Questões de Concurso Público TJ-RJ 2026 para Analista Judiciário - Assistencial - Psicólogo

Foram encontradas 23 questões

Q3870074 Psicologia
A violência de gênero frequentemente manifesta-se de forma dissimulada, e sua compreensão adequada exige sensibilidade e conhecimento teórico, técnico e ético por parte do profissional de psicologia.
Portanto, o reconhecimento da violência de gênero no trabalho cotidiano do profissional de psicologia permite:
Alternativas
Q3870075 Psicologia
Elisa, 35 anos, negra, casada, mãe de três filhos, com ensino superior completo, trabalhava como caixa de um banco privado, mas está desempregada. Atualmente é atendida na Clínica da Família de seu território pela médica de família e comunidade e por uma profissional de saúde mental do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial). Elisa está chorando, relatando as situações de violência que sofre, perpetradas pelo marido com quem vive há quatro anos, que é o pai de seu filho mais novo. A médica de família solicitou esse atendimento conjunto, matriciamento, após perceber hematomas (manchas roxas) pelo corpo de Elisa em mais de uma consulta, sem alterações laboratoriais que as justificassem. Durante o atendimento, as profissionais de saúde perceberam que, além de chorar muito, Elisa se queixou de dor de cabeça e dores de estômago, queixas que ela tinha apresentado em consultas anteriores, quando ainda não tinha falado sobre a situação de violência que vivia. Elisa mantinha o cuidado dos filhos e dizia dormir bem, fora as noites em que o marido a agredia. Disse querer mudar de vida e que queria ajuda, mas pontuou que isso era difícil, pois dependia financeiramente do marido.
Além de sofrer violência de gênero, Elisa apresenta também um quadro de:
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Q3870085 Psicologia
Luiza, psicóloga no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, foi designada para atuar como entrevistadora forense em uma audiência de depoimento especial. Assim sendo, a referida servidora, na qualidade de entrevistadora, entrou em contato com a criança na sala de escuta, ainda com os equipamentos de áudio e vídeo desligados. Nesse momento, Luiza buscou criar uma atmosfera satisfatória para o início do depoimento, procurando conhecer a linguagem e a capacidade narrativa da criança depoente, por meio de perguntas abertas não relacionadas ao objeto do depoimento, de modo a engajá-la para o início do procedimento.
Nesse cenário, considerando as disposições do Ato Normativo Conjunto TJ/CGJ nº 35/2019, que institui o Protocolo de Depoimento Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, é correto afirmar que a conduta de Luiza materializa a seguinte fase do depoimento especial:
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Respostas
4: E
5: A
6: D