Questões de Concurso Público Prefeitura de Campo Mourão - PR 2021 para Agente de Endemias

Foram encontradas 5 questões

Q4430186 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito à época do Brasil escravocrata, para responder a questão.


“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.


(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que o autor: 
Alternativas
Q4430187 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito à época do Brasil escravocrata, para responder a questão.


“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.


(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Nas primeiras frases do texto, o autor emprega por duas vezes a pontuação denominada dois-pontos. Em ambos os casos, os dois-pontos serviram para:
Alternativas
Q4430188 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito à época do Brasil escravocrata, para responder a questão.


“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.


(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Ao tratar de características da escravidão moderna, o autor afirma que “ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro”. Nesse caso, um dos sentidos possíveis para o termo “reduzir” seria o de:
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Q4430189 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito à época do Brasil escravocrata, para responder a questão.


“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.


(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Após assegurar que o povo brasileiro não é formado apenas de homens brancos, o autor afirma que “não devemos portanto admitir essa maldição da cor”. Nesse caso, o termo “portanto” indica um sentido:
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Q4430190 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito à época do Brasil escravocrata, para responder a questão.


“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.


(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Quanto à relação entre brancos e negros no Brasil, fora da escravidão, o autor do texto a considerou:
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: D
4: C
5: B