitura de Biguaçu - SC 2025 para Técnico em Edificações

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Q3578339 Português
E esse milhinho assado? Tem sem ser transgênico?


Entre riscos à saúde e à biodiversidade, pequenos agricultores resistem ao domínio do milho modificado com o cultivo de sementes crioulas e práticas agroecológicas.

Dente de Burro, Sabugo Fino, Sol da Manhã, Batité, Landrês, Cateto, Cateto Kiriri, Eldorado, Branco de Angola, Catingueiro, Branco do Egito, Pontinha, Jaboatão e Roxo Peruano. Você já ouviu esses nomes antes? São alguns nomes de milhos orgânicos, de diferentes cores, preservados e produzidos por organizações brasileiras hoje.

Cada um deles é fruto de um processo que envolve agroecologia, mudança de manejo, agricultura familiar e resistência produtiva. Uma pesquisa identificou, aliás, 29 tipos diferentes de milho cultivados no Brasil e no Uruguai, todos cultivados justamente por pequenos agricultores.

A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e rajado —, e agroecológicos ? Antes de mais nada é importante entender como e porque o milho amarelo se tornou o queridinho. As justificativas são muitas: é cultivado em abundância desde o período da escravatura nos Estados Unidos, tem alto teor de amido, serve também como alimento para animais, fabricação de xarope, combustível, óleo etc. É ainda fácil de manipular geneticamente, o que muitos adjetivam como melhorias: essas são algumas das justificativas encontradas neste artigo da Embrapa, para o sucesso do milho amarelo. Mas a maior delas é a produtividade. É pela produtividade que deixamos para trás milénios de evolução, sabores diferentes, distintas regiões de plantio e épocas do ano para colheita.

A boa notícia é: tem gente fazendo diferente.

Do outro lado dessa moeda estão , por exemplo, as sementes agroecológicas produzidas pelo Movimento Camponês Popular (MCP) no Brasil, em especial em Pernambuco e Sergipe e da CoopBorborema, na Paraíba. As duas organizações têm como foco espalhar as sementes e o manejo agroecológico para pequenos produtores dos estados. "Que os camponeses tenham capacidade para produzir alimento para alimentar a nação", diz Sandreildo Santos, dirigente do MCP Pernambuco.


(Disponível em: https://ojoioeotrigo.com.br/2025/06/e-esse-milhinho-assado-tem-sem-s er-transgenico/. Acesso em 22 jul. 2025. Adaptado.)
Analise as assertivas que seguem:

I.Em "É pela produtividade que deixamos para trás milénios de evolução,..." há um equívoco na acentuação da palavra em destaque por o som do "e" ser fechado e não aberto. O adequado seria com acento circunflexo: milênios.

II.As palavras transgênico e agroecológicos são acentuadas pela mesma regra: ambas são proparoxítonas, logo, todas devem ser acentuadas.

III.Em "As duas organizações têm...", o verbo ter recebe acento apenas com o objetivo de diferenciar a conjugação dele no singular e no plural, sendo têm a grafia do plural.

IV.As palavras combustível e fácil são acentuadas pela mesma regra de acentuação.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3578340 Português
E esse milhinho assado? Tem sem ser transgênico?


Entre riscos à saúde e à biodiversidade, pequenos agricultores resistem ao domínio do milho modificado com o cultivo de sementes crioulas e práticas agroecológicas.

Dente de Burro, Sabugo Fino, Sol da Manhã, Batité, Landrês, Cateto, Cateto Kiriri, Eldorado, Branco de Angola, Catingueiro, Branco do Egito, Pontinha, Jaboatão e Roxo Peruano. Você já ouviu esses nomes antes? São alguns nomes de milhos orgânicos, de diferentes cores, preservados e produzidos por organizações brasileiras hoje.

Cada um deles é fruto de um processo que envolve agroecologia, mudança de manejo, agricultura familiar e resistência produtiva. Uma pesquisa identificou, aliás, 29 tipos diferentes de milho cultivados no Brasil e no Uruguai, todos cultivados justamente por pequenos agricultores.

A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e rajado —, e agroecológicos ? Antes de mais nada é importante entender como e porque o milho amarelo se tornou o queridinho. As justificativas são muitas: é cultivado em abundância desde o período da escravatura nos Estados Unidos, tem alto teor de amido, serve também como alimento para animais, fabricação de xarope, combustível, óleo etc. É ainda fácil de manipular geneticamente, o que muitos adjetivam como melhorias: essas são algumas das justificativas encontradas neste artigo da Embrapa, para o sucesso do milho amarelo. Mas a maior delas é a produtividade. É pela produtividade que deixamos para trás milénios de evolução, sabores diferentes, distintas regiões de plantio e épocas do ano para colheita.

A boa notícia é: tem gente fazendo diferente.

Do outro lado dessa moeda estão , por exemplo, as sementes agroecológicas produzidas pelo Movimento Camponês Popular (MCP) no Brasil, em especial em Pernambuco e Sergipe e da CoopBorborema, na Paraíba. As duas organizações têm como foco espalhar as sementes e o manejo agroecológico para pequenos produtores dos estados. "Que os camponeses tenham capacidade para produzir alimento para alimentar a nação", diz Sandreildo Santos, dirigente do MCP Pernambuco.


(Disponível em: https://ojoioeotrigo.com.br/2025/06/e-esse-milhinho-assado-tem-sem-s er-transgenico/. Acesso em 22 jul. 2025. Adaptado.)
No trecho que segue, os "porquês" foram usados de forma equivocada:

"A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e rajado —, e agroecológicos? Antes de mais nada é importante entender como e porque o milho amarelo se tornou o queridinho."

Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente o uso dos "porquês" no excerto:
Alternativas
Q3578341 Português
E esse milhinho assado? Tem sem ser transgênico?


Entre riscos à saúde e à biodiversidade, pequenos agricultores resistem ao domínio do milho modificado com o cultivo de sementes crioulas e práticas agroecológicas.

Dente de Burro, Sabugo Fino, Sol da Manhã, Batité, Landrês, Cateto, Cateto Kiriri, Eldorado, Branco de Angola, Catingueiro, Branco do Egito, Pontinha, Jaboatão e Roxo Peruano. Você já ouviu esses nomes antes? São alguns nomes de milhos orgânicos, de diferentes cores, preservados e produzidos por organizações brasileiras hoje.

Cada um deles é fruto de um processo que envolve agroecologia, mudança de manejo, agricultura familiar e resistência produtiva. Uma pesquisa identificou, aliás, 29 tipos diferentes de milho cultivados no Brasil e no Uruguai, todos cultivados justamente por pequenos agricultores.

A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e rajado —, e agroecológicos ? Antes de mais nada é importante entender como e porque o milho amarelo se tornou o queridinho. As justificativas são muitas: é cultivado em abundância desde o período da escravatura nos Estados Unidos, tem alto teor de amido, serve também como alimento para animais, fabricação de xarope, combustível, óleo etc. É ainda fácil de manipular geneticamente, o que muitos adjetivam como melhorias: essas são algumas das justificativas encontradas neste artigo da Embrapa, para o sucesso do milho amarelo. Mas a maior delas é a produtividade. É pela produtividade que deixamos para trás milénios de evolução, sabores diferentes, distintas regiões de plantio e épocas do ano para colheita.

A boa notícia é: tem gente fazendo diferente.

Do outro lado dessa moeda estão , por exemplo, as sementes agroecológicas produzidas pelo Movimento Camponês Popular (MCP) no Brasil, em especial em Pernambuco e Sergipe e da CoopBorborema, na Paraíba. As duas organizações têm como foco espalhar as sementes e o manejo agroecológico para pequenos produtores dos estados. "Que os camponeses tenham capacidade para produzir alimento para alimentar a nação", diz Sandreildo Santos, dirigente do MCP Pernambuco.


(Disponível em: https://ojoioeotrigo.com.br/2025/06/e-esse-milhinho-assado-tem-sem-s er-transgenico/. Acesso em 22 jul. 2025. Adaptado.)
No excerto que segue, analise o tempo e o modo do verbo destacado:
"Que os camponeses tenham capacidade para produzir alimento para alimentar a nação".
Assinale a alternativa em que o tempo e o modo verbais são o mesmo do verbo em destaque no excerto:
Alternativas
Q3578342 Português
E esse milhinho assado? Tem sem ser transgênico?


Entre riscos à saúde e à biodiversidade, pequenos agricultores resistem ao domínio do milho modificado com o cultivo de sementes crioulas e práticas agroecológicas.

Dente de Burro, Sabugo Fino, Sol da Manhã, Batité, Landrês, Cateto, Cateto Kiriri, Eldorado, Branco de Angola, Catingueiro, Branco do Egito, Pontinha, Jaboatão e Roxo Peruano. Você já ouviu esses nomes antes? São alguns nomes de milhos orgânicos, de diferentes cores, preservados e produzidos por organizações brasileiras hoje.

Cada um deles é fruto de um processo que envolve agroecologia, mudança de manejo, agricultura familiar e resistência produtiva. Uma pesquisa identificou, aliás, 29 tipos diferentes de milho cultivados no Brasil e no Uruguai, todos cultivados justamente por pequenos agricultores.

A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e rajado —, e agroecológicos ? Antes de mais nada é importante entender como e porque o milho amarelo se tornou o queridinho. As justificativas são muitas: é cultivado em abundância desde o período da escravatura nos Estados Unidos, tem alto teor de amido, serve também como alimento para animais, fabricação de xarope, combustível, óleo etc. É ainda fácil de manipular geneticamente, o que muitos adjetivam como melhorias: essas são algumas das justificativas encontradas neste artigo da Embrapa, para o sucesso do milho amarelo. Mas a maior delas é a produtividade. É pela produtividade que deixamos para trás milénios de evolução, sabores diferentes, distintas regiões de plantio e épocas do ano para colheita.

A boa notícia é: tem gente fazendo diferente.

Do outro lado dessa moeda estão , por exemplo, as sementes agroecológicas produzidas pelo Movimento Camponês Popular (MCP) no Brasil, em especial em Pernambuco e Sergipe e da CoopBorborema, na Paraíba. As duas organizações têm como foco espalhar as sementes e o manejo agroecológico para pequenos produtores dos estados. "Que os camponeses tenham capacidade para produzir alimento para alimentar a nação", diz Sandreildo Santos, dirigente do MCP Pernambuco.


(Disponível em: https://ojoioeotrigo.com.br/2025/06/e-esse-milhinho-assado-tem-sem-s er-transgenico/. Acesso em 22 jul. 2025. Adaptado.)
Analise as assertivas que seguem:

(__)Em "Você já viu esses nomes?", o uso do pronome demonstrativo está equivocado, uma vez que se refere a algo já mencionado no texto (relação anafórica), no caso, os nomes dos milhos. O adequado seria "estes".

(__)Em "Cada um deles", a expressão faz referência aos tantos tipos de milho orgânicos e diferentes produzidos no Brasil hoje.

(__)Em "Do outro lado dessa moeda", a expressão estabelece uma relação de oposição na produção de milho em que, de um lado tem-se subentendido o agronegócio, que cultiva praticamente apenas o milho amarelo, o queridinho, e do outro a agricultura familiar, que preserva e produz milhos diversos e de diferentes cores.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3578343 Português



(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2021/02/08/personagem-em-quadrinho s-discute-tributacao-dos-super-ricos-de-forma-didatica/. Acesso em 23 jul. 2025.)

Analise as assertivas que seguem e marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)No primeiro quadrinho, a preposição "sobre" pode ser substituída pela também preposição "sob", sem prejuízo no sentido. As duas são sinônimas e "sob" é uma forma reduzida de "sobre".

(__)Entre as funções dos sinais de pontuação está o intuito de expressar uma intenção. Isso pode ser confirmado na expressão "Gente, dá licença?", em que o uso da interrogação ameniza o tom imperativo do verbo "dar" e possibilita à Niara educadamente pedir permissão ao leitor para falar.

(__)As histórias em quadrinhos são gêneros textuais exclusivos do universo infantil e têm como objetivo dialogar com as crianças. No caso dessa tirinha, Niara é uma criança que ensinará a outras crianças sobre tributos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3578344 Português



(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2021/02/08/personagem-em-quadrinho s-discute-tributacao-dos-super-ricos-de-forma-didatica/. Acesso em 23 jul. 2025.)

A partir da leitura da tirinha, o que é possível inferir que:
Alternativas
Q3578345 Português
Leia o excerto que segue:

"[...] a ideia de que o Brasil é um país acolhedor é um mito. Essa ilusão está relacionada com a noção falsa de que existe uma convivência harmônica entre europeus e outros povos (como os africanos e os indígenas). Entretanto , a sociedade brasileira foi fundada com relações de violência, que nunca deixaram de acontecer. Por mais que algumas pessoas se entendam como acolhedoras, é preciso considerar que somos marcados por discriminações que estruturam nossa sociedade. Muitas vezes nossa educação normaliza preconceitos e violências, [...]."
(Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos. Acesso em 23 jul. 2025. Adaptado.)

Assinale a alternativa cuja palavra substitui entretanto sem alterar o sentido do texto: 
Alternativas
Q3578347 Português

Analise os períodos que seguem quanto ao uso ou não do acento grave (crase) nas palavras grifadas :


I.Ela ouviu, gota a gota, a torneira pingar durante horas.

II.Queria comprar tudo à vista, mas sem dinheiro suficiente, comprou a prazo.

III.Assistimos àquele filme no cinema e foi espetacular.

IV.Chegamos à Biguaçu logo cedo.

V.Não me refiro à vocês, meninas.


É correto o uso ou não da crase em:

Alternativas
Q3578348 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está adequadamente feita em todas as ocorrências do período:
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: B
4: D
5: C
6: B
7: E
8: D
9: E