Questões de Concurso Público TRT - 20ª REGIÃO (SE) 2024 para Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Agente de Polícia Judicial

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Q3737983 Português
Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo.

Hollywood dentro de nós

        A cultura norte-americana, mais do que qualquer outra, vive e pensa a coletividade como um conjunto de individuos. Para um europeu ou um sul-americano, comemorar, explicar e mesmo narrar um acontecimento é, no minimo, problemático sem explorar sua dimensão propriamente social: o encontro ou a luta de ideias, classes, nações, grupos, grandes interesses econômicos, etc.

        Hollywood, com a força de seu cinema, só podia nascer numa cultura em que, seja qual for a dimensão social dos fatos, toda experiéncia toma a forma de uma história de aventuras. Nesse tipo de cultura, qualquer história de vida promete um roteiro de filme.

        Criticamos ou desprezamos Hollywood pelas simplificações, pelos siléncios e pelas ignorâncias, talvez inevitáveis, ao reduzir a complexidade da história às andanças singulares dos individuos. Mas, no fundo, essa critica se endereça a nós mesmos. Defendemos um entendimento do mundo em que causas e conflitos coletivos são mais importantes quea epopeia dos indivíduos. No entanto, a critica do reducionismo de Hollywood é a maneira que encontramos para reprimir uma dimensão crucial da nossa própria experiéncia: o mundo nos interessa só porque constitui o cenário da aventura das nossas vidas. Hollywood, desprezada, cativa-nos e fascina-nos porque glorifica um individualismo que é o nosso. Portanto, mesmo envergonhados, entremos no cinema.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p, 322-323)
O verbo indicado entre parênteses deverá adotar uma forma do plural para integrar de modo adequado a seguinte frase:
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Q3737984 Português
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Hollywood dentro de nós

        A cultura norte-americana, mais do que qualquer outra, vive e pensa a coletividade como um conjunto de individuos. Para um europeu ou um sul-americano, comemorar, explicar e mesmo narrar um acontecimento é, no minimo, problemático sem explorar sua dimensão propriamente social: o encontro ou a luta de ideias, classes, nações, grupos, grandes interesses econômicos, etc.

        Hollywood, com a força de seu cinema, só podia nascer numa cultura em que, seja qual for a dimensão social dos fatos, toda experiéncia toma a forma de uma história de aventuras. Nesse tipo de cultura, qualquer história de vida promete um roteiro de filme.

        Criticamos ou desprezamos Hollywood pelas simplificações, pelos siléncios e pelas ignorâncias, talvez inevitáveis, ao reduzir a complexidade da história às andanças singulares dos individuos. Mas, no fundo, essa critica se endereça a nós mesmos. Defendemos um entendimento do mundo em que causas e conflitos coletivos são mais importantes quea epopeia dos indivíduos. No entanto, a critica do reducionismo de Hollywood é a maneira que encontramos para reprimir uma dimensão crucial da nossa própria experiéncia: o mundo nos interessa só porque constitui o cenário da aventura das nossas vidas. Hollywood, desprezada, cativa-nos e fascina-nos porque glorifica um individualismo que é o nosso. Portanto, mesmo envergonhados, entremos no cinema.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p, 322-323)
A razão pela qual o cinema de Hollywood é tão influente está no segmento
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Q3737985 Português
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Hollywood dentro de nós

        A cultura norte-americana, mais do que qualquer outra, vive e pensa a coletividade como um conjunto de individuos. Para um europeu ou um sul-americano, comemorar, explicar e mesmo narrar um acontecimento é, no minimo, problemático sem explorar sua dimensão propriamente social: o encontro ou a luta de ideias, classes, nações, grupos, grandes interesses econômicos, etc.

        Hollywood, com a força de seu cinema, só podia nascer numa cultura em que, seja qual for a dimensão social dos fatos, toda experiéncia toma a forma de uma história de aventuras. Nesse tipo de cultura, qualquer história de vida promete um roteiro de filme.

        Criticamos ou desprezamos Hollywood pelas simplificações, pelos siléncios e pelas ignorâncias, talvez inevitáveis, ao reduzir a complexidade da história às andanças singulares dos individuos. Mas, no fundo, essa critica se endereça a nós mesmos. Defendemos um entendimento do mundo em que causas e conflitos coletivos são mais importantes quea epopeia dos indivíduos. No entanto, a critica do reducionismo de Hollywood é a maneira que encontramos para reprimir uma dimensão crucial da nossa própria experiéncia: o mundo nos interessa só porque constitui o cenário da aventura das nossas vidas. Hollywood, desprezada, cativa-nos e fascina-nos porque glorifica um individualismo que é o nosso. Portanto, mesmo envergonhados, entremos no cinema.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p, 322-323)
Os filmes produzidos em Hollywood
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Q3737986 Português
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Hollywood dentro de nós

        A cultura norte-americana, mais do que qualquer outra, vive e pensa a coletividade como um conjunto de individuos. Para um europeu ou um sul-americano, comemorar, explicar e mesmo narrar um acontecimento é, no minimo, problemático sem explorar sua dimensão propriamente social: o encontro ou a luta de ideias, classes, nações, grupos, grandes interesses econômicos, etc.

        Hollywood, com a força de seu cinema, só podia nascer numa cultura em que, seja qual for a dimensão social dos fatos, toda experiéncia toma a forma de uma história de aventuras. Nesse tipo de cultura, qualquer história de vida promete um roteiro de filme.

        Criticamos ou desprezamos Hollywood pelas simplificações, pelos siléncios e pelas ignorâncias, talvez inevitáveis, ao reduzir a complexidade da história às andanças singulares dos individuos. Mas, no fundo, essa critica se endereça a nós mesmos. Defendemos um entendimento do mundo em que causas e conflitos coletivos são mais importantes quea epopeia dos indivíduos. No entanto, a critica do reducionismo de Hollywood é a maneira que encontramos para reprimir uma dimensão crucial da nossa própria experiéncia: o mundo nos interessa só porque constitui o cenário da aventura das nossas vidas. Hollywood, desprezada, cativa-nos e fascina-nos porque glorifica um individualismo que é o nosso. Portanto, mesmo envergonhados, entremos no cinema.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p, 322-323)
No 3º parágrafo afirma-se que nossa crítica às simplificações de Hollywood
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Q3737987 Português
Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo.

Hollywood dentro de nós

        A cultura norte-americana, mais do que qualquer outra, vive e pensa a coletividade como um conjunto de individuos. Para um europeu ou um sul-americano, comemorar, explicar e mesmo narrar um acontecimento é, no minimo, problemático sem explorar sua dimensão propriamente social: o encontro ou a luta de ideias, classes, nações, grupos, grandes interesses econômicos, etc.

        Hollywood, com a força de seu cinema, só podia nascer numa cultura em que, seja qual for a dimensão social dos fatos, toda experiéncia toma a forma de uma história de aventuras. Nesse tipo de cultura, qualquer história de vida promete um roteiro de filme.

        Criticamos ou desprezamos Hollywood pelas simplificações, pelos siléncios e pelas ignorâncias, talvez inevitáveis, ao reduzir a complexidade da história às andanças singulares dos individuos. Mas, no fundo, essa critica se endereça a nós mesmos. Defendemos um entendimento do mundo em que causas e conflitos coletivos são mais importantes quea epopeia dos indivíduos. No entanto, a critica do reducionismo de Hollywood é a maneira que encontramos para reprimir uma dimensão crucial da nossa própria experiéncia: o mundo nos interessa só porque constitui o cenário da aventura das nossas vidas. Hollywood, desprezada, cativa-nos e fascina-nos porque glorifica um individualismo que é o nosso. Portanto, mesmo envergonhados, entremos no cinema.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p, 322-323)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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Q3737988 Português
Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo.

Hollywood dentro de nós

        A cultura norte-americana, mais do que qualquer outra, vive e pensa a coletividade como um conjunto de individuos. Para um europeu ou um sul-americano, comemorar, explicar e mesmo narrar um acontecimento é, no minimo, problemático sem explorar sua dimensão propriamente social: o encontro ou a luta de ideias, classes, nações, grupos, grandes interesses econômicos, etc.

        Hollywood, com a força de seu cinema, só podia nascer numa cultura em que, seja qual for a dimensão social dos fatos, toda experiéncia toma a forma de uma história de aventuras. Nesse tipo de cultura, qualquer história de vida promete um roteiro de filme.

        Criticamos ou desprezamos Hollywood pelas simplificações, pelos siléncios e pelas ignorâncias, talvez inevitáveis, ao reduzir a complexidade da história às andanças singulares dos individuos. Mas, no fundo, essa critica se endereça a nós mesmos. Defendemos um entendimento do mundo em que causas e conflitos coletivos são mais importantes quea epopeia dos indivíduos. No entanto, a critica do reducionismo de Hollywood é a maneira que encontramos para reprimir uma dimensão crucial da nossa própria experiéncia: o mundo nos interessa só porque constitui o cenário da aventura das nossas vidas. Hollywood, desprezada, cativa-nos e fascina-nos porque glorifica um individualismo que é o nosso. Portanto, mesmo envergonhados, entremos no cinema.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p, 322-323)
Defendemos um entendimento do mundo em que causas e conflitos são mais importantes que a epopeia dos indivíduos.
A correlação entre os tempos e modos verbais da frase acima mantém-se correta caso se substituam as formas sublinhadas, na ordem dada, por: 
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Q3737989 Português

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De Rubem Braga para Vinicius de Moraes


        Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:


        - Vou ficando por aqui mais um pouco...


        Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.


        Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.


        Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:


        - Vou ficando mais um poисo...


        Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.


(Almeida Tibiriça, a editar)

Indica-se uma expressão de sentido equivalente ao do elemento sublinhado na seguinte frase: 
Alternativas
Q3737990 Português

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De Rubem Braga para Vinicius de Moraes


        Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:


        - Vou ficando por aqui mais um pouco...


        Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.


        Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.


        Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:


        - Vou ficando mais um poисo...


        Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.


(Almeida Tibiriça, a editar)

Rubem Braga endereçou ao amigo Vinícius de Moraes uma frase que encantou o autor do texto porque ela
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Q3737991 Português

Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. 


De Rubem Braga para Vinicius de Moraes


        Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:


        - Vou ficando por aqui mais um pouco...


        Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.


        Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.


        Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:


        - Vou ficando mais um poисo...


        Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.


(Almeida Tibiriça, a editar)

São expressões que apresentam, no contexto em que são utilizadas, sentidos semelhantes:
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Q3737992 Português

Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. 


De Rubem Braga para Vinicius de Moraes


        Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:


        - Vou ficando por aqui mais um pouco...


        Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.


        Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.


        Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:


        - Vou ficando mais um poисo...


        Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.


(Almeida Tibiriça, a editar)

Considere as seguintes orações:
I. Aprecio muito o gênero da crônica.
II. Rubem Braga se destacou no gênero crônica.
III. É incontestável o talento de Rubem Braga.
As ideias presentes nas três orações articulam-se com coerência, correção e clareza, neste período:
Alternativas
Q3737993 Português

Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. 


De Rubem Braga para Vinicius de Moraes


        Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:


        - Vou ficando por aqui mais um pouco...


        Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.


        Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.


        Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:


        - Vou ficando mais um poисo...


        Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.


(Almeida Tibiriça, a editar)

A exclusão da vírgula altera o sentido da frase em:
Alternativas
Q3737994 Português

Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. 


De Rubem Braga para Vinicius de Moraes


        Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:


        - Vou ficando por aqui mais um pouco...


        Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.


        Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.


        Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:


        - Vou ficando mais um poисo...


        Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.


(Almeida Tibiriça, a editar)

Considerando-se o sentido do contexto, ocorre expressivo emprego de linguagem figurada na seguinte construção:
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Q3737995 Segurança da Informação
O sistema de autenticação de dois fatores - 2FA tem o objetivo principal de
Alternativas
Q3737996 Sistemas Operacionais
Um funcionário do Tribunal do Trabalho utiliza um recurso do Windows 11 para executar aplicativos de forma isolada em um ambiente seguro denominado 
Alternativas
Q3737997 Redes de Computadores
Um Tribunal do Trabalho deseja conectar todos os computadores de seus diferentes departamentos em uma única rede local, permitindo o compartilhamento de arquivos e impressoras. O dispositivo de rede mais adequado para essa tarefa é o
Alternativas
Q3737998 Segurança da Informação
Um funcionário de um Tribunal do Trabalho recebe um e-mail solicitando a atualização de seus dados pessoais através de um link que direciona para uma página idêntica ao site do seu banco, mas com um endereço ligeiramente diferente. O tipo de ataque que o funcionário está sofrendo é
Alternativas
Q3737999 Direito Administrativo
Considere a seguinte situação hipotética: Zeus, servidor público federal, pretende extinguir determinado ato administrativo, por conter ilegalidade. Já Ares, também servidor público federal, pretende extinguir determinado ato administrativo válido por razões de conveniência e oportunidade. No caso narrado, 
Alternativas
Q3738000 Direito Administrativo
Nos termos da Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), as sanções de perda da função pública e de suspensão dos direitos políticos
Alternativas
Q3738001 Direito Administrativo
Considere a seguinte situação hipotética: Poseidon, servidor público federal há dez anos, nunca sofreu qualquer penalidade disciplinar. No entanto, em 5 de setembro de 2024, retirou, sem prévia anuência da autoridade competente, documento da repartição pública em que exerce suas funções. Nos termos da Lei n° 8.112/1990, a conduta de Poseidon
Alternativas
Q3738002 Direito Administrativo
Considere:
I. Obedecerá aos princípios da legalidade, da eficiência e da transparência, com utilização, sempre que necessário, da simplificação do procedimento e da concentração das instâncias decisórias.
II. Pode ser aplicada a todos os processos administrativos, desde que haja relevância quanto à matéria e discordância que prejudique a celeridade do processo administrativo decisório.
III. É considerada a instância de natureza interinstitucional ou intersetorial que atua de forma compartilhada mediante participação concomitante de todas as autoridades e agentes decisórios, não havendo, entretanto, a participação dos responsáveis pela instrução técnico-jurídica.
De acordo com a Lei n° 9.784/1999, especificamente no que diz respeito à decisão coordenada, está correto o que consta em 
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Respostas
1: D
2: A
3: E
4: B
5: C
6: D
7: D
8: E
9: C
10: B
11: C
12: D
13: A
14: E
15: C
16: E
17: A
18: D
19: B
20: A