Questões de Concurso Público EBSERH 2024 para Ano Adicional - Transplante de Rim - Nefrologia R3
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Paciente feminina com 48 anos apresenta história de hipertensão arterial tratada irregularmente há 20 anos.
Para determinar o estadiamento de sua função renal, devem ser usados os seguintes biomarcadores:
Paciente masculino de 42 anos, assintomático, realizou US em exame periódico que identificou cisto renal com 4 cm de diâmetro em rim direito. Sua tomografia computadorizada com contraste constatou cisto único em rim D com classificação de Bosniak III.
Esse resultado significa:
Para investigar a etiologia da IRA, é necessário considerar que:
A principal causa de insuficiência renal nos pacientes tratados com diálise peritoneal é a glomeruloesclerose diabética. Nesses casos, tais pacientes podem necessitar de insulina para o combate glicêmico.
Sobre a administração de insulina, é correto afirmar que:
Algumas condições clínicas interferem nas correlações entre os valores de cistatina C e a TFG, prejudicando a interpretação dos resultados, tais como:
A ciliopatia celular hereditária é causada por mutações proteicas que podem produzir um número variado de manifestações, incluindo degeneração retiniana, obesidade, comprometimento neuropsicomotor, polidactilia, cistos renais e defeitos na concentração urinária.
Essas condições caracterizam a síndrome de:
Quanto ao acompanhamento evolutivo de proteinúria, é correto afirmar que:
Pacientes com DRC em hemodiálise ambulatorial apresentam hipotensão intradialítica (hipoD) como complicação mais comum do tratamento. Ela decorre de diferentes fatores e exige individualização de ultrafiltração criteriosa e otimização do regime anti-hipertensivo, que inclui a eventual interrupção da dose de medicamentos hipotensivos de curta ação antes da diálise. A detecção precoce da hipoD é importante, uma vez que alguns pacientes podem apresentar sintomas somente quando há uma queda muito acentuada da pressão arterial, o que prejudica o bem-estar do paciente e pode induzir arritmias cardíacas e predispor a síndromes coronarianas e/ou acidentes vasculares cerebrais.
Com base nas diretrizes do KDOQI, a hipoD é definida como:
Pacientes com DRC em tratamento por hemodiálise ambulatorial podem apresentar hipertensão intradialítica. Na prescrição do anti-hipertensivo para pacientes em HD, o nefrologista deve considerar o fato de o fármaco ser ou não dialisável, com vistas a garantir níveis sanguíneos e teciduais adequados do medicamento.
Nesse sentido, deve-se ter em mente que o seguinte medicamento antihipertensivo é dialisável:
Paciente feminina de 60 anos, com história de infecção urinária de repetição e urolitíase não abordada urologicamente, chegou à emergência apresentando dor lombar, febre de 38,5 °C, urina turva, com odor forte, hematúria macroscópica, piúria maçica, e queda de estado geral. Sua tomografia computadorizada apresentava aumento difuso do rim e cálculo coraliforme em rim direito, com sinal da “pata de urso”.
A conduta correta resultou em intervenção cirúrgica urológica devido ao diagnóstico de:
A escolha das características da membrana e da superfície dos dialisadores tem impacto direto nos resultados clínicos dos pacientes com doença renal crônica mantidos em hemodiálise. A evolução tecnológica resultou na preferência atual pelas membranas de alto fluxo. Os fluxos das membranas podem ser definidos de acordo com suas depurações das moléculas de beta-2-microglobulina.
As membranas de baixo, médio e alto fluxo apresentam, repectivamente, as seguintes taxas de depuração de beta-2-microglobulina:
A doença de Von Hippel-Lindau (VHL) é uma síndrome hereditária autossômica dominante causada por variantes patogênicas da linha germinativa no gene VHL. Dentre as manifestações sistêmicas dos pacientes com doença VHL, estão múltiplos cistos renais e tumores renais.
A presença do gene VHL NÃO pode ser associada à manifestação patológica de:
As clínicas de hemodiálise ambulatorial recebem pacientes portadores de hepatite B, hepatite C e HIV para tratamento de DRC em condições especiais.
O reúso de dialisadores e linhas venosas nesses pacientes segue os seguintes critérios:
Uma das causas mais comuns da síndrome nefrótica em adultos não diabéticos é a nefropatia membranosa (MN), que acomete um terço dos diagnósticos por biópsia em algumas regiões. O padrão histopatológico da lesão revela espessamento da membrana basal glomerular (MBG) e depósitos subepiteliais com imunoglobulinas e pouca ou nenhuma reação inflamatória (proliferação ou infiltrado celular). Em adultos, 75% a 80% dos casos são considerados MN primária, causada por autoanticorpos, e cerca de 20% a 25% dos casos se devem a MN secundária.
Em relação à nefropatia membranosa, é correto afirmar que: