Questões de Concurso Público Prefeitura de Florianópolis - SC 2023 para Professor de Artes Cênicas e/ou Teatro
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Para simbolizar o seu trabalho, Boal disse, certa vez, que o Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo e que todos os seres humanos são atores porque atuam e espectadores porque observam, surgindo assim o que ele intitulou espect-atores.
Com o objetivo de democratizar os meios de produção teatral, de proporcionar o acesso das camadas sociais menos favorecidas ao teatro e de transformar a realidade por meio do diálogo surgiu, no Brasil, em 1971, a primeira técnica do Teatro do Oprimido, o Teatro de Jornal, uma resposta estética à censura imposta no País.
Qual dos seguintes princípios reflete centralmente a abordagem de Augusto Boal no Teatro do Oprimido?
O Teatro é abordado nos PCN – Arte a partir de sua gênese em rituais de diferentes culturas e tempos e o jogo é conceituado a partir das fases da evolução genética do ser humano e entendido como instrumento de aprendizagem, promovendo o desenvolvimento da criatividade, em direção à educação estética e práxis artística.
Nesse sentido, o jogo teatral é um jogo de:
Segundo a Proposta Curricular da RMEF, destaca-se que, na atualidade, existe uma diversidade de metodologias para o ensino de teatro, bem como, suas sublinguagens – cada qual com suas possibilidades e desafios – cabendo a cada professor selecionar os procedimentos metodológicos que lhes serão úteis de acordo com os objetivos de ensino e aprendizagem e a sua proposta de processo investigativo diante das possibilidades e motivações de cada momento pedagógico.
Diferentes abordagens metodológicas dialogam no âmbito do ensino curricular de Teatro da RMEF. Entre elas estão:
Grande parte do ensino de teatro, e de arte, que vem sendo desenvolvida no país (MARQUES, 2012) estabelece uma perspectiva adultocêntrica, na qual o ponto de vista do sujeito criança tem pouco espaço em detrimento da imposição de uma visão adulta sobre arte e a forma de realizá-la. Ainda parte-se do pressuposto de que criança está em um estado de vir a ser e cabe ao adulto contribuir para sua formação no futuro.
SARMENTO, 2008.
Essa lógica não dialoga com a valorização do saber da infância e não entende a criança também como: