Questões de Concurso Público Prefeitura de Olhos-D`Água - MG 2025 para Auxiliar de Serviços da Educação Básica/Auxiliar de Serviços Gerais/Motorista (Categoria B e D)/Operador de Máquinas Leves

Foram encontradas 30 questões

Q3622032 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
De acordo com o texto, escrever à mão é 
Alternativas
Q3622033 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
No texto, a palavra “cognitivo(s)” foi usada referindo-se a 
Alternativas
Q3622034 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias defendidas no texto sobre o ato de escrever à mão.


I- Influencia no aprendizado e na memorização.


II- Desenvolve a coordenação motora.


III- Ativa operações cerebrais.


IV- Diminui o uso das novas tecnologias.


V- Causa demora na elaboração dos textos.


Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3622035 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com as ideias defendidas no texto. 
Alternativas
Q3622036 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
O emprego do discurso direto no texto é marcado pelo uso de 
Alternativas
Q3622037 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
Os verbos, no primeiro parágrafo do texto, encontram-se conjugados, predominantemente, no 
Alternativas
Q3622038 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 

Q7_10.png (345×396)

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 02.

I- Observar e ouvir influencia a aprendizagem tanto quanto praticar e discutir.
II- Ensinar aos outros é uma das maneiras mais eficazes para a aprendizagem.
III- A discussão é uma maneira de aprender mais eficaz que somente ouvir ou ler.
IV- O ver e o ouvir são atos que auxiliam mais a aprendizagem do que a discussão.
V- A prática influencia mais a aprendizagem que a leitura e a observação apenas.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3622039 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 

Q7_10.png (345×396)

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

É CORRETO afirmar que, na composição do texto 02, 
Alternativas
Q3622040 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 

Q7_10.png (345×396)

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

É CORRETO afirmar que a palavra “cérebro”, no título do texto 02, encontra-se acentuada por ser 
Alternativas
Q3622041 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 

Q7_10.png (345×396)

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

É CORRETO afirmar que os verbos do texto 02 foram usados, predominantemente, no 
Alternativas
Q3622042 Matemática
Em um depósito há vários produtos empilhados. Se cada pilha tem 7 produtos e há 9 pilhas, quantos produtos existem no depósito? 
Alternativas
Q3622043 Matemática
Em uma sala, há 18 meninas e 13 meninos. Logo, na sala há 
Alternativas
Q3622044 Matemática
Considere os 4 números naturais 15, 10, 22, 4 e os coloque em ordem crescente:  
Alternativas
Q3622045 Matemática
Um celular custa R$ 2.599,98. Pode-se afirmar que o custo do celular é: 
Alternativas
Q3622046 Matemática
Considere o número natural 50741. O algarismo 0 é: 
Alternativas
Q3622047 Matemática
Quantos números pares existem entre 40 e 70, incluindo 40 e 70? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3622048 Matemática
Qual o sucessor do número natural formado por 7 unidades, 6 centenas e 2 dezenas? 
Alternativas
Q3622049 Matemática
Kelly mediu 3 pedaços de tecido: o primeiro deu 1 metro e 75 centímetros, o segundo deu 115 centímetros, e o terceiro deu 1 metro. Qual o comprimento total de tecido? 
Alternativas
Q3622050 Matemática
O tempo total de corrida de um atleta foi de 1 hora e 50 minutos. Se esse atleta levou 58 minutos para correr a primeira metade do percurso, a segunda metade do percurso foi percorrida em quanto tempo? 
Alternativas
Q3622051 Matemática
O raio de um círculo é qual distância? 
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: A
4: D
5: C
6: E
7: C
8: B
9: E
10: A
11: D
12: A
13: A
14: B
15: C
16: E
17: B
18: E
19: D
20: C