A iluminação pública no Brasil nos anos 1960 foi
mantida por lâmpadas incandescentes e, em menor
escala, as fluorescentes. O princípio de funcionamento
das lâmpadas fluorescentes é baseado na colisão
de elétrons com átomos de vapor de mercúrio,
deixando-os energizados. Essa excitação eletrônica
dos átomos de mercúrio faz com que, quando o elétron
retorna ao seu estado fundamental, seja emitida radiação
ultravioleta. Quando os raios ultravioletas atingem uma
camada de pó de fósforo que existe internamente a
lâmpada, a emissão de radiação eletromagnética é
convertida para a região do visível.
Sob o ponto de vista de estrutura atômica, o princípio de
funcionamento da lâmpada fluorescente é semelhante à
descrição do modelo atômico de