Questões de Concurso Público EBSERH 2024 para Pré-Requisito - Cirurgia Vascular
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Durante o pneumoperitônio para realização de cirurgias por acesso videolaparoscópico, algumas alterações hemodinâmicas podem ocorrer no paciente.
Em relação a essas alterações, é correto afirmar que:
Um paciente de 73 anos, assintomática, realizou tomografia de abdômen com contraste que mostrou lesão de 2 cm em cabeça do pâncreas de aspecto “em favo de mel”. Foi solicitada ultrassonografia endoscópica com punção por agulha fina, cuja análise do aspirado mostrou CEA: 100 ng/mL e amilase de 90 UI/L.
A melhor conduta neste momento é:
Um paciente de 62 anos, queixando-se de dor em andar superior do abdômen, realizou tomografia com contraste que mostrou lesão de 3 cm entre o corpo e a cabeça do pâncreas, com envolvimento de segmento (1 cm) da veia mesentérica superior (90° anterolateral). O exame não mostrou metástases nodais e à distância. Foi realizada ultrassonografia endoscópica com punção da lesão pancreática via transgástrica, cuja citologia foi de adenocarcinoma ductal, com presença de células em “anel de sinete”.
A próxima conduta nesse caso é:
Um paciente de 52 anos, com sintomas dispépticos, realizou endoscopia digestiva alta, que mostrou lesão ulcerada de 3 cm em grande curvatura na transição do fundo para o corpo gástrico. A gastrina sérica estava normal. A biópsia revelou se tratar de tumor neuroendócrino G2, índice mitótico de 15 e índice Ki-67 de 25%. O estadiamento por USG endoscópico e a TC de abdômen mostraram invasão até a muscular própria, sem evidências de metástases linfonodais e à distância.
A conduta mais apropriada é:
Uma paciente de 35 anos submeteu-se a ultrassonografia de rotina, que encontrou nódulo em suprarrenal esquerda. Realizou tomografia computadorizada de abdômen com contraste que mostrou nódulo sólido de 5 cm em adrenal esquerda, com densidade de 20 UH e washout de 30%. Dosagem de metanefrinas, teste de supressão de cortisol e aldosterona/atividade plasmática de renina estavam todas normais.
A melhor conduta nesse caso é:
Uma paciente de 56 anos foi submetida a colecistectomia eletiva por doença calculosa biliar. Após 15 dias, saiu o resultado do exame histopatológico mostrando adenocarcinoma de vesícula, com extensão até o tecido conectivo perimuscular, sem invasão da camada serosa.
Não havendo, no estadiamento clínico, evidência de metástases à distância, a melhor proposta terapêutica é:
Uma paciente de 60 anos apresentou lesão de 1,5 cm em pele perianal, cuja biópsia mostrou carcinoma epidermoide. A ultrassonografia endoanal e a ressonância magnética não mostraram metástases linfonodais e/ou à distância. Também não há evidências de invasão do complexo esfincteriano, bem como de estruturas adjacentes.
Nesse caso, a conduta mais apropriada é:
Um paciente 47 anos realizou endoscopia digestiva alta, que mostrou lesão ulcerada e antro de cerca de 2 cm, com bordos elevados. A biópsia mostrou se tratar de um linfoma do tipo MALT de baixo grau e presença de H. pylori. A tomografia de abdômen não evidenciou metástases a distância nem linfonodos acometidos.
A próxima conduta terapêutica é:
Uma paciente de 60 anos com IMC = 45 kg/m2 chega ao pronto-socorro com abaulamento na região da virilha e clínica de obstrução intestinal alta. É realizada inguinotomia exploradora, que evidencia hérnia femoral encarcerada, não sendo possível a sua redução.
A estrutura que deve ser seccionada para a redução do conteúdo herniário através do canal femoral é o(a):
Um paciente de 35 anos com IMC = 26 kg/m2 apresenta lesão por arma branca em região anterior do abdômen, 7 cm acima e à esquerda da cicatriz umbilical, de cerca de 2 cm de diâmetro. Apresenta-se hemodinamicamente estável, e o exame físico do abdômen é normal.
A próxima conduta a ser tomada nesse caso é:
Um paciente de 38 anos, submetido a laparotomia xifopubiana por trauma penetrante há cerca de 8 anos, apresenta hérnia incisional mediana suprapúbica de cerca de 15 cm (longitudinal) por 5 cm (transverso).
Dentre as técnicas de reparo herniário, a mais indicada é:
Existem importantes marcos anatômicos durante a correção cirúrgica de uma hérnia da região da virilha pelo acesso minimamente invasivo por via transperitoneal (TAPP).
Sobre esses marcos, é correto afirmar que:
Um paciente de 70 anos apresenta quadro de pancreatite aguda grave. Nota-se, além de distensão abdominal, a presença de equimose na região periumbilical.
O nome desse sinal semiológico é sinal de:
Um paciente de 40 anos está internado em unidade de terapia intensiva, em estado grave, há 15 dias devido a sepse de origem pulmonar. A despeito de doses altas de aminas vasoativas, mantém PAM de 60 mmHg e FC de 112 bpm (ritmo regular). Há 24 horas evoluiu com piora significativa do quadro clínico, com distensão abdominal e hipertimpanismo. Ao toque retal, evidenciou-se presença de moderada quantidade de muco e sangue.
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é:
Um paciente de 57 anos, apresentando disfagia e desnutrição, realizou exame contrastado que evidenciou esôfago dilatado (5 cm) com afilamento na junção esôfago-gástrica tipo “bico de pássaro”.
A conduta mais indicada nesse caso é:
Um paciente, vítima de queda de laje, chega ao pronto-socorro com agitação psicomotora, taquipneia, cianose e turgência de veias jugulares. A PA está inaudível. Ao exame do tórax, verifica-se hipertimpanismo e murmúrio vesicular abolido em hemitórax direito.
Após a avaliação das vias aéreas e proteção da coluna cervical, a próxima conduta a ser tomada nesse caso é:
Um paciente de 17 anos chega ao pronto-socorro com dor em hipocôndrio esquerdo após queda de bicicleta há cerca de 6 horas. Ao exame, está hipocorado +/4, com PA: 120 x 80 mmHg e FC: 88 bpm. Realiza tomografia computadorizada de abdômen, que mostra presença de pouca a moderada quantidade de líquido em hipocôndrio esquerdo com laceração grau III, em baço, sem extravasamento (blush) de contraste arterial. Apresenta hematócrito de 30% e hemoglobina de 9,5 mg/dL.
A melhor conduta nesse caso é:
A obstrução de vias aéreas em politraumatizados pode ter curso fatal em questão de minutos, e, por esse motivo, sua avaliação é primordial segundo o Suporte Avançado de Vida no Trauma.
Sobre o manejo das vias aéreas no trauma, é correto afirmar que:
Uma paciente de 59 anos, diabética, hipertensa e dislipidêmica, em uso de metformina, rosuvastatina e captopril, relata também uso de escitalopram e clonazepam para tratamento de transtorno de ansiedade. Encontra-se em pré-operatório de colecistectomia eletiva.
A medicação de uso regular da paciente que deve ser suspensa em até 48 horas do procedimento é: