Questões de Concurso Público Prefeitura de Zabelê - PB 2026 para Merendeira
Foram encontradas 40 questões
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
Texto II

GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
Texto II

GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
Texto II

GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
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GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
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GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
Texto II

GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
Texto II

GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
I- Em “No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias”, as partes sublinhadas são, na sequência, substantivo, verbo e adjetivo. II- No enunciado “Ameaças e agressões não são incomuns”, a parte sublinhada é um adjetivo. III- No enunciado “As disputas por terra bateram recordes em 2024”, as partes sublinhadas são, na sequência, substantivo e locução adverbial.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
Texto II

GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
Texto II

GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
Leia os textos I e II para responder à questão.
As disputas por terra bateram recordes em 2024, com destaque para as fronteiras agrícolas, onde estão concentrados os casos de violência contra a vida, de acordo com dados do Relatório de Conflitos no Campo Brasil 2024, publicado nesta quarta-feira (23) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seguindo a tendência nacional, AMACRO (sigla para Amazonas, Acre e Rondônia) e MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tiveram os números mais altos de conflito em dez anos. Na Amacro, a CPT registrou 185 casos, dois a mais que o período anterior, em 2023. No Matopiba, os números são mais expressivos: foram 415 conflitos por terra no ano passado. O recorde anterior era de 253 casos em 2016.
Embora 2024 seja o ano com menor número de assassinatos da última década, 62% dos casos foram registrados nas áreas de expansão do agronegócio, onde os relatos de ameaças são constantes. Dos 13 assassinatos registrados no último ano, oito foram na Amazônia Legal, sendo três no Matopiba e um na Amacro. No relatório, a CPT classifica a Amazônia Legal como área de expansão da pecuária e das plantações de soja, com sobreposição das outras duas fronteiras agrícolas. “O Matopiba é quase o dobro do tamanho da área da Amacro, tanto em número de quilômetros quadrados quanto de população, municípios, etc. Se tomarmos, no entanto, uma visão proporcional, a agressividade e a violência na Amacro têm maior expressividade”, explica Afonso Chagas, pesquisador da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e assessor jurídico da CPT.
Embora sejam regiões distantes, o modo de agir dos agressores é semelhante. Homens que se intitulam donos da terra chegam de surpresa e bloqueiam vias usadas pelos antigos moradores. Para isso, usam cercas ou jagunços armados.
No Seringal Entre Rios, a Pastoral registrou quatro conflitos no ano passado, envolvendo cerca de 180 famílias. Matias foi expulso em 2019 e até hoje tenta reaver as terras. “Até hoje, nunca foi resolvido nada”, lamenta. O fazendeiro que tomou a área bloqueou a estrada de acesso à cidade de Boca do Acre (AM) e, ainda hoje, as famílias da região lutam para conseguir desobstruir a passagem. “Estão se batendo até hoje pra conseguir abrir o ramal pra entrar pra lá”, conta o agricultor. Ele abandonou a área e buscou abrigo na casa de um familiar.
A Amacro é alvo do avanço, principalmente, da pecuária. Na comunidade Irmã Dorothy, em Lábrea (AM), cerca de 30 extrativistas ocupam a área, onde colhem castanha e açaí. Em maio de 2024, eles trabalhavam na abertura de uma estrada na mata para facilitar a retirada dos produtos e levá-los até a rodovia BR-317, quando foram surpreendidos pelos jagunços armados, a mando de um conhecido fazendeiro da região.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2025/04/23/violencia-no-campo-bate-recorde-na-ultima-decada-e-areas-de-avanco-do-agronegocio-concentram-casos-deassassinatos/. Acesso em 27 abr.2026 [Fragmento adaptado].
Texto II

GUTO [J o s é Au g u st o Du a rt e ]. At é o n d e a v ist a a l c a n ç a . . . n a d a d iss o é s e u , me u fil h o ! [s. d .]. 1 ima g em. Dis p o n í v e l em:
Leia os Textos III e IV a seguir para responder à questão.
Texto III

Fonte:https://www.instagram.com/p/Bn4BHTkBf1W/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ced20250-deab-4940-97d0-77d6b12b55d3>. Acesso em: 27 abr. 2026.
Texto IV

Fonte: https://www.instagram.com/emplacados/p/Ci8Us0vue45/. Acesso em 27 abr. 2026.
Leia os Textos III e IV a seguir para responder à questão.
Texto III

Fonte:https://www.instagram.com/p/Bn4BHTkBf1W/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ced20250-deab-4940-97d0-77d6b12b55d3>. Acesso em: 27 abr. 2026.
Texto IV

Fonte: https://www.instagram.com/emplacados/p/Ci8Us0vue45/. Acesso em 27 abr. 2026.
I- Embora com uma falha grave de escrita – presente no verbo MORAR - as pistas textuais, ainda assim, apontam que o aviso pode ser compreendido. II- A grave falha na escrita do verbo MORAR torna o aviso completamente incompreensível e, portanto, condenável. III- Pela lógica das relações trabalhistas ninguém anunciaria um aviso de emprego em que a diarista morresse no emprego, razão pela qual o gênero apresenta, mesmo com o desvio de escrita no verbo MORAR, compreensão satisfatória.
É CORRETO o que se afirma em apenas:
Leia os Textos III e IV a seguir para responder à questão.
Texto III

Fonte:https://www.instagram.com/p/Bn4BHTkBf1W/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ced20250-deab-4940-97d0-77d6b12b55d3>. Acesso em: 27 abr. 2026.
Texto IV

Fonte: https://www.instagram.com/emplacados/p/Ci8Us0vue45/. Acesso em 27 abr. 2026.
Em “CARGA”, “DIARISTA” e “HORÁRIO”:
Leia os Textos III e IV a seguir para responder à questão.
Texto III

Fonte:https://www.instagram.com/p/Bn4BHTkBf1W/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ced20250-deab-4940-97d0-77d6b12b55d3>. Acesso em: 27 abr. 2026.
Texto IV

Fonte: https://www.instagram.com/emplacados/p/Ci8Us0vue45/. Acesso em 27 abr. 2026.
I- Em “PRECISA-SE DE DIARISTAQUE MORRE NO SERVIÇO”, há pelo menos uma palavra proparoxítona. II- Aseparação silábica correta da palavra DIARISTAé DIA-RIS-TA. III- Aseparação silábica correta da palavra DIARISTAé DI-A-RIS-TA.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia os Textos III e IV a seguir para responder à questão.
Texto III

Fonte:https://www.instagram.com/p/Bn4BHTkBf1W/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ced20250-deab-4940-97d0-77d6b12b55d3>. Acesso em: 27 abr. 2026.
Texto IV

Fonte: https://www.instagram.com/emplacados/p/Ci8Us0vue45/. Acesso em 27 abr. 2026.
Leia os textos Ve VI para responder à questão.
Texto V

Fonte: https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/. Acesso em 27 abr. 2026.
Texto VI

Disponível em: < https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/>. Data da consulta: 27/04/2026
I- A charge expõe, de maneira crítica, um dos efeitos do racismo no Brasil, através do poderoso jogo de palavras: voltar pra casa, após o trabalho: se branco, voltar logo; se negro, voltar vivo.
II- Não há pistas suficientes na charge que sustentem a afirmação de que o racismo atinge principalmente os mais pobres e moradores da periferia.
III- As pistas da charge apontam diretamente para o racismo especialmente contra os pobres trabalhadores e da periferia, vítimas de perseguição da polícia.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia os textos Ve VI para responder à questão.
Texto V

Fonte: https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/. Acesso em 27 abr. 2026.
Texto VI

Disponível em: < https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/>. Data da consulta: 27/04/2026
Leia os textos Ve VI para responder à questão.
Texto V

Fonte: https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/. Acesso em 27 abr. 2026.
Texto VI

Disponível em: < https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/>. Data da consulta: 27/04/2026
I- A ideia expressa na charge em “NÃO TEMOS CERTEZA, MAS FOI ELE”, direcionada ao negro, aponta para a contradição na resposta, isto é, não ter certeza e afirmar. Por essa razão, instala-se aí o racismo. II- Em “NÃO TEMOS CERTEZA, MAS FOI ELE”, temos dois verbos. III- Apalavra CERTEZAé paroxítona e trissílaba.
É CORRETO o que se afirma em: