Questões de Concurso Público AgSUS 2025 para Analista de Gestão Comunicação Social
Foram encontradas 10 questões
“Foi o acadêmico italiano Mauro Wolf que apontou que os valoresnotícia estão presentes ao longo de todo o processo de produção jornalística, ou seja, no processo de seleção dos acontecimentos e no processo de elaboração da notícia, isto é, no processo de construção da notícia. Assim, Wolf estabeleceu a distinção entre os valores-notícia de seleção e os valores-notícia de construção.” (TRAQUINA, 2013:75)
São, nessa perspectiva, valores-notícia de construção
“Na sua aplicação ao jornalismo, Broussard et al. (2019) definem a Inteligência Artificial como uma tecnologia capaz de processar uma grande quantidade de dados, que pode aprender padrões, imitar o raciocínio e identificar caminhos para se tornar num agente de conversação, escrever automaticamente ou indicar tendências. Por isso, o uso da IA no jornalismo pode acontecer em vários momentos do processo, desde a detecção de tendências informativas que podem ser objeto de notícia (Steiner, 2014), à produção automática de textos (Lokot e Diakopoulos 2016; Ufarte Ruiz e Manfredi Sánchez, 2019), à personalização da distribuição de informação (Gamperl, 2021) e à luta contra a desinformação (Manfredi Sánchez & Ufarte Ruiz, 2020)” (CANAVILHAS, 2023: 130)
Quanto à personalização da distribuição de informação, a Inteligência Artificial pode ser usada para
• Revista semanal de grande circulação, lançada no Rio de Janeiro (RJ), em 1952, tendo circulado regularmente até 2000.
• Publicação que se estabeleceu como principal concorrente da então extremamente bem-sucedida revista O Cruzeiro, dos Diários Associados, de Assis Chateaubriand, a qual viria a superar.
• Semanário de jornalismo fortemente calcado na imagem que teve colaboradores como Carlos Drummond de Andrade, Sérgio Porto, Rubem Braga, Joel Silveira e Manuel Bandeira.
Neste ano, 25 anos depois de deixar de circular regularmente, a publicação descrita acima voltou ao mercado com “características modernas na forma de apresentar o conteúdo. Somos um produto multiplataforma. Você pode ler a revista impressa ou assistir ao conteúdo pelo YouTube, site, redes sociais e TV”, conforme seu site oficial.
A publicação a que o texto se refere é a revista
“O USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO JORNALISMO
( ) O desenvolvimento das diversas vertentes de IA amplia a capacidade de processamento e de geração de informação (como textos, vídeos, áudios, infográficos, sites e outros formatos de conteúdo) e tem grande potencial disruptivo, mas não altera os valores que norteiam o exercício do jornalismo profissional. O Grupo Globo adota a inteligência artificial como meio para aprimorar a qualidade do jornalismo, mantendo o compromisso com a isenção, correção e agilidade manifestado neste documento. Os jornalistas são encorajados a testar e adotar ferramentas de IA que auxiliem nos processos de apuração, produção e distribuição, respeitando as orientações aqui expostas”.
Essas orientações se baseiam em:
1. Transparência e supervisão humana.
2. Apuração, produção e distribuição de jornalismo com auxílio de IA.
3. Direitos autorais e governança. Seguindo os preceitos de boa parte dos veículos jornalísticos, quanto ao primeiro item das orientações, o Grupo Globo indica que
“Pacientes quebraram portas e derrubaram equipamentos, na noite deste domingo (27), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) I de Ceilândia, no Distrito Federal. De acordo com testemunhas, a falta de atendimento causou a confusão”.
Assinale a opção que contém a nova redação do lide, ao destacar intencionalmente o “onde”
A imagem ilustra o que Vera Iris Paternostro define como “gravação feita pelo repórter no local do acontecimento, com informações, para ser usada no meio da matéria. (...) reforça a presença do repórter no assunto que ele está cobrindo e, portanto, deve ser gravada no desenrolar do acontecimento” (PATERNOSTRO, 1987, p.147).
Considerada por muitos como a “assinatura” do repórter, esse momento da reportagem televisiva é conhecido no jargão jornalístico como
As estruturas reticulares
I. Ao expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, o jornalista deve tomar cuidado para que a identificação das vítimas por voz, traços físicos ou quaisquer outras informações seja apenas parcial.
II. Informações obtidas com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos só poderão ser divulgadas em caso de incontestável interesse público e quando todas as outras possibilidades de apuração tiverem sido esgotadas.
III. Mesmo que não tenha participado da produção, o jornalista deve assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos veiculados pela empresa em que trabalha.
Está correto o que se afirma em
Concebido originalmente como "Eleição Transparente", em 2014, esse projeto da Abraji chama-se