Questões de Concurso Público EBSERH 2024 para Área de Atuação - Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular
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Um paciente de 32 anos, jogador de futebol, foi alvejado com dois projetis de arma de fogo (PAF) durante assalto. Deu entrada na sala de trauma, sendo realizada abordagem XABCDE. Foi identificado um orifício de entrada com sangramento abundante no terço médio da coxa direita, que contido por compressão manual seguida de torniquete com orifício de saída no mesmo terço médio. Encontra-se outro orifício de entrada no hemitórax direito anterior e saída posterior no terço superior. Identificaramse murmúrio vesicular ausente e drenagem em selo d’água com saída de 530 ml de sangue sem continuidade do sangramento.
O paciente encontrava-se torporoso com PA 70x40mmHg FC 128 FR 35irm. O exame do membro inferior direito com a retirada do torniquete deu retorno ao sangramento abundante e não havia pulsos poplíteo e distais. Mesmo após expansão rápida de volume com 1000ml de cristaloide, o quadro clínico não se alterou.
Nesse momento, a conduta correta é:
Paciente de 66 anos de idade, sexo masculino, sedentário, obeso, portador de dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e diabete melito tipo II, apresenta queixa de dor incapacitante em musculatura de panturrilhas após deambulação de cerca de 200 metros no plano.
A conduta mais eficaz para aumento da distância de marcha no paciente portador de claudicação intermitente é:
Uma paciente de 35 anos de idade, em uso de contraceptivo oral combinado iniciado há dois meses, chega ao pronto atendimento com queixa de dor e edema de membro inferior esquerdo, associados a febre e calafrios. O médico plantonista, por suspeita de trombose venosa profunda (TVP), aplica o escore de Wells, que dá de baixa probabilidade diagnóstica.
O exame complementar que deve ser solicitado para descartar definitivamente o diagnóstico de TVP é o(a):
Uma paciente 36 anos de idade comparece ao consultório para revisão de cirurgia convencional de varizes (safenectomia bilateral) realizada há sete dias. Sua única queixa é de sensação de formigamento e perda da sensibilidade tátil na face medial do pé esquerdo.
Esses sintomas provavelmente foram causados durante a cirurgia por lesão do nervo:
Um paciente de 27 anos de idade, submetido a ablação de veia safena magna por endolaser há três dias, apresenta, no ecodoppler de controle, imagem compatível com trombose induzida por calor endovenoso (EHIT) do tipo II da classificação de Kabnick.
A melhor conduta nesses casos é:
Um paciente de 45 anos de idade, em pré-operatório de varizes de membros inferiores, apresentou, na telerradiografia de tórax (PA e perfil), imagem compatível com dilatação do arco aórtico, escoliose e pectus excavatum.
Nesse paciente é importante observar outros estigmas clínicos que possam sugerir a síndrome de:
Um paciente de 28 anos de idade encontra-se em investigação para aneurisma de aorta abdominal assintomático, descoberto durante exame médico de rotina. Na anamnese o paciente refere úlceras orais dolorosas de repetição e um episódio de úlcera genital.
Diante desses fatos, deve-se investigar o diagnóstico de:
Um paciente de 75 anos de idade, portador de hipertensão arterial sistêmica, diabete melito tipo II e dislipidemia, apresenta queixa de claudicação intermitente incapacitante de panturrilha direita. Durante a investigação, foi solicitado ecodoppler colorido arterial de membros inferiores, que demonstrou oclusão femoropoplítea direita, sem acometimento distal importante. Diante desses fatos, o médico assistente decidiu solicitar uma angiotomografia com contraste para programação de revascularização.
Para realização desse exame nesse perfil de paciente, devido ao risco de acidose lática, é preciso ficar atento ao uso de:
Uma paciente de 29 anos de idade se apresenta no consultório com queixa de edema doloroso de tornozelos que se iniciou na menarca e foi piorando com o passar dos anos. Refere também que, atualmente, os seus membros inferiores estão muito parecidos com os da sua mãe e avó materna. Ao exame físico apresenta edema de pernas, coxas, quadril e região glútea, doloroso à compressão e sem sinal de cacifo.
Os dados acima sugerem o diagnóstico de:
Um paciente de 56 anos de idade, tabagista, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabete melito tipo I, apresenta quadro típico de claudicação intermitente de panturrilha e coxa esquerda ao deambular cerca de 100 metros no plano. Atualmente encontra-se bem controlado em relação aos seus fatores de risco; porém, o médico assistente deseja otimizar o tratamento anticoagulante para profilaxia de eventos cardiovasculares e de membros inferiores maiores.
Como o paciente já está em uso de ácido acetil salicílico (100 mg/dia), o melhor anticoagulante a ser associado é:
Um paciente de 58 anos de idade, em pré-operatório de cirurgia de varizes de membros inferiores, teve descoberto um aneurisma de artéria poplítea de membro inferior direito, assintomático, com 20 mm em seu maior diâmetro.
A melhor conduta nesses casos é iniciar:
Uma paciente de 28 anos de idade, em planejamento para engravidar, apresenta o achado incidental de aneurisma de artéria esplênica.
Nesse caso a melhor conduta é:
Uma paciente de 38 anos de idade apresenta, durante a primeira semana do puerpério de sua segunda gestação, trombose venosa profunda de veia muscular de perna direita.
Como está ainda em fase de amamentação, a melhor conduta terapêutica é iniciar enoxaparina em dose plena e, posteriormente:
Um paciente de 57 anos de idade apresenta síndrome isquêmica crônica de membros inferiores incapacitante. Durante o preparativo, foi solicitada uma angiotomografia de aorta e artérias de membros inferiores, na qual se observou uma oclusão segmentar de artéria poplítea, sem calcificação e circulação colateral divergente, com aspecto de saca-rolha.
Esses achados sugerem o diagnóstico de:
Uma paciente de 28 anos de idade, sem comorbidades, praticando atividade física regular (5 vezes por semana), IMC: 19 kg/m2 , sem nenhum medicamento de uso regular até então, apresenta início de hipertensão arterial sistêmica (180 x 100 mmHg) e de difícil controle (em uso de quatro medicamentos). Ao exame físico, observou-se a presença de sopro abdominal e em carótidas.
Esses achados clínicos sugerem o diagnóstico de:
Uma paciente de 28 anos de idade apresentou cianose de quirodáctilos após exposição ao frio em uma viagem. Refere que, desde então, a cianose se mostrou mais ou menos intensa, porém nunca sumiu completamente. Relata, também, um certo grau de desconforto quando ela está mais intensa, o que ocorre em situações de estresse ou exposição a temperaturas mais baixas.
Diante desse quadro clínico, a principal hipótese diagnóstica é:
Uma paciente de 27 anos de idade, com história de febre diária há três meses e queda do estado geral, ao exame físico apresentava dor à palpação do pescoço em topografia de carótida esquerda. Foi solicitado ecodoppler colorido de carótidas e vertebrais, que evidenciou espessamento mural concêntrico da carótida comum esquerda, sem placas ou calcificação.
Esses achados são compatíveis com: