Questões de Concurso Público EBSERH 2024 para Área de Atuação - Cirurgia Crânio-Maxilo-Facial
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Diante do exposto, o quadro clínico sugere:
Um paciente de 45 anos compareceu a consulta otorrinolaringológica devido ao aparecimento de lesão no assoalho da boca. Negava tabagismo. Ao exame, constataram-se a presença de lesão cística de consistência amolecida no assoalho bucal à esquerda e ausência de linfonodomegalia cervical.
Frente ao quadro descrito acima, a principal hipótese diagnóstica é:
Um paciente de 73 anos, branco, comparece à consulta com um otorrinolaringologista queixando-se de lesão no lábio inferior há cerca de 5 meses. Relata que a lesão não cicatrizou mesmo com o uso de pomadas
Ao exame, o médico identificou a presença de lesão ulcerada, endurecida, no lábio inferior, com cerca de 2 cm, e a ausência de linfonodomegalia cervical. Foi realizada a exérese completa da lesão e enviada a peça cirúrgica para exame histopatológico.
O resultado mais provável desse exame é:
Nesse caso, o tratamento recomendado é:
Um paciente de 55 anos, diabético e com insuficiência renal crônica, chega à emergência com quadro de febre, prostração, toxemia e hiperemia acentuada em região submandibular. Tem história de infecção dentária no molar inferior, sem tratamento adequado devido a dificuldades financeiras. Ao exame, verifica-se a presença de abaulamento em região submandibular com hiperemia acentuada e calor local.
O quadro descrito acima é compatível com:
Um paciente de 72 anos, tabagista desde os 30 anos (1 maço/dia), faz exame de videolaringoscopia, que evidencia lesão infiltrativa em toda a prega vocal esquerda. Há ausência de linfonodomegalia cervical e de metástase à distância.
De acordo com o descrito acima, o estágio desse paciente é
Um paciente de 50 anos foi encaminhado ao otorrinolaringologista para a realização de uma videoendoscopia da deglutição devido a uma queixa de disfagia para alimentos sólidos e líquidos, tosse e engasgos.
O exame de videoendoscopia da deglutição revelou sensibilidade laríngea diminuída, escape precoce, estase de material ofertado em seios piriformes, sem limpeza eficaz com deglutições subsequentes e com presença de aspiração e penetração laríngea.
O laudo desse exame é compatível com:
Uma criança comparece a uma consulta médica apresentando craniossinostose bicoronal, proptose ocular, hipoplasia do terço médio da face e sindactilia simétrica de mãos e pés. O exame da cavidade oral apresenta má oclusão dentária tipo III de Angle, palato ogival e fissura palatina. O exame diagnóstico evidencia uma mutação do gene FGFR2 (receptor 2 do fator de crescimento dos fibroblatos)
Com base nos dados apresentados, o diagnóstico mais provável é:
Um recém-nascido com fissura labiopalatina foi encaminhado para avaliação crâniomaxilofacial logo após a alta hospitalar da maternidade. Os pais estavam muito ansiosos e necessitavam de orientação quanto à correção cirúrgica.
Ao exame, confirma-se que o recém-nascido de 3 dias de vida e com 2,1 kg apresentava uma fissura labiopalatina.
A cirurgia deve ser conduzida da seguinte forma:
Um menino de 2 anos compareceu a uma consulta com o otorrinolaringologista para esclarecimento diagnóstico. Possui hipoplasia mandibular e do complexo zigomaticomalar, além de malformação de orelha externa (microtia), olhos com inclinação para baixo e fissuras palatinas.
O quadro clínico descrito é compatível com:
Um paciente de 35 anos, vítima de agressão física (soco), sofreu trauma facial. Foi encaminhado ao serviço de emergência e avaliado por um cirurgião craniomaxilofacial.
Ao exame físico, apresentava edema em terço inferior da face, dor intensa, salivação abundante, dificuldade de deglutição, alteração da mordida e impossibilidade de abrir ou fechar a boca. Apresentava, também, parestesia de lábio inferior.
Com base no descrito acima, há que se suspeitar de fratura:
Um paciente de 45 anos, com paralisia facial periférica à direita, compareceu a consulta otorrinolaringológica para avaliação. Ao exame, apresentou teste de Schirmer normal, ausência de reflexo estapédico e alteração da gustação à direita.
Com relação ao topodiagnóstico, a lesão do nervo facial está localizada:
Um paciente de 45 anos comparece à consulta com um otorrinolaringologista com queixa de obstrução nasal à esquerda. Ao exame, constata-se a presença de um abaulamento liso na região do assoalho nasal esquerdo próximo à cartilagem alar nasal. A tomografia computadorizada de face evidencia lesão arredondada cística, bem delimitada na região nasal.
Diante do apresentado, o diagnóstico mais provável é:
Um adolescente de 12 anos, com queixa de obstrução nasal à direita, sem queixa de epistaxe, faz uma endoscopia nasal, que evidenciou um pólipo na região do óstio do maxilar direito que se estende para o cavum, ocasionando obstrução total de nasofaringe. A tomografia computadorizada de cavidades paranasais revelou um material com densidade de partes moles ocupando o seio maxilar direito, levando ao alargamento do complexo osteomeatal e estendendo-se para cavidade nasal e cavum.
Com base na anamnese e nos exames descritos acima, a principal hipótese para esse caso é:
Um paciente de 30 anos compareceu à consulta médica relatando ter notado uma lesão na boca, indolor, na região da úvula. Ao exame, verificou-se a presença de lesão verrucosa na úvula, mas o restante da cavidade oral estava sem anormalidade. Identificou-se ausência de linfonodomegalias.
Com base na anamnese e no exame físico, a hipótese diagnóstica é:
Um paciente de 4 anos realizou cirurgia para correção de fissura palatina aos 2 anos, mas a mãe relata que a criança tem hipernasalidade na fala e alteração da deglutição.
A principal hipótese para esse caso é:
Uma paciente de 55 anos comparece à consulta médica com queixa de sensação de queimação na boca e língua que surgiu após o início da menopausa. Relata ser muito ansiosa e sentir a boca muito ressecada. Ao exame, verifica-se a ausência de lesões na língua ou na mucosa oral, cuja coloração é normal.
Diante do exposto, a principal hipótese diagnóstica é:
Um paciente de 50 anos apresenta história de intubação orotraqueal prolongada devido a insuficiência respiratória causada por covid há 3 meses. Logo após melhora do quadro clínico, teve alta e notou disfonia, que não regrediu.
Ao exame de videolaringoscopia, foi evidenciada uma lesão lisa, arredondada, no terço posterior da prega vocal direita, próxima ao processo vocal da aritenoide direita. A mobilidade laríngea foi preservada.
Diante dessa história clínica e da videolaringoscopia, a principal hipótese diagnóstica é:
Um paciente de 40 anos, com história de aumento de volume em região cervical anterior há cerca de 1 ano, de forma lenta e gradual, comparece ao otorrinolaringologista. Nega disfagia, disfonia e também tabagismo.
Ao exame, verificam-se o aumento do volume da tireoide, não sendo palpável nenhum nódulo, e ausência de linfonodomegalia cervical.
De acordo com o descrito acima, a principal hipótese diagnóstica para o caso é:
Uma paciente de 65 anos apresenta aumento do volume da tireoide, com invasão torácica parcial, ocasionando disfagia, dispneia e cansaço. A radiografia de tórax evidencia uma massa na região superior de mediastino.
Diante do exposto, a principal hipótese diagnóstica para esse caso é: