No Brasil, segundo Silveira e Alvarenga (2019), o trabalhador brasileiro vem,
sobretudo, inserindo-se em trabalhos informais, seja se autodenominando como trabalhador
autônomo/empreendedor, seja exercendo qualquer atividade laboral sem vínculo formal com um
contratante. As taxas de informalidade atingiram em 2019, segundo estes autores: