Paciente de 32 anos é admitido no pronto-socorro após colisão
automobilística de alto impacto. À chegada, apresenta pressão
arterial de 78x50 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm e
abdome distendido e doloroso à palpação. É iniciada
ressuscitação volêmica, sem melhora hemodinâmica sustentada
(o paciente responde transitoriamente, mas retorna à
instabilidade em poucos minutos). É realizado exame FAST
(Focused Assessment with Sonography in Trauma), que evidencia
líquido livre significativo na topografia hepatorrenal (espaço de
Morrison).
Diante desse cenário, a conduta mais apropriada é