Questões de Concurso Público FIOCRUZ 2024 para Tecnologista em Saúde Pública - Clínica, cirurgia, criação e experimentação de primatas não humanos
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I. Um determinado agente infeccioso pode ser eliminado por via natural ou artificial. Exemplos de eliminação natural são as excreções do agente pela urina, saliva e fezes ou por meio de lesões na pele. Entre os exemplos de mecanismos de escape artificial, podemos destacar: biópsia, coleta de sangue, tecidos e fluidos corpóreos, necropsia e instrumental cirúrgico contaminado. Assim, quando um patógeno estiver sendo usado em ambientes de experimentação, deve-se assegurar que todas as providências requeridas e necessidades especiais de entrada sejam efetivadas ou estejam disponíveis, tais como vacinação e EPI.
II. As pessoas que trabalham em um biotério de primatas sempre devem receber imunização apropriada quando uma vacina estiver disponível. Outra questão sanitária importante é que devem ser realizadas avaliações sorológicas periódicas dessas pessoas. Exames coproparasitológicos periódicos são fundamentais para monitorar possíveis riscos de infecção entre animais e tratadores.
III. Em um biotério de primatas não humanos, todos os funcionários da instituição (que manejem ou não animais) devem receber treinamento apropriado em riscos associados ao trabalho. Aprender sobre as precauções para prevenir exposições aos riscos são fundamentos necessários a todos os trabalhadores, visando salvaguardar o controle sanitário institucional. Anualmente, todos devem reforçar do treinamento ou receber treino adicional, sempre que houver mudanças de procedimentos técnicos e operacionais.
IV. Preocupação sanitária adicional deve ser observada com materiais e utensílios contaminados (agulhas, seringas, lâminas, pipetas, tubos capilares). As agulhas, seringas ou outros utensílios perfurocortantes devem ser restritos às áreas de animais, para uso somente quando não houver alternativa. Sempre que possível, tubos plásticos devem ser usados em substituição aos de vidro. Depois de descartadas, as agulhas descartáveis nunca devem ser dobradas, cortadas, quebradas, reencapadas ou removidas de seringas descartáveis, com as mãos. Elas devem ser cuidadosamente colocadas em um recipiente resistente a perfurações usado para materiais descartáveis. Utensílios não descartáveis são obrigatoriamente colocados em recipientes de paredes espessas para transporte à área de descontaminação.
Das afirmativas acima: