Questões de Concurso Público Prefeitura de Manfrinópolis - PR 2023 para Auxiliar Administrativo

Foram encontradas 40 questões

Q3898447 Matemática Financeira
Querendo comprar uma bicicleta para fazer trilhas, um ciclista esportivo faz uma pesquisa e encontra o seu "sonho de consumo" - uma bicicleta Schwinn Moab Team Aro 26, cujo preço de venda, à vista, é de R$ 12.200,00. Como ele tinha apenas R$ 8.700,00 para esta compra, empresta de um amigo o restante do valor, a uma taxa de juros simples de 2,5% ao mês. Se a dívida for totalmente paga um semestre após o empréstimo, qual será o seu valor? 
Alternativas
Q3898448 Matemática

A próxima questão deve ser respondida baseada no desenho do terreno a seguir. 


q_22 e 23 a a.png (509×283)

Qual é o perímetro desse terreno?  
Alternativas
Q3898449 Matemática

A próxima questão deve ser respondida baseada no desenho do terreno a seguir. 


q_22 e 23 a a.png (509×283)

Desejando reformar a calçada da rua Paraná, que possui largura de 3 metros, o proprietário do terreno contrata um pedreiro, que cobrara R$ 22,00 por metro quadrado. Quanto ira receber o pedreiro pelo serviço? 
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Q3898450 Matemática
Um caminhão, que pesa 13 toneladas (t) quando esta vazio, foi carregado com 250 sacas de soja de 60 kg cada. Qual é o peso total desse caminhão? 
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Q3898451 Matemática
Numa sala de aula estudam 24 meninas e 15 meninos. Determine a razio entre o número de meninas pelo número de meninos dessa sala de aula.  
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Q3898452 Matemática
O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde aproximadamente, a 45% da arrecadação, já computado o adicional destinado ao Ministério do Esporte. Se num sorteio dessa loteria forem arrecadados RS 4.500.000,00 (quatro milhões e meio), qual será o valor retido pelo governo (não disponibilizado para o pagamento aos apostadores)?  
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Q3898453 Matemática

Sendo:

q_26 a a.png (220×79)


determine A : B (A dividido por B).  

Alternativas
Q3898454 Matemática
Há medicamentos que devem ser administrados, por exemplo, uma gota por quilo, ou seja, se a criança tem 10 kg, deverão ser administradas 10 gotas. Trata-se, nestes casos, de medicamentos classificados como analgésicos. Há também os antibióticos, em que se tem a descrição de, por exemplo, S0mg/kg/dia, que significa que para cada quilo da criança devem ser administrados 50mg do medicamento em um dia. Num caso em que a criança tenha 10 kg, o médico vai fazer a posologia de acordo com que é preconizado pelos protocolos clínicos, ou seja, se for a cada 12h, quantos miligramas deste antibiótico devem ser administrados em cada uma das duas vezes ao dia?  
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Q3898455 Matemática
Um restaurante mudou o preço do quilograma de comida de RS 42,00 para R$ 44,94. De quantos por cento foi esse aumento? 
Alternativas
Q3898456 Matemática
A necessidade de medir é muito antiga e remonta 3 origem das civilizações. Por longo tempo cada pais, cada regido, teve o seu próprio sistema de medidas, baseado em unidades arbitrárias e imprecisas, como por exemplo, aquelas baseadas no corpo humano: palmo, pé e polegada. Em 1962, o Brasil adotou o Sistema Internacional de Unidades (SI). Com relação a0 sistema de medidas de comprimento, quantos decâmetros correspondem a 232 decímetros? 
Alternativas
Q3898457 Português

Leia o texto e responda à questão.  

As vítimas

    Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de trânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindo-se a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa o rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois, ela se volta pedindo para os acompanhantes gravarem: “Olha aqui, ele me agrediu, filme aqui”. Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido, no compartimento de trás da viatura, havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.

      Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas — em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista; vítimas do preconceito e das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a Lei do Desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora, já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é o seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem? 

    No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangidos em fazer passeatas pedindo paz. A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra. 

    Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um cabo da PM, à paisana, reagiu a um assalto em ônibus e matou dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas, nos meios de informação, teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar a maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de “bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.

Alexandre Garcia
www.sonoticias.com.br,27/09/2017 
Analise as afirmativas abaixo, com base no texto, e assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3898458 Português

Leia o texto e responda à questão.  

As vítimas

    Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de trânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindo-se a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa o rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois, ela se volta pedindo para os acompanhantes gravarem: “Olha aqui, ele me agrediu, filme aqui”. Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido, no compartimento de trás da viatura, havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.

      Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas — em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista; vítimas do preconceito e das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a Lei do Desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora, já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é o seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem? 

    No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangidos em fazer passeatas pedindo paz. A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra. 

    Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um cabo da PM, à paisana, reagiu a um assalto em ônibus e matou dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas, nos meios de informação, teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar a maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de “bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.

Alexandre Garcia
www.sonoticias.com.br,27/09/2017 
“No Congresso, os que querem representar a maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de “bancada da bala’, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes”.
Usa-se a palavra embora para introduzir uma oração subordinada e indica oposição a uma outra ideia, e pode ser substituída, sem alterar o sentido, por todas as citadas a seguir, EXCETO: 
Alternativas
Q3898459 Português

Leia o texto e responda à questão.  

As vítimas

    Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de trânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindo-se a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa o rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois, ela se volta pedindo para os acompanhantes gravarem: “Olha aqui, ele me agrediu, filme aqui”. Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido, no compartimento de trás da viatura, havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.

      Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas — em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista; vítimas do preconceito e das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a Lei do Desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora, já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é o seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem? 

    No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangidos em fazer passeatas pedindo paz. A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra. 

    Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um cabo da PM, à paisana, reagiu a um assalto em ônibus e matou dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas, nos meios de informação, teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar a maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de “bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.

Alexandre Garcia
www.sonoticias.com.br,27/09/2017 

Alexandre Garcia usou inúmeras vezes a palavra que, como nestes dois períodos: “Viralizou esta semana, nas redes sociais, o vídeo que mostra uma motorista em Brasília jogando a bolsa no chão.”

Nesse período, “que” é um pronome relativo, pois se refere a um termo anterior (vídeo) e corresponde ao pronome relativo “o qual”Já no período: “Vão justificar que o latrocida apenas atirou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia”, o “que” é um conectivo, pois liga duas orações.


Analise os períodos a seguir:


1 – Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros.
2 – A idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida.
3 – A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.
4 – A idosa atirou e matou um ladrão que invadira sua casa.
5 – A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
6 – Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas.
7 – Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido, no compartimento de trás da viatura, havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho.
8 – Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?

Em todos os períodos acima, a palavra sublinhada (que) também é um pronome relativo, EXCETO:

Alternativas
Q3898460 Português

Leia o texto e responda à questão.  

As vítimas

    Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de trânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindo-se a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa o rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois, ela se volta pedindo para os acompanhantes gravarem: “Olha aqui, ele me agrediu, filme aqui”. Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido, no compartimento de trás da viatura, havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.

      Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas — em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista; vítimas do preconceito e das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a Lei do Desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora, já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é o seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem? 

    No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangidos em fazer passeatas pedindo paz. A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra. 

    Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um cabo da PM, à paisana, reagiu a um assalto em ônibus e matou dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas, nos meios de informação, teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar a maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de “bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.

Alexandre Garcia
www.sonoticias.com.br,27/09/2017 
“A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina”. Mais comum é um Predicativo do sujeito, pois expressa um estado, uma característica que se refere ao sujeito (isso). Analise os períodos a seguir.
1- Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vitimas.
2- A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei.
3 - No Rio, essa cultura é soberana.
4 - A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
5 - Defensores de bandidos, felizmente, são minoria.
6- Um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados.

A palavra sublinhada também desempenha a função sintática de predicativo do sujeito:  
Alternativas
Q3898461 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, observando a grafia das palavras e o emprego correto de crase, pronomes e acentuação, no seguinte texto humorístico, denominado “a mensagem inesperada”.
Um casal decidiu passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua de mel _______ 20 anos. Por problemas de trabalho, a mulher não ______ viajar com seu marido, mas iria na semana seguinte.
Quando o marido chegou, foi para seu quarto do hotel e viu que havia um computador com _______ internet. Imediatamente, decidiu enviar um e-mail _______, esposa, mas errou uma letra no endereço e não percebeu que a mensagem foi enviada ______ outra pessoa.
O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido. Ao entrar na casa, o filho da pobre viúva _______ desmaiada perto do computador, em cuja na tela se podia ler:
"Querida esposa, cheguei bem. Imagino que você esteja surpresa ao receber noticias minhas por e-mail, mas agora aqui tem computador e eu posso usar o quanto quiser. Acabei de chegar e vi que está tudo preparado para sua chegada na semana que vem. Um beijo do seu marido”.  
Alternativas
Q3898462 Português
Os pronomes relativos (que, quem, qual, cujo, onde, quanto) substituem um termo da oração anterior e estabelecem relação entre as duas orações, como neste exemplo: Li o livro. Você me falou do livro.
“Li o livro de que você me falou”.
Assinale a alternativa em que os três períodos a seguir estão adequadamente reunidos por meio de pronomes relativos, obedecendo às normas da regência verbal.
- As ideias foram expostas na reunião.
- Simpatizamos com essas ideias.
- Participamos da reunião. 
Alternativas
Q3898463 Português
Assinale a única alternativa CORRETA quanto à grafia e concordância nominal e verbal.  
Alternativas
Q3898464 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação está CORRETA. 
Alternativas
Q3898465 Português
Há palavras que mudam de significado conforme seu gênero, como se observa nestes exemplos:
O rádio (aparelho receptor) caiu e quebrou”.
A rádio (estação emissora) noticiou o acidente”.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas dos períodos seguintes:
- “Ontem, a policia prendeu ______ cabeça da quadrilha”.
- “Essa prática vai contra ________ moral do povo brasileiro”.
- “O time perdeu, mas o técnico conseguiu elevar novamente ____ moral dos jogadores."
- “Joana comprou para fazer o bolo”. 
Alternativas
Q3898466 Português
Observe a acentuação e grafia dos verbos sublinhados.
1- Os que têm espírito de observação sabem quantos capítulos contém este livro.
2- A noite, os pais leem belas hist6rias para os filhos.
3- A professora falou que minhas provas contéem muitos erros.
4- Palavras têm poder para modificar fatos.
5- Os moradores vem protestar em frente à prefeitura.
6- Depois de muito calor vém as tempestades.
7- Alguém se detém demais e mantém a fila parada.

Em todos os períodos, os verbos sublinhados estão corretos quanto à acentuação e grafia, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
21: D
22: B
23: C
24: A
25: D
26: A
27: B
28: C
29: D
30: E
31: B
32: E
33: C
34: D
35: A
36: E
37: D
38: B
39: A
40: C