Questões de Concurso Público Prefeitura de Paramoti - CE 2025 para Coveiro

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Q3649145 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No texto, argumentos do autor pretendem
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Q3649146 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Em termos de organização, o segundo parágrafo cumpre a função de
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Q3649147 Português
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Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No trecho “Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes”, qual o argumento dessa frase no texto?
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Q3649148 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No trecho “Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos”, o pronome “Eles” refere-se a qual elemento citado antes?
Alternativas
Q3649149 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Segundo o texto, variar as preparações ao longo da semana serve para
Alternativas
Q3649150 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Qual prática a seguir contraria as orientações do texto?
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Q3649151 Português
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Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No contexto em que aparece, o adjetivo “palatáveis” sugere que ultraprocessados são produtos
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Q3649152 Português
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Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Segundo o último parágrafo, qual a consequência para quem “prefere alimentos frescos” e “reduz ultraprocessados”?
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Q3649153 Português
A palavra “saúde” está corretamente separada e classificada na opção
Alternativas
Q3649154 Português
Assinale a alternativa em que o primeiro termo é sinônimo de “rápido” e o segundo é antônimo de “triste”:
Alternativas
Q3649155 Português
Analise a afirmativa a seguir.

“Ontem ele _____ sair; hoje ele não ______.”

Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3649156 Português
A frase “Como você terminou tão cedo!” é
Alternativas
Q3649157 Português
Marque a alternativa em que a pontuação está CORRETA.
Alternativas
Q3649158 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q3649159 Português
Marque a alternativa que indica o plural CORRETO da seguinte frase: “O cidadão comprou pão e levou a mão ao bolso.”
Alternativas
Q3649160 Português
Assinale a opção que apresenta a forma que completa a frase corretamente: “_____ fazer a tarefa, preciso de silêncio.”
Alternativas
Q3649161 Português
Marque a opção que apresenta o verbo para completar a frase corretamente: “Ontem eu _____ cedo na escola.” 
Alternativas
Q3649162 Matemática
O saldo de uma conta era R$ –150,00. Após um depósito de R$ 200,00, o saldo ficou em
Alternativas
Q3649163 Matemática
Calcule: 3 / 4 + 2 / 4 - 1 / 2 . O resultado será
Alternativas
Q3649164 Matemática
Um ônibus percorreu 3,5 km. Essa distância equivale a
Alternativas
Respostas
1: E
2: C
3: B
4: A
5: B
6: D
7: E
8: C
9: A
10: C
11: E
12: B
13: D
14: C
15: B
16: A
17: E
18: C
19: C
20: B