Questões de Concurso Público EBSERH 2025 para Ano Adicional - Gastroenterologia R3 com Ênfase em Doenças do Fígado
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Assinale a opção, entre as abaixo, mais compatível com esse diagnóstico.
Em relação à sua epidemiologia, à patogenicidade e ao tratamento segundo os consensos de Maastrich VI e Kyoto, assinale a afirmativa correta.
A classificação de Forrest para esse paciente é
O seguinte diagnóstico é o mais provável para o caso:
Ao exame, se encontra ictérico +/4, fígado palpado a 2 cm abaixo do RCD, sem ascite ou esplenomegalia. HBsAg positivo, HBeAg negativo, anti-HBe positivo, anti-HBc IgG positivo, anti-HBcIgM negativo, HBV DNA 107 UI/l TGO 150 U/l TGP 120 U/l.
A melhor opção para o quadro do paciente é
O exame anatomopatológico da peça cirúrgica revela um adenocarcinoma que invade a serosa, mas não perfura o peritônio visceral. Foram identificados linfonodos metastáticos em 3 dos 15 linfonodos regionais ressecados. Não há evidência de metástases a distância nos exames de imagem pré-operatórios e nem durante o intraoperatório.
Com base nesses achados, a classificação TNM e o estádio tumoral do paciente são:
No momento, encontra-se assintomática e com exames laboratoriais normais, a se incluir uma dosagem de calprotectina fecal de 25 mcg/g (valor de referência < 50 mcg/g). Ultrassonografia abdominal normal. Nega tabagismo e etilismo. Nega história familiar de câncer colorretal. Realiza colonoscopia a pedido de seu médico assistente, que foi completa, até o íleo distal, com preparo intestinal adequado (Escala de Boston: 9), apresentando remissão endoscópica (subescore endoscópico de Mayo: 0).
Exame histopatológico dos segmentos examinados apresenta apenas atividade inflamatória leve em reto, inespecífica, sem sinais de displasia ou outras informações pertinentes. Demais segmentos com análise histopatológica normal.
Baseado nessas informações, conforme os guidelines da European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO), o tempo adequado de repetição do exame para essa paciente é de
A manometria esofágica de alta resolução revela aperistalse no corpo do esôfago e relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior (EEI). A radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno evidencia uma grande dilatação esofágica, com calibre superior igual a 8 cm e sem tortuosidades.
Com base no quadro clínico e nos achados radiológicos, a classificação de Rezende para o caso descrito é
Diante do caso clínico apresentado, a melhor opção terapêutica para essa paciente, entre as listadas a seguir, é
O exame revela a presença de múltiplos divertículos (mais de 15) no cólon sigmoide, descendente, transverso e ascendente. Além disso, o endoscopista descreve espasticidade em cólon sigmoide, associada a eritema e edema na mucosa adjacente de alguns óstios diverticulares. Também se observam algumas áreas de erosão esparsas. Não há sinais de sangramento ativo, perfuração ou fístulas.
Com base nesses achados e na Classificação DICA (Diverticular Inflammation and Complication Assessment), o estadiamento correto para essa paciente é
Esse exame demonstrou ainda que a junção escamocolunar (JEC) se localizava 30 mm acima do pinçamento diafragmático. Na época, fez uso de ranitidina 300 mg duas vezes ao dia por 60 dias e elevação de cabeceira da cama com melhora sintomática. Uma nova endoscopia alta demonstrou, além dos achados anteriores, a presença de anel esofageano próximo JEC.
Baseado nos dados fornecidos, assinale a afirmativa correta.
Ao exame: paciente hipocorada +/4, eupneica, presença de telangectasias na face e discreta microstomia. Havia edema das mãos e alterações da pigmentação da pele (lesões tipo vitiligo). Uma endoscopia realizada há 3 meses demonstrou erosões confluentes a partir do 1/3 distral do esôfago com discreta redução da luz do órgão. A paciente começou a fazer uso de ranitidina com melhora temporária do seu quadro clínico.
Assinale a opção que seria mais compatível com a manometria esofagena desse paciente.
Após as medidas iniciais de estabilização cardiorrespiratória, foi submetido a endoscopia digestiva alta que revelou a presença de varizes esofágicas azuladas, com sinal da cor vermelha presente e em grande número, de grosso calibre maior que 1/3 da luz, tortuosas, a partir de terço proximal, sem esofagite e com varizes gástricas em cárdia.
Segundo a Sociedade Japonesa de Pesquisa em hipertensão portal, a classificação mais apropriada para as varizes quanto à cor e forma seria
Baseado nos dados fornecidos e na principal hipótese diagnóstica, a melhor abordagem diagnóstica é
A conduta inicial mais adequada é
– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.
Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
Exames laboratoriais mostram:
– leptina sérica elevada; – grelina plasmática aumentada; – resistência à insulina leve; – perfil lipídico com triglicerídeos discretamente elevados.
Considerando o caso descrito, assinale a opção que melhor explica a interação entre os hormônios reguladores do apetite e a qualidade do sono do paciente.