Questões de Concurso Público Câmara de Candeias - MG 2025 para Técnico Administrativo

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Q3775708 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
São títulos possíveis para o texto, EXCETO
Alternativas
Q3775709 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
A autora do texto inclui o interlocutor em suas reflexões, EXCETO em: 
Alternativas
Q3775710 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
A expressão “fast food mental” sugere que
Alternativas
Q3775711 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
O principal argumento defendido pela autora, ao longo do texto, é 
Alternativas
Q3775712 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
No trecho “A leitura nunca foi mero passatempo”, o termo “mero” tem sentido de 
Alternativas
Q3775713 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
Em: “Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis.”, a oração destacada é classificada como subordinada 
Alternativas
Q3775714 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
A substituição dos articuladores sintáticos destacados está corretamente identificada entre parênteses, EXCETO em: 
Alternativas
Q3775715 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
Em: “Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece.”, há um exemplo de 
Alternativas
Q3775716 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
Em: “Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto.”, o verbo “foi” está flexionado no 
Alternativas
Q3775717 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
Em: “A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.”, a função dos dois pontos é introduzir 
Alternativas
Q3775718 Matemática
Em uma fábrica há dois tipos de máquinas: as do Tipo A e as do Tipo B. Sabe-se que a quantidade de produtos manufaturados produzidos por 8 máquinas do Tipo A com 5 máquinas do Tipo B, durante 3 dias, é igual à quantidade de produtos manufaturados produzidos por 4 máquinas do tipo A com 4 máquinas do tipo B, durante 5 dias.
Com a base nessas informações, é CORRETO afirmar que a máquina do Tipo A é 
Alternativas
Q3775719 Matemática
Considere dois números naturais de dois algarismos cada um. Sabe-se que a soma desses números é tal que a soma das unidades é 11 e que, ao somarmos os algarismos das dezenas, não ocorre o “vai um”.
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que o valor máximo da diferença entre dois desses números é 
Alternativas
Q3775720 Raciocínio Lógico
Ana, Bernardo, Camila e Daniel são quatro alunos de uma mesma turma em uma escola em Candeias.
Sabe-se que dois deles colaram na prova de Matemática. Eles fizeram as seguintes declarações:
                Ana disse que o Bernardo tinha colado na prova de Matemática.
        Bernardo disse que a Ana e a Camila tinham colado na prova de Matemática.
        Camila disse que a Ana e o Daniel colaram na prova de Matemática.
        Daniel disse que ou a Ana ou a Camila tinha colado na prova de Matemática.

Além disso, as pessoas que colaram na prova mentiram enquanto as pessoas que não colaram na prova disseram a verdade.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q3775721 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes afirmações verdadeiras:
I – Em todos os fins de semana, Fernando ou vai ao cinema ou vai ao clube nadar.
II – No último fim de semana, Fernando ficou molhado.
Com base nessas informações, é CORRETO concluir que nesse fim de semana: 
Alternativas
Q3775722 Matemática
Bianca, Daniele e Rodolfo são três amigos e dividiram a conta em um bar na cidade de Candeias. Sabe-se que
• a quantia paga por Bianca é metade do que pagaram Daniele e Rodolfo, 
• a quantia paga por Daniele é um terço do que pagaram Bianca e Rodolfo,
• Rodolfo pagou R$ 170,00.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que o valor total dessa conta foi de 
Alternativas
Q3775723 Raciocínio Lógico

Sabe-se que os números em cada bloco seguem uma sequência lógica. 

Imagem associada para resolução da questão

Com base nessas informações, é CORRETO que o valor X é 

Alternativas
Q3775724 Matemática
Um tanque pode ser enchido por duas torneiras independentes A e B e ser esvaziado através da válvula C.
Sabe-se que a torneira A enche completamente esse tanque em 5 horas, enquanto a torneira B o enche em 3 horas. No entanto, uma vez completamente cheio, esse tanque pode ser completamente esvaziado através da válvula C em 12 horas.
O tanque se encontra com um quarto de sua capacidade. Seja T o tempo necessário para encher completamente esse tanque com as torneiras A e B ligadas juntas e a válvula C aberta.
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que T é 
Alternativas
Q3775725 Matemática
Seja N o número de dois algarismos tal que, ao ser inserido o algarismo 0 entre os seus dois algarismos e somar o triplo do seu algarismo das unidades, obtémse oito vezes o valor de N.
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que a soma dos algarismos de N é 
Alternativas
Q3775726 Raciocínio Lógico
Ana, Bianca, Camila e Diana estão sentadas, uma ao lado da outra, em uma mesma fila em um teatro, não necessariamente nesta ordem.
Considere as seguintes afirmações:
I- Ana e Bianca não estão sentadas uma ao lado da outra, mas Ana está sentada à direita de Bianca;
II- Camila não está sentada nas extremidades;
III- Ana está sentada à direita de Diana;
IV- Diana está sentada à direita de Camila.
Sabe-se que todas essas afirmações são verdadeiras.
Com base nessas afirmações, a ordem CORRETA em que elas estão sentadas é 
Alternativas
Q3775727 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes afirmações:
I – Em todos os dias em que chove à noite, a rua onde moro amanhece molhada.
II – Ontem à noite não choveu.
Com base nessas duas afirmações, é CORRETO concluir que 
Alternativas
Respostas
1: A
2: A
3: C
4: A
5: D
6: B
7: B
8: C
9: D
10: D
11: C
12: C
13: B
14: C
15: B
16: A
17: B
18: A
19: A
20: A