Questões de Concurso Público Prefeitura de Riachão do Jacuípe - BA 2026 para Professor de Séries Iniciais

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Q4350403 Português
Texto: 

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BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. Adaptado.
No texto, o consumo é apresentado como prática social que
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Q4350404 Português
Texto: 

Captura_de tela 2026-10-01 182408.png (307×596)

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. Adaptado.
No contexto do texto, a expressão “fragmentação da identidade” refere-se à 
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Q4350406 Português
Em qualquer sociedade, os falantes ajustam sua maneira de utilizar a língua conforme a situação de comunicação, o tema abordado, o interlocutor e os objetivos da interação. Essa capacidade de adaptar a linguagem não significa abandonar a identidade linguística, mas ampliar os recursos expressivos para atender às diferentes demandas comunicativas. Assim, a convivência entre variedades linguísticas revela que a língua é dinâmica, heterogênea e socialmente compartilhada, permitindo ao falante selecionar registros mais ou menos formais de acordo com o contexto em que se encontra.

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 39. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019. Adaptado.

A leitura do texto permite inferir que o domínio da norma-padrão constitui apenas uma das competências linguísticas socialmente relevantes porque a comunicação eficaz depende também da capacidade de
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Q4350407 Português
Analise o fragmento a seguir:

“Só as pessoas superficiais não julgam pelas aparências. O verdadeiro mistério do mundo é o visível, não o invisível.”

WILDE, Oscar. O retrato de Dorian Gray. São Paulo: Penguin-Companhia, 2012.

A formulação paradoxal presente no fragmento produz um efeito crítico ao
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Q4350408 Português
Texto:


— O senhor não tem relógio?

— Não.

— E como faz para saber as horas?

— Não sei.

— Mas precisa saber as horas!

— Para quê?

— Para não se atrasar!

— Eu nunca me atraso.

— Como não?

— Chego sempre na hora que quero.


SABINO, Fernando. O homem nu. Rio de Janeiro: Record, 1997. Adaptado.
No diálogo, a fala “Chego sempre na hora que quero” rompe com a expectativa do interlocutor ao apresentar o desejo individual como referência para a chegada.

Em uma reformulação que preserve esse sentido, está de acordo com a norma-padrão a seguinte construção:
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Q4350409 Português
Texto:


— O senhor não tem relógio?

— Não.

— E como faz para saber as horas?

— Não sei.

— Mas precisa saber as horas!

— Para quê?

— Para não se atrasar!

— Eu nunca me atraso.

— Como não?

— Chego sempre na hora que quero.


SABINO, Fernando. O homem nu. Rio de Janeiro: Record, 1997. Adaptado.
No desenvolvimento do diálogo, a pergunta “Como não?” revela que o interlocutor interpreta a afirmação “Eu nunca me atraso” a partir de um pressuposto diferente daquele adotado pelo personagem.

Esse desencontro de interpretações decorre do fato de que
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Respostas
1: D
2: B
3: B
4: A
5: C
6: E