Questões de Concurso Público IF-MA 2025 para Técnico em Tecnologia da Informação
Foram encontradas 12 questões
Textos de
referência para responder à questão proposta.
Texto 01
Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
Ministro dos
Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso
em: 23 ago. 2025. Com adaptações
Texto 02
Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
Textos de
referência para responder à questão proposta.
Texto 01
Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
Ministro dos
Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso
em: 23 ago. 2025. Com adaptações
Texto 02
Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
Textos de
referência para responder à questão proposta.
Texto 01
Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
Ministro dos
Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso
em: 23 ago. 2025. Com adaptações
Texto 02
Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
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Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
Ministro dos
Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
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Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
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Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
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Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso
em: 23 ago. 2025. Com adaptações
Texto 02
Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
Textos de
referência para responder à questão proposta.
Texto 01
Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
Ministro dos
Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso
em: 23 ago. 2025. Com adaptações
Texto 02
Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
Textos de
referência para responder à questão proposta.
Texto 01
Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
Ministro dos
Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso
em: 23 ago. 2025. Com adaptações
Texto 02
Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
Textos de
referência para responder à questão proposta.
Texto 01
Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
Ministro dos
Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso
em: 23 ago. 2025. Com adaptações
Texto 02
Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
“A percepção geral é de que o serviço não entrega o que cobra:”
“Você sabe o que fazer se sofrer um acidente com cobra?”
O emprego da palavra “cobra” nas frases exemplifica a
Textos de
referência para responder à questão proposta.
Texto 01
Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
Ministro dos
Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso
em: 23 ago. 2025. Com adaptações
Texto 02
Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
“O dado da pesquisa Perfil do Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente:”
Nessa frase, as palavras “o” e “que” são, respectivamente,
Textos de
referência para responder à questão proposta.
Texto 01
Por que é hora
de democratizar a CNH no Brasil?
Renan Filho
Ministro dos
Transportes
A proposta do Ministério dos Transportes para ampliar
o acesso à Carteira Nacional de Habilitação parte de uma realidade alarmante:
20 milhões de brasileiros dirigem sem a CNH. O dado da pesquisa Perfil do
Condutor Brasileiro, do Instituto Nexus, revela o que se tornou evidente: o
atual modelo de formação de condutores é caro, burocrático e excludente.
[...]
A percepção geral é de que o serviço não entrega o que
cobra: 66% acham o valor injustificável, e 69% defendem reformas para reduzir
custos e burocracia. Para 60% da população, tornar a autoescola opcional, como
já ocorre em muitos países, é o caminho certo. Os efeitos do modelo atual
comprometem diretamente a segurança no trânsito. Motos já representam 42% da
frota nacional, chegando a 60% no Maranhão, onde mais de 70% dos proprietários
de motos não têm habilitação: são mais de 1 milhão de pessoas apenas neste
estado!
[...]
A modernização proposta não compromete a segurança no
trânsito. Ao contrário, busca aprimorá-la por meio da inclusão e formalização
dos condutores. Hoje, é por meio das provas teóricas e práticas aplicadas pelos
Detrans que se avalia a aptidão dos candidatos à CNH. Esse modelo de avaliação
continuará. O que muda é a forma como o cidadão poderá se preparar de forma
teórica e prática: nas autoescolas, por meio de ensino a distância ou com
plataforma digital disponibilizada pela Senatran e instrutores independentes
devidamente preparados e credenciados pelos Detrans.
[...]
Democratizar a CNH é enfrentar uma exclusão estrutural
com responsabilidade. É reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e salvar
vidas nas ruas e estradas do país.
Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/porque-e-hora-de-democratizar-a-cnh-no-brasil.shtmlAceso
em: 23 ago. 2025. Com adaptações
Texto 02
Demagogia ao volante
Ministro quer
acabar com obrigatoriedade de treinamento prévio para tirar habilitação
O Ministério dos Transportes pretende acabar com a
obrigatoriedade de aulas de condução nas chamadas autoescolas para quem deseja
obter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias A (motocicletas) e
B (veículos de passeio). O objetivo seria “democratizar” o acesso à carteira de
motorista, segundo informou o ministro Renan Filho.
Em princípio, é sempre bem-vinda qualquer medida
tendente a eliminar intermediários compulsórios nas relações sociais mais
corriqueiras. O cartorialismo é uma das faces mais antigas e renitentes do
nosso atraso.
[...]
A alegação de que países como Inglaterra e Japão
dispensaram esse treinamento prévio para conceder habilitação não serve como
argumento. [...]
A diferença, óbvia, é que o Brasil tem fiscalização frouxa, incapaz de
tirar das ruas os motoristas inabilitados ou despreparados. É lícito imaginar
que sem a obrigatoriedade de treinamento profissional prévio, por pior que
seja, haverá ainda mais acidentes.
De fato, há toda uma indústria montada em torno da
emissão de licença para dirigir, o que encarece o processo e, não raro, resulta
em corrupção. Mas nada disso muda o fato de que é preciso exigir dos candidatos
a motorista ou motociclista que tenham preparo mínimo, com conhecimento das
regras de trânsito e de manejo do veículo, para serem habilitados.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/demagogia-aovolante/Acesso em: 24 ago. 2025. Com adaptações.
Nesse período, a forma “la” foi empregada para retomar o termo
(AZEVEDO NETO. Prefácio do Livro Reviver. Cafeteira E.A.P. Brasília: Senado Federal, Centro Gráfico, 1994, p. 15.)
De nome Reviver, o considerável projeto de reforma e revitalização de parte do centro histórico de São Luís do Maranhão foi responsável por
Em resumo, a partir década de 1980, a dinâmica econômica do Maranhão passa a ser determinada pela chegada dos chamados grandes projetos mínero-metalúrgicos, com destaque para a Alumar e Projeto Grande Carajás [...] Os produtos do complexo mínero-metalúrgico e a soja constituem, então, os responsáveis pela reinserção do Maranhão no mercado externo; não obstante, contribuindo pouco para a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável.
(PAULA, R. Z. A. de; HOLANDA, F. M. de. Padrão de acumulação e dinâmica da economia maranhense na década dos 2000. Revista de História Econômica & Economia Regional Aplicada, v. 6, n. 10, jan./jun. 2011, p. 7).
TEXTO 2
Inúmeros fatores respondem pelo aumento do crescimento dessa população urbana e pela mudança do perfil demográfico do Maranhão. Os principais fatores são: aumento da migração campo-cidade, devido à concentração da terra e da renda; a desarticulação da pequena produção de alimentos básicos e do extrativismo do babaçu; a ineficácia das políticas agrícolas – notadamente as voltadas para a agricultura familiar; a expectativa de emprego gerada pelo Programa Grande Carajás na década de 1980; a ausência de políticas públicas voltadas ao atendimento de demandas básicas – saúde/educação – para a área rural.
(MESQUITA, B. A. de. Notas sobre a dinâmica econômica recente em área periférica: as mudanças na estrutura produtiva do Maranhão. In: CIRCUITO DE DEBATES, 1., 2011, Brasília. Anais [...]. Brasília: IPEA, 2011. p. 1-15. p. 4)
Acerca do cenário socioeconômico maranhense, a leitura dos dois textos permite constatar a relação entre a: