Questões de Concurso Público IF-PE 2025 para Professor EBTT - Filosofia

Foram encontradas 50 questões

Q3673357 Filosofia
Em sua exposição sobre o Existencialismo, intitulada O Existencialismo é um Humanismo, o filósofo Jean-Paul Sartre buscou defender a corrente filosófica do Existencialismo de uma série de críticas que, segundo o autor, não expressariam o sentido e o entendimento da condição humana exposta nessa filosofia. O ponto de partida do pensamento filosófico existencialista é que o ser humano se constitui à medida que toma consciência de sua existência, mediante as suas escolhas. A possibilidade de escolha é um dos aspectos da questão da liberdade no pensamento existencialista, cujo ponto central é a estrutura da consciência como um nada. O ser humano é livre porque a sua consciência é sempre “um nada de ser”, ausente de determinações prévias, diferentemente do objeto que é sempre concebido mediante um projeto e uma finalidade. Como a intenção de Sartre, nesta palestra, era expor a reflexão filosófica sobre as implicações teóricas e morais para a condição humana no Existencialismo, ele rebate as críticas dos outros autores apontando que a corrente existencialista desenvolve uma filosofia que relaciona a liberdade com a
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Q3673358 Filosofia
A ideia de indivíduo, segundo o pensamento ético moderno, difere da postura do Individualismo, que se refere à conduta pessoal daquela pessoa que não considera o impacto das suas ações, seja nas relações interpessoais, seja na estrutura de manutenção da sociedade. Por outro lado,

“para a sociedade em geral, até a perda do melhor indivíduo é um sacrifício pequeno. É uma pena que este sacrifício seja necessário! Mas seria bem pior se o indivíduo pensasse de outra forma e considerasse sua preservação e seu desenvolvimento mais importantes que o trabalho para a sociedade”
(NIETZSCHE, Gaia Ciência; tradução Paulo César de Souza. 1ª edição - São Paulo: Companhia das Letras, 2012, aforismo 21, p.68).

Nessa relação de forças contraditórias, a Sociedade e o Indivíduo, a filosofia moral de Nietzsche apresenta-se como uma elaborada metáfora dos tempos atuais em que duas forças duelam no interior do mesmo ser, na mimesis dos contrários entre
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Q3673359 Filosofia
A Fenomenologia parte do postulado de que toda consciência é sempre consciência de algo. Nessa relação entre a consciência e aquilo que ela não é, ou seja, o objeto ao qual ela se direciona, emerge o sujeito da consciência. Esse sujeito tem a sua identidade configurada nessa relação e por essa relação ele consegue apreender o sentido da sua compreensão intelectiva: ele pensa (cogito) porque algo (aquilo que é) é sempre o que é pensado; o pensamento não é vazio do objeto pensado, nem é esvaziado do próprio sujeito que pensa. A irrefutabilidade da existência de um subjectum é central no pensamento fenomenológico, e ela difere das filosofias modernas do sujeito justamente pela posição que assume. É sobre essa posição do sujeito que pensa frente ao objeto e o que dele pode ser compreendido que a Fenomenologia desenvolve a sua filosofia da
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Q3673360 Filosofia
A doutrina cristã do Logos, que se desenvolveu a partir do século II da nossa Era, manifesta o esforço intelectual de ler a filosofia grega a partir da doutrina do Deus Uno e Trino e configurar os elementos da sabedoria helênica sobre uma finalidade, um télos, que orienta as disposições e as ordens do mundo com a fé que identificava em Cristo o Verbo, a Palavra pelo qual Deus, o ser imaterial, imortal, transcendente, agia de maneira providente na História. O mundo é aparente e transitório diferentemente de Deus, que não estando subjugado a nenhuma dessas condições, as assumiu como consequência da Encarnação. Seja no pensamento filosófico que estabelece o Nous como inteligência ordenadora, seja no pensamento do Logos, a Palavra que revela o Deus presente na História – filosofias distintas não apenas pelas épocas, mas pelas implicações que carregam –, há dois elementos que as tornam convergentes entre os filósofos cristãos e os gregos, segundo o pensamento de Justino apresentado na sua Apologia
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Q3673361 Filosofia
O pensamento filosófico sobre o que é o político trata sobre as relações de poder, não um poder sobre a natureza, o cosmos e os elementos que constituem o mundo. O poder a que nos referimos no pensamento político é aquele que manifesta o que ocorre nas relações entre as pessoas. Ao longo da tradição da filosofia política, o olhar e a interpretação sobre o poder versou sobre pontos distintos, embora não excludentes entre as diversas fundamentações teóricas acerca do exercício do poder. Compete àquele que exerce o poder a sua identificação com o Estado; pelo modo como governa, são representados os interesses do Estado e a necessária estabilidade das instituições. A filosofia política, portanto, nomeou tanto as formas de governo, em quantidade e qualidade dos que governam, e sua nomenclatura, quanto aquilo que pressupôs dos instrumentos qualitativos para as suas definições e os fundamentos das suas degenerações, segundo o que percebeu da maneira como as ações humanas podem degenerar e corromper a estabilidade do governo. Assim, a filosofia formulou e legou ao pensamento político uma
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Q3673362 Filosofia
Uma das definições clássicas de ética é a que trata da análise das ações humanas no sentido de como elas favorecem (ou desfavorecem) a realização do ser humano tanto individualmente como coletivamente, enquanto ideia de humanidade. Nessa definição de ética, a racionalidade é um ponto importante para desenvolver as ideias de responsabilidade, participação (ou em que medida cada pessoa pode contribuir para o projeto humano) e juízo moral com a reflexão sobre o impacto das nossas ações. Para que as necessidades temporais não constituíssem um impeditivo à elaboração, por parte da racionalidade, de pressupostos de como agir, a ciência moral voltou-se às excelências que a razão estabeleceu como sendo a sua forma e a sua força (sustentação) na expressão da
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Q3673363 Filosofia
A finalidade da obra de arte é a contemplação do Belo e da Beleza, que se tornam uma só e mesma coisa. O Belo e a Beleza se relacionam intimamente, indistintamente e substancialmente. Nessa estreita relação, a obra de arte comunica e manifesta os espectros que o ser humano toma para a configuração do que pode ser visto, manifesto, apreendido pelos sentidos. A estética é a capacidade de sentir pelos sentidos, da mesma forma que é a construção da percepção, da comunicação e da representação de tudo o que o ser humano é capaz de expressar. Essa abertura ao fenômeno humano mediada pela expressão estética traz consigo a tensão sobre
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Q3673364 Filosofia
O ser humano é o animal que traz consigo, pela linguagem, o acesso a si mesmo como humanidade, podendo recorrer sempre a essa fonte de projeção de si para analisar aquilo que lhe antecedeu, mediante os seus interesses e também mediante aquilo que lhe é apresentado como sendo do humano, esse animal separado dos outros animais. A educação é o processo pelo qual esse ser retoma as ações e as figuras humanas segundo o que elas fizeram e como contribuíram nesse processo ininterrupto. A filosofia por sua natureza de amante da sabedoria, despertando o interesse do humano pelo conhecimento através do exercício do pensar, busca contribuir para a realização desse processo educativo mediante o ensino pautado
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Q3673365 Filosofia
A presença da Filosofia como disciplina filosófica no currículo do Ensino Médio nunca esteve separada das questões políticas de Educação para o Brasil. A supressão da sua presença no período da ditadura militar, assim como a sua volta mediante a Lei de Diretrizes e Bases para a Educação, Lei 9394/96, dizem dos projetos políticos em curso no país e também da oferta de conteúdos formativos às gerações em processo de escolarização. Assim, compreende-se a implantação do chamado Novo Ensino Médio que, em nome e no desejo de melhorar o sistema educacional do Brasil, trouxe a flexibilização de cargas horárias para os currículos, mediante o interesse do público estudantil matriculado nas unidades escolares, oculta um problema que tensiona a formação de professores e professoras de filosofia diante da
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Q3673366 Filosofia
Na obra A República, Platão desenvolve a sua filosofia sobre a Cidade Ideal e a sua relação com a Justiça. Nenhuma cidade pode ser a ideal sem pensar o que é a justiça e o que constitui a sua natureza; como ela orienta as paixões e a razão, gerando a virtude e assim situando cada pessoa mediante aquilo com que ela pode contribuir na construção da cidade. Àqueles cuja virtude produz o saber das coisas práticas, cabe assumi-las e as realizar, e, assim, a Justiça se conserva na Pólis. Àqueles cuja virtude é a disciplina militar, compete-lhes a estratégia e a organização em tropas. É reservado àqueles que podem pensar a Justiça e alcançam a sua ideia o governo da Cidade e a realização da Justiça mediante o bom e correto julgamento das realidades. Sobre as realidades, Platão as distinguiu numa célebre alegoria, que está no Livro VII e que recebeu o nome de Alegoria da Caverna. Nela, uma ideia é fundamental para a compreensão da distinção que o filósofo faz dos tipos de alma que constituem o ser humano e lhe permite, mediante o seu exercício rigoroso, contemplar as coisas à luz do sol e na sua falta, satisfazer-se à projeção das chamas da fogueira; essa ideia é a de
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Q3673367 Filosofia
O pensamento político de Maquiavel desenvolve uma filosofia do poder, do exercício do poder desvinculado do exercício ético, de modo que a sua teoria política não é sobre como deve ser o poder, mas sobre como é o poder e que isso exige do princípe a sabedoria e o trato para lidar com as suas exigências. Assim, o soberano é aquele que estabelece a dinâmica do Estado como a do poder mantido e preservado em torno de si, independente se o Principado tenha sido uma conquista recente ou por sucessão estabelecida, o principado hereditário. Para tal, o autor desenvolve os conceitos de Virtù e de Fortuna, e ambos são fundamentais para a compreensão da natureza do Estado e a sua relação com a história. Em ambos os conceitos, o tema do poder é central e também o modo como se governa. O fato que, segundo o autor, leva Reinos a surgirem ou a desaparecem, assim como os seus soberanos, é que os principados conquistados pela Virtù, em relação aos que se conquistam pela Fortuna são
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Q3673368 Filosofia
Por meio da realidade inteligível, que no pensamento de Santo Agostinho é o modo como Deus cria e dispõe todas as coisas segundo uma ordem, a realidade material é disposta de acordo com a forma que Deus lhe confere e, mesmo na diversidade das formas, ela permite elevar a inteligência a Deus, ao Deus uno, por que é dele que provém toda a forma que dá à matéria a harmonia, ou seja, a beleza. A beleza, portanto, reserva em si um conteúdo inteligível, que é a forma como Deus dispõe aquilo que ele cria, e uma realidade material, a diversidade que forma o todo, sem que haja confusão e indistinção entre as coisas na sua profunda diversidade. A ideia de beleza elaborada por Santo Agostinho, base para compreender como a arte imita a natureza e a natureza é a forma da Ideia de Deus para o que é realidade material, desenvolveu a noção de criação Ex Nihilo, pois a beleza expressa o modo como Deus cria a partir da ideia, a qual confere às coisas e à sua 
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Q3673369 Filosofia
O pensamento político do filósofo paduano Marsílio, na sua obra O Defensor da Paz, antecipa em alguns séculos a reflexão política sobre a necessidade da centralidade do poder para configurar o governo na forma de um Estado. Para o autor, o elemento estruturante dessa configuração do poder é a constituição do Reino mediante as suas partes, sendo o governo a parts principans (a parte principal) da qual todas as outras extraem a sua natureza, inclusive o poder religioso. Só é possível a um Reino estabelecer-se em vista da sua finalidade se o poder nele exercido for unificado e centralizado em torno da sua causa final, que é a paz. Assim, o Rei governa em vista da finalidade própria e exigida pela razão para haver um governo e as partes subordinadas a esse poder, não intervindo nas relações que não competem à sua natureza, mas constituindo-se em harmonia e obediência ao governante
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Q3673370 Filosofia
A Pólis não é apenas a Cidade-Estado no sentido geográfico e demográfico, mas é a unidade espiritual de formação do cidadão, enquanto indivíduo moral não separado do todo, do cosmos que ela é, de modo que a vida pública é vida ética e a escolha do modo de vida é a manifestação das virtudes que orientam essa vida. A ética dos antigos gregos busca relacionar de maneira inseparável a condução da vida pública com os princípios morais que a orientam e, para tal, em relação a essa vivência integrada, na boa disposição entre as coisas necessárias e as coisas passageiras, o indivíduo moral é o mesmo que o indivíduo político e desenvolve no contexto da sua práxis a
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Q3673371 Filosofia
A Fenomenologia de Husserl desenvolve o conceito de Epoché, que significa a suspensão do juízo, não para negar as elaborações da razão, mas para que não recaia numa espécie de fixação do objeto pelo recorte da sua apresentação fenomenológica. Assim, Husserl busca levar a sua fenomenologia ao encontro do eu, que é o sujeito da epoché, para que assim se possa estabelecer, mediante a filosofia do ego, como centro constitutivo de toda a subjetividade, o nível da consciência que é base para
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Q3673372 Filosofia

Leia o seguinte trecho de diálogo para responder à questão



Estrangeiro: Então eu formarei um discurso [uma sentença] para ti no qual uma ação e o resultado da ação estão combinados através de um nome e um verbo e me dirás sobre o que é o discurso [o sujeito da sentença].

Teeteto: Eu o farei o melhor que puder.

Estrangeiro: ‘Teeteto senta’. Não é um longo discurso, é? Teeteto: Não, é razoavelmente curto.

Estrangeiro: Agora cabe a ti dizer sobre o que é e qual é o seu sujeito.

Teeteto: Está claro que é sobre mim e que sou eu o seu sujeito.

[...]

Estrangeiro: ‘Teeteto, com quem estou falando agora, voa’.

Teeteto: Todos se disporiam a concordar que esse também é sobre mim e que sou seu sujeito.

Estrangeiro: Mas concordamos que todo discurso (sentença) tem necessariamente uma particular qualidade.

Teeteto: Sim.

Estrangeiro: Ora, que qualidade deveríamos atribuir a cada um desses discursos (sentenças)?

Teeteto: Suponho que uma é falsa, ao passo que a outra é verdadeira.

Estrangeiro: A verdadeira indica fatos como são sobre ti.

Teeteto: Certamente.

Estrangeiro: Enquanto a falsa indica coisas diferentes dos fatos.

Teeteto: Sim.”


Fonte: (PLATÃO. Sofista. In: ____. Diálogos I. Tradução e notas Edson Bini. Bauru: Edipro, 2007. Coleção Clássicos Edipro. p. 236-237).



A teoria da verdade representada neste trecho é a

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Q3673373 Filosofia
Leia o trecho de diálogo a seguir para responder à questão.

Teeteto: Ah sim, Sócrates. Na verdade, uma vez ouvi alguém fazer essa distinção. Eu me esquecera disso, mas agora me lembro. Dizia ele que o conhecimento é a opinião verdadeira associada ao discurso racional, mas que a opinião verdadeira dissociada da explicação racional sai do âmbito do conhecimento; e que matérias que carecem de uma explicação racional são incognoscíveis [...] enquanto aquelas que contam uma explicação racional são cognoscíveis”
Fonte: (PLATÃO. Teeteto. In: ____. Diálogos I. Tradução e notas Edson Bini. Bauru: Edipro, 2007. Coleção Clássicos Edipro. p. 139).

Neste trecho do diálogo entre Sócrates e Teeteto, Platão apresenta três elementos explicativos que, juntos, caracterizam a definição clássica de conhecimento. A saber, esses elementos são
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Q3673374 Filosofia
O trecho a seguir foi selecionado do início do Livro VII da República de Platão e descreve o que poderia acontecer ao escravo que havia escapado de uma certa caverna, caso decidisse retornar ao espaço subterrâneo:


“- Se, naquele tempo, entre eles [os prisioneiros que permaneceram na caverna] havia honras, louvores e também prêmios concedidos a quem observasse com um olhar mais aguçado os objetos que desfilassem diante deles e se lembrasse melhor do que costumava vir antes, depois ou simultaneamente e, a partir disso, tivesse mais capacidade para adivinhar o que estivesse por vir, na tua opinião, não achas que ele [o prisioneiro liberto que retorna à caverna] cobiçaria essas recompensas e invejaria os que entre eles fossem honrados e tivessem poder? Ou achas que ele passaria pela experiência de que fala Homero e preferiria, no trabalho da terra, sendo escravo de outro homem sem posses, sofrer qualquer coisa que fosse, a ter aquelas opiniões e viver daquela maneira?     - É assim, disse ele, que eu penso. Estaria mais disposto a sofrer o que fosse que a viver daquele modo.     - Reflete sobre isto! disse eu. Se, de novo, esse fulano descesse e se sentasse naquele mesmo local, não ficaria com os olhos toldados pela escuridão ao sair de repente do sol?     - É bem isso que aconteceria, disse.     - E se ele, a respeito da significação daquelas sombras precisasse competir com os que continuavam como prisioneiros, no momento em que sua visão estivesse fraca e antes que seus olhos estivessem bem - e esse tempo de acomodação não seria muito curto -, será que não seria motivo de riso? Não diriam dele que, tendo ido lá para cima, tinha voltado com os olhos lesados e que não valia a pena nem mesmo tentar ir até lá? E a quem tentasse libertá-los e conduzi-los lá para cima, se de alguma forma pudessem segurá-lo com suas mão e matá-lo, eles não o matariam? - É bem isso que faria, disse”.
Fonte: (PLATÃO. A república. Tradução Anna Lia Amaral de Almeida Prado. São Paulo: Martins Fontes, 2006. p. 270). 



Ao analisarmos os sentidos que podem ser hauridos da Alegoria da Caverna, com especial atenção à motivação do possível regresso do escravo, podemos afirmar que ele retornaria à caverna
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Q3673375 Filosofia
No diálogo Eutidemo, Platão, descrevendo os irmãos sofistas Eutidemo e Dionisodoro, afirma que eles possuem a habilidade de “brandir palavras como suas armas e de refutar quaisquer argumentos, não importa se verdadeiros ou falsos”. Mais adiante, vemos Dionisodoro provando ao jovem Ctesipo que seu pai é um cachorro:

Dionisodoro: “Simplesmente me responde: tens um cão?“ Ctesipo: “Sim“ [...] Dionisodoro: “E ele tem filhotes?“ Ctesipo: “Sim” [...] Dionisodoro: “Então esse cão é o pai deles?“ Ctesipo: “Certamente“ [...] Dionisodoro: “Ora, o cão não é teu?“ Ctesipo: “Certamente“ [...] Dionisodoro: “Portanto, considerando-se que ele é um pai e é teu, o cão passa a ser teu pai, e tu um irmão de filhotes de cão, não é mesmo?”

Fonte: (PLATÃO. Eutidemo. In: ____. Diálogos II. Tradução e notas Edson Bini. São Paulo: Edipro, 2016. Coleção Clássicos Edipro. p. 174 e p. 220- 221, respectivamente).

Esse modo de discurso, muitas vezes empregado pelos sofistas, representava um problema para os filósofos atenienses daquele período histórico, já que muitas vezes era utilizado para inibir um diálogo legitimamente filosófico sobre o que se propunha debater. Marque a opção que caracteriza corretamente a forma de debater dos irmãos Eutidemo e Dionisodoro. 
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Q3673376 Filosofia
Leia o excerto a seguir para responder à questão.

“(...) Toda a filosofia é como uma árvore, cujas raízes são formadas pela metafísica, o tronco pela física e os ramos que saem deste tronco constituem todas as outras ciências que, ao cabo, se reduzem a três principais: a medicina, a mecânica e a moral”
Fonte: (DESCARTES, R. Princípios da Filosofia. Lisboa: Guimarães Editores, 1989. p.42. Adaptado).


Sobre a Árvore do Conhecimento ou Árvore da Filosofia, de Descartes, podemos afirmar que
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Respostas
21: B
22: E
23: A
24: D
25: C
26: E
27: B
28: E
29: E
30: B
31: E
32: E
33: B
34: D
35: E
36: B
37: C
38: D
39: C
40: A