Questões de Concurso Público Câmara de Altinópolis - SP 2026 para Contador

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Q4015613 Português
TEXTO DE APOIO

O Labirinto da Informação e a Erosão da Pragmática Ética

A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
No primeiro parágrafo, o autor utiliza o termo "hipertrofia" em oposição à "atrofia" para descrever o cenário informacional contemporâneo. A partir da análise da estruturação lógica desse período e do conceito de "fim teleológico absoluto" atribuído à eficiência, depreende-se que:
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Q4015614 Português
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O Labirinto da Informação e a Erosão da Pragmática Ética

A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
Ao discorrer sobre o "ecossistema de urgências" no segundo parágrafo, o autor introduz a metáfora da "miopia de gestão". Considerando o contexto em que a lógica do algoritmo é apresentada como oposta ao ato de "perscrutar as nuances", assinale a alternativa que traduz a implicação ética dessa miopia:
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Q4015615 Português
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O Labirinto da Informação e a Erosão da Pragmática Ética

A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
Analise a articulação entre o segundo e o terceiro parágrafos. É correto afirmar que o autor constrói sua argumentação final utilizando um raciocínio de:
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A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
No terceiro parágrafo, o autor estabelece uma dicotomia entre o "tempo de fermentação" do conhecimento e a "conveniência da opinião pronta". Ao analisar o desfecho desse raciocínio, em que o "intelectual e o técnico são empurrados para as margens", depreende-se que a crítica do texto se volta contra:
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Q4015617 Português
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A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
A tese central defendida no texto converge para a necessidade premente de uma reforma na cultura institucional. De acordo com o fechamento do texto, a "engrenagem perfeita de um sistema vazio de propósito" seria evitada através da:
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Q4015618 Português
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A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
A análise sintática exige a distinção rigorosa entre as unidades de estruturação do pensamento: a FRASE, como enunciado de sentido completo (nominal ou verbal); a ORAÇÃO, como unidade organizada obrigatoriamente em torno de um núcleo verbal; e o PERÍODO, como unidade iniciada por letra maiúscula e encerrada por pontuação final, podendo ser classificado como simples ou composto.
Analise as proposições abaixo sob a ótica da norma-padrão:
I. "Quanta perspicácia e retidão nas decisões do magistrado durante o julgamento!"
II. "Os auditores do tribunal pretendiam analisar detidamente os fluxos de caixa da autarquia."
III. "Houve, devido a inconsistências orçamentárias, sérios entraves ao prosseguimento da licitação."
IV. "O veredito foi proferido, os réus silenciaram e a sessão, por fim, encerrou-se."

Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta e respectiva das estruturas acima: 
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Q4015619 Português
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A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
No processo de subordinação, a análise rigorosa exige a identificação da função sintática que a oração subordinada desempenha em relação à oração principal. As Substantivas integram o sentido da principal; as Adjetivas qualificam um substantivo; e as Adverbiais estabelecem o nexo circunstancial (lógico) do enunciado.
Analise as orações destacadas nas proposições abaixo:
I. Convém ao interesse público que todos os processos de licitação sejam transparentes.
II. Os servidores tinham a convicção de que as novas metas seriam atingidas até o final do ano.
III. O projeto é tão ambicioso que os investidores decidiram triplicar o aporte de capital.
IV. Os cidadãos, que buscam por justiça e celeridade, devem acompanhar os trâmites do processo.

Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta e respectiva das orações em destaque:
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Q4015620 Português
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A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
A correta correlação entre os tempos e modos verbais é condição essencial para a coesão e a precisão semântica de textos formais. O emprego de uma forma verbal deve harmonizar-se com a estrutura do enunciado, respeitando as noções de faticidade (Indicativo), hipótese (Subjuntivo) ou ordem (Imperativo).
Analise as proposições abaixo sob a ótica da normapadrão:
I. Se a auditoria DETIVESSE provas concretas de malversação, o processo seguiria para a corregedoria imediatamente.
II. É necessário que o gestor REVEJA os critérios de alocação de recursos antes que o semestre se encerre.
III. Caso o relator MANTIVESSE sua postura de isenção, a decisão não seria questionada pelas partes interessadas.
IV. Quando os diretores PROPOREM as novas cláusulas contratuais, haverá uma assembleia extraordinária.

Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições com a flexão verbal CORRETA:
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Q4015621 Português
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A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
A grafia correta dos vocábulos na língua portuguesa deve observar as normas estabelecidas pelo Acordo Ortográfico vigente e as orientações do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP).
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente:
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Q4015622 Português
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A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma celeridade digital que não admite hiatos, as instituições — e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a eficiência, outrora um meio operacional, em um fim teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo, e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez menos aptos a converter esse amálgama informativo em conhecimento estruturado e aplicado.

Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da produtividade muitas vezes atua como uma cortina de fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar deveria deter-se para perscrutar as nuances e as contradições intrínsecas à realidade social e jurídica, impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata, contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise reside na submissão acrítica aos seus imperativos de velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a rapidez se torna o único critério de excelência, negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira liderança e a administração pública de alta performance. A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de conectar pontos distantes, resultando em decisões paliativas que atacam sintomas, mas preservam as patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o técnico são empurrados para as margens, enquanto o "operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual como pilares da competência profissional, sob pena de transformarmos nossas instituições em engrenagens perfeitas de um sistema vazio de propósito.
Assinale a alternativa que apresenta a concordância nominal CORRETA, conforme a norma-padrão: 
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Q4015623 Noções de Informática
Em uma planilha do Microsoft Excel (versão em português), um usuário deseja calcular rapidamente a média aritmética simples de um conjunto de valores numéricos localizados nas células A1, A2 e A3. Para que o software processe corretamente essa operação utilizando uma função nativa, a sintaxe adequada deve ser: 
Alternativas
Q4015624 Noções de Informática
Durante a edição de um documento oficial no Microsoft Word (versão em português), a aplicação de formatação de destaque é uma tarefa recorrente. Para que um docente aplique o estilo Negrito a um trecho de texto previamente selecionado, utilizando exclusivamente o teclado, deve acionar a combinação de teclas:
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Q4015625 Noções de Informática
A rede mundial de computadores baseia-se em diversos processos de transferência de dados entre servidores e clientes. Quando um usuário transfere um arquivo (como um edital de concurso ou uma imagem) de um servidor remoto para o seu computador local, este procedimento técnico é corretamente denominado: 
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Q4015626 Noções de Informática
No ambiente operacional Windows 10, a interface gráfica padrão oferece um elemento horizontal (geralmente localizado na parte inferior da tela) que exibe os aplicativos que estão em execução, além do botão Iniciar e da área de notificação. Esse elemento fundamental é denominado: 
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Q4015627 Noções de Informática
Ao organizar seus arquivos no Windows 10, um usuário decide excluir um documento. Caso ele deseje que o arquivo seja removido permanentemente do computador, sem ser enviado para a Lixeira, ele deve utilizar a seguinte combinação de comandos: 
Alternativas
Q4015628 Sistemas Operacionais
No Windows 10, a organização de arquivos em pastas segue regras específicas de nomenclatura impostas pelo sistema de arquivos. Ao tentar renomear uma pasta, o usuário será impedido pelo sistema caso tente utilizar um dos seguintes caracteres reservados: 
Alternativas
Q4015629 Noções de Informática
Para aumentar a produtividade durante o uso do Windows 10, é comum o uso de atalhos que permitem alternar rapidamente entre as janelas de diferentes aplicativos que já estão abertos e em execução. A combinação de teclas padrão para essa finalidade é: 
Alternativas
Q4015630 Noções de Informática
Ao redigir uma mensagem de e-mail profissional, um docente deseja enviar o conteúdo para vários destinatários, de modo que nenhum deles consiga visualizar o endereço eletrônico dos demais na lista de recebimento. Para garantir essa privacidade, os endereços devem ser inseridos no campo: 
Alternativas
Q4015631 Noções de Informática
Ao realizar compras online ou acessar portais governamentais, o usuário deve verificar a presença de um protocolo que garante que a comunicação entre o seu computador e o servidor do site seja criptografada e segura. Esse protocolo é identificado na barra de endereços do navegador como: 
Alternativas
Q4015632 Noções de Informática
Determinadas instituições públicas utilizam uma infraestrutura de rede que, embora utilize as mesmas tecnologias da Internet (como o protocolo TCP/IP), é de acesso restrito aos seus próprios funcionários e colaboradores autorizados. Essa rede privada interna é denominada: 
Alternativas
Respostas
1: A
2: B
3: A
4: D
5: C
6: A
7: A
8: D
9: C
10: B
11: A
12: D
13: D
14: B
15: B
16: C
17: D
18: A
19: B
20: A