🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Público UNICAMP 2025 para Médico Cirurgião do Aparelho Digestivo

Questões Discursivas

Foram encontradas 27 questões

Q4214608 Medicina
Um paciente de 60 anos de idade, submetido a dilatação endoscópica de estenose cáustica de esôfago, apresenta, imediatamente após o procedimento, dor torácica aguda, taquicardia, dispneia e enfisema subcutâneo cervical. A tomografia torácica com contraste oral hidrossolúvel confirma perfuração cervical de 2 cm, pneumomediastino e pequeno derrame pleural bilateral, sem sinais de sepse.
Qual é a conduta inicial mais apropriada para essa perfuração esofágica cervical em paciente estável e sem sepse franca?
Alternativas
Q4214609 Medicina
Um paciente de 62 anos de idade, com diagnóstico de esôfago de Barrett de segmento longo e displasia de baixo grau (LGD) há 3 anos, em uso crônico de IBP em dose dupla (omeprazol 40 mg 2×/dia) devido à pirose refratária, evolui com progressão para displasia de alto grau (HGD) em endoscopia de vigilância com mapeamento sistemático. A pHmetria de 24h, realizada em uso de IBP, demonstra índice de DeMeester de 22,5, confirmando refluxo ácido patológico persistente. Ele tem IMC 33 kg/m², mas sem outras comorbidades significativas.
Nesse caso, com um paciente com HGD refratário ao controle ácido, qual a conduta mais apropriada, integrando fisiologia do refluxo, diagnóstico anatômico e terapêutica endoscópica ou cirúrgica?
Alternativas
Q4214610 Medicina
Homem de 58 anos de idade, internado por 3 semanas em UTI após sepse abdominal causada por perfuração de diverticulite (lavagem laparoscópica e drenagem, sem ressecção colônica). Reabordagem cirúrgica evidenciou grande coleção purulenta e fibrina densa, sem perfuração ativa ou necrose isquêmica. Já em uso de antibióticos de amplo espectro, mantém quadro séptico persistente.
Em paciente grave com persistência de peritonite após controle cirúrgico inicial, qual conceito e abordagem terapêutica melhor descrevem esse cenário? 
Alternativas
Q4214612 Medicina
Um paciente de 75 anos, com histórico de gastrectomia subtotal por adenocarcinoma gástrico há 5 anos, retorna ao serviço apresentando dor abdominal difusa e ascite. A tomografia computadorizada de abdome e pelve revela sinais de carcinomatose peritoneal e múltiplas lesões hepáticas, compatíveis com metástases. A análise citológica da ascite confirma a presença de células neoplásicas compatíveis com adenocarcinoma. O paciente apresenta performance status ECOG 2. 
Diante do quadro descrito, qual é a melhor conduta terapêutica neste estágio avançado da doença?
Alternativas
Q4214613 Medicina
Homem de 45 anos de idade em nutrição parenteral total (NPT) há 6 meses devido à síndrome do intestino curto pós-isquemia mesentérica. Desenvolve elevação progressiva de AST, ALT, GGT, FA e bilirrubinas, sem história de doença hepática prévia, com exclusão de causas virais, metabólicas e obstrutivas.
Qual é a complicação hepática mais provável da NPT prolongada nesse paciente e qual a principal estratégia para seu manejo e prevenção? 
Alternativas
Q4214615 Medicina
Um paciente de 65 anos de idade apresenta disfagia severa e dor torácica atípica. A manometria esofágica de alta resolução revela pressões elevadas do Esfíncter Esofágico Inferior (EEI) com relaxamento incompleto (<80% de relaxamento da pressão residual integrada - IRP > 15 mmHg) e, no corpo esofágico, identifica múltiplas deglutições com contrações simultâneas de alta amplitude e de duração prolongada, alternadas com peristalse normal, mas com um padrão predominante de “espaços” entre as ondas de pressão nas deglutições.
De acordo com a Classificação de Chicago v4.0, qual é o diagnóstico manométrico mais provável para esse paciente?
Alternativas
Q4214616 Medicina
Paciente de 35 anos de idade, com acalasia tipo I com diagnóstico no último ano, foi submetida a uma miotomia de Heller laparoscópica há 5 anos, com excelente alívio inicial da disfagia. Nos últimos 6 meses, no entanto, desenvolveu disfagia recorrente e progressiva, associada a regurgitação. A manometria esofágica de alta resolução de controle revela persistência do relaxamento incompleto do EEI (IRP > 15 mmHg) e evidência de cicatrização da miotomia (reestenosamento funcional). A endoscopia descarta tumor, mas mostra esofagite leve.
Qual é a conduta terapêutica mais apropriada para essa recorrência da acalasia pós-miotomia?
Alternativas
Respostas
8: C
9: C
10: B
11: B
12: B
13: D
14: C