Nos últimos anos, o Sistema Único de Saúde tem
enfrentado crescimento expressivo da judicialização da
saúde, especialmente relacionado ao fornecimento de
medicamentos de alto custo, terapias inovadoras e
tecnologias ainda não incorporadas oficialmente às
listas padronizadas do SUS. Esse cenário gera impactos
relevantes sobre o planejamento da assistência
farmacêutica, sustentabilidade financeira do sistema e
organização das políticas públicas de saúde.
Diante desse contexto, ferramentas como
farmacoeconomia e avaliação de tecnologias em saúde
(ATS) tornam-se fundamentais para subsidiar gestores
e órgãos reguladores na incorporação racional de
medicamentos e tecnologias em saúde.
Nesse contexto, a farmacoeconomia e a avaliação de
tecnologias em saúde contribuem principalmente
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