Questões de Concurso Público UEPB 2025 para Técnico em Laboratório (Análises de Peçonhas e Toxinas)- Edital nº 004
Foram encontradas 20 questões
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira
Pesquisa da USP evidencia aumento relevante nas despesas com pets nas últimas décadas, surgimento de novos serviços especializados e tendência de crescimento no mercado externo
Segundo levantamento realizado pelo Instituto Quaest em 2024, o Brasil é o terceiro país mais populoso em número de animais de estimação. Enquanto a quantidade de filhos por residência está em queda – em 2003, o tamanho médio das famílias era de 3,62 pessoas e, em 2022, chegou a 2,8 pessoas –, o número de pets está em crescimento, e alcançou razão de 2,3 pets por domicílio no mesmo período. Pesquisas recentes ressaltam que a presença de animais na casa pode ter benefícios psicossociais, contribuindo para a saúde mental e para o desenvolvimento afetivo dos seus tutores.
Além das mudanças no núcleo familiar, os pets também se tornam parte essencial da economia brasileira. Entre 2002 e 2018, o número de famílias que declararam despesas com animais de estimação quase triplicou (de 11,72% para 30,27%). Recentemente, ambientes pet friendly se alastraram pelo país: cães e gatos são bem-vindos em shoppings, cafés, sorveterias e bares, que oferecem até mesmo produtos específicos para eles.
Em sua tese de doutorado, Clécia Satel, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP, sob orientação do professor Rodolfo Hoffmann, analisou mudanças na renda, nos hábitos das famílias e no consumo de produtos para pets no Brasil. “Antigamente, os gastos eram praticamente com ração e medicamentos, e agora temos variedades de serviços e itens, desde roupas até petiscos que alimentam grandes indústrias”, comenta.
A partir de dados das Pesquisas de Orçamento Familiares (POF) de 2002-2003, 2008-2009 e 2017-2018, a cientista buscou entender como os novos arranjos familiares e o poder aquisitivo das famílias influenciaram nessas despesas. Segundo ela, a mudança na relação estabelecida com os pets e no investimento financeiro dos tutores não ocorreu apenas entre os mais ricos, mas também na classe média.
O desempenho econômico do setor pet, que está em plena expansão no país, também demanda atenção. “Entender como e porque as famílias gastam com animais de estimação ajuda a orientar políticas públicas, negócios e até estratégias de exportação”, afirma a cientista.
Fonte: NANGINO, Gabriela. Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/animais-de-estimacao-ja-sao-parte-fundamental-da-familia-e-da-economia-brasileiras/. Acesso em 09 out. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira
Pesquisa da USP evidencia aumento relevante nas despesas com pets nas últimas décadas, surgimento de novos serviços especializados e tendência de crescimento no mercado externo
Segundo levantamento realizado pelo Instituto Quaest em 2024, o Brasil é o terceiro país mais populoso em número de animais de estimação. Enquanto a quantidade de filhos por residência está em queda – em 2003, o tamanho médio das famílias era de 3,62 pessoas e, em 2022, chegou a 2,8 pessoas –, o número de pets está em crescimento, e alcançou razão de 2,3 pets por domicílio no mesmo período. Pesquisas recentes ressaltam que a presença de animais na casa pode ter benefícios psicossociais, contribuindo para a saúde mental e para o desenvolvimento afetivo dos seus tutores.
Além das mudanças no núcleo familiar, os pets também se tornam parte essencial da economia brasileira. Entre 2002 e 2018, o número de famílias que declararam despesas com animais de estimação quase triplicou (de 11,72% para 30,27%). Recentemente, ambientes pet friendly se alastraram pelo país: cães e gatos são bem-vindos em shoppings, cafés, sorveterias e bares, que oferecem até mesmo produtos específicos para eles.
Em sua tese de doutorado, Clécia Satel, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP, sob orientação do professor Rodolfo Hoffmann, analisou mudanças na renda, nos hábitos das famílias e no consumo de produtos para pets no Brasil. “Antigamente, os gastos eram praticamente com ração e medicamentos, e agora temos variedades de serviços e itens, desde roupas até petiscos que alimentam grandes indústrias”, comenta.
A partir de dados das Pesquisas de Orçamento Familiares (POF) de 2002-2003, 2008-2009 e 2017-2018, a cientista buscou entender como os novos arranjos familiares e o poder aquisitivo das famílias influenciaram nessas despesas. Segundo ela, a mudança na relação estabelecida com os pets e no investimento financeiro dos tutores não ocorreu apenas entre os mais ricos, mas também na classe média.
O desempenho econômico do setor pet, que está em plena expansão no país, também demanda atenção. “Entender como e porque as famílias gastam com animais de estimação ajuda a orientar políticas públicas, negócios e até estratégias de exportação”, afirma a cientista.
Fonte: NANGINO, Gabriela. Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/animais-de-estimacao-ja-sao-parte-fundamental-da-familia-e-da-economia-brasileiras/. Acesso em 09 out. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira
Pesquisa da USP evidencia aumento relevante nas despesas com pets nas últimas décadas, surgimento de novos serviços especializados e tendência de crescimento no mercado externo
Segundo levantamento realizado pelo Instituto Quaest em 2024, o Brasil é o terceiro país mais populoso em número de animais de estimação. Enquanto a quantidade de filhos por residência está em queda – em 2003, o tamanho médio das famílias era de 3,62 pessoas e, em 2022, chegou a 2,8 pessoas –, o número de pets está em crescimento, e alcançou razão de 2,3 pets por domicílio no mesmo período. Pesquisas recentes ressaltam que a presença de animais na casa pode ter benefícios psicossociais, contribuindo para a saúde mental e para o desenvolvimento afetivo dos seus tutores.
Além das mudanças no núcleo familiar, os pets também se tornam parte essencial da economia brasileira. Entre 2002 e 2018, o número de famílias que declararam despesas com animais de estimação quase triplicou (de 11,72% para 30,27%). Recentemente, ambientes pet friendly se alastraram pelo país: cães e gatos são bem-vindos em shoppings, cafés, sorveterias e bares, que oferecem até mesmo produtos específicos para eles.
Em sua tese de doutorado, Clécia Satel, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP, sob orientação do professor Rodolfo Hoffmann, analisou mudanças na renda, nos hábitos das famílias e no consumo de produtos para pets no Brasil. “Antigamente, os gastos eram praticamente com ração e medicamentos, e agora temos variedades de serviços e itens, desde roupas até petiscos que alimentam grandes indústrias”, comenta.
A partir de dados das Pesquisas de Orçamento Familiares (POF) de 2002-2003, 2008-2009 e 2017-2018, a cientista buscou entender como os novos arranjos familiares e o poder aquisitivo das famílias influenciaram nessas despesas. Segundo ela, a mudança na relação estabelecida com os pets e no investimento financeiro dos tutores não ocorreu apenas entre os mais ricos, mas também na classe média.
O desempenho econômico do setor pet, que está em plena expansão no país, também demanda atenção. “Entender como e porque as famílias gastam com animais de estimação ajuda a orientar políticas públicas, negócios e até estratégias de exportação”, afirma a cientista.
Fonte: NANGINO, Gabriela. Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/animais-de-estimacao-ja-sao-parte-fundamental-da-familia-e-da-economia-brasileiras/. Acesso em 09 out. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira
Pesquisa da USP evidencia aumento relevante nas despesas com pets nas últimas décadas, surgimento de novos serviços especializados e tendência de crescimento no mercado externo
Segundo levantamento realizado pelo Instituto Quaest em 2024, o Brasil é o terceiro país mais populoso em número de animais de estimação. Enquanto a quantidade de filhos por residência está em queda – em 2003, o tamanho médio das famílias era de 3,62 pessoas e, em 2022, chegou a 2,8 pessoas –, o número de pets está em crescimento, e alcançou razão de 2,3 pets por domicílio no mesmo período. Pesquisas recentes ressaltam que a presença de animais na casa pode ter benefícios psicossociais, contribuindo para a saúde mental e para o desenvolvimento afetivo dos seus tutores.
Além das mudanças no núcleo familiar, os pets também se tornam parte essencial da economia brasileira. Entre 2002 e 2018, o número de famílias que declararam despesas com animais de estimação quase triplicou (de 11,72% para 30,27%). Recentemente, ambientes pet friendly se alastraram pelo país: cães e gatos são bem-vindos em shoppings, cafés, sorveterias e bares, que oferecem até mesmo produtos específicos para eles.
Em sua tese de doutorado, Clécia Satel, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP, sob orientação do professor Rodolfo Hoffmann, analisou mudanças na renda, nos hábitos das famílias e no consumo de produtos para pets no Brasil. “Antigamente, os gastos eram praticamente com ração e medicamentos, e agora temos variedades de serviços e itens, desde roupas até petiscos que alimentam grandes indústrias”, comenta.
A partir de dados das Pesquisas de Orçamento Familiares (POF) de 2002-2003, 2008-2009 e 2017-2018, a cientista buscou entender como os novos arranjos familiares e o poder aquisitivo das famílias influenciaram nessas despesas. Segundo ela, a mudança na relação estabelecida com os pets e no investimento financeiro dos tutores não ocorreu apenas entre os mais ricos, mas também na classe média.
O desempenho econômico do setor pet, que está em plena expansão no país, também demanda atenção. “Entender como e porque as famílias gastam com animais de estimação ajuda a orientar políticas públicas, negócios e até estratégias de exportação”, afirma a cientista.
Fonte: NANGINO, Gabriela. Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/animais-de-estimacao-ja-sao-parte-fundamental-da-familia-e-da-economia-brasileiras/. Acesso em 09 out. 2025. [Adaptado].
I- A vírgula 1 está sendo empregada para isolar um vocativo.
II- A vírgula 2 está sendo empregada para separar termos de mesma função no período.
III- A vírgula 4 foi empregada para indicar a elipse de um termo.
IV- O termo “bem-vindos” deve ser grafado sem hífen.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira
Pesquisa da USP evidencia aumento relevante nas despesas com pets nas últimas décadas, surgimento de novos serviços especializados e tendência de crescimento no mercado externo
Segundo levantamento realizado pelo Instituto Quaest em 2024, o Brasil é o terceiro país mais populoso em número de animais de estimação. Enquanto a quantidade de filhos por residência está em queda – em 2003, o tamanho médio das famílias era de 3,62 pessoas e, em 2022, chegou a 2,8 pessoas –, o número de pets está em crescimento, e alcançou razão de 2,3 pets por domicílio no mesmo período. Pesquisas recentes ressaltam que a presença de animais na casa pode ter benefícios psicossociais, contribuindo para a saúde mental e para o desenvolvimento afetivo dos seus tutores.
Além das mudanças no núcleo familiar, os pets também se tornam parte essencial da economia brasileira. Entre 2002 e 2018, o número de famílias que declararam despesas com animais de estimação quase triplicou (de 11,72% para 30,27%). Recentemente, ambientes pet friendly se alastraram pelo país: cães e gatos são bem-vindos em shoppings, cafés, sorveterias e bares, que oferecem até mesmo produtos específicos para eles.
Em sua tese de doutorado, Clécia Satel, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP, sob orientação do professor Rodolfo Hoffmann, analisou mudanças na renda, nos hábitos das famílias e no consumo de produtos para pets no Brasil. “Antigamente, os gastos eram praticamente com ração e medicamentos, e agora temos variedades de serviços e itens, desde roupas até petiscos que alimentam grandes indústrias”, comenta.
A partir de dados das Pesquisas de Orçamento Familiares (POF) de 2002-2003, 2008-2009 e 2017-2018, a cientista buscou entender como os novos arranjos familiares e o poder aquisitivo das famílias influenciaram nessas despesas. Segundo ela, a mudança na relação estabelecida com os pets e no investimento financeiro dos tutores não ocorreu apenas entre os mais ricos, mas também na classe média.
O desempenho econômico do setor pet, que está em plena expansão no país, também demanda atenção. “Entender como e porque as famílias gastam com animais de estimação ajuda a orientar políticas públicas, negócios e até estratégias de exportação”, afirma a cientista.
Fonte: NANGINO, Gabriela. Os animais de estimação já são parte fundamental da família e da economia brasileira. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/animais-de-estimacao-ja-sao-parte-fundamental-da-familia-e-da-economia-brasileiras/. Acesso em 09 out. 2025. [Adaptado].
A – “A partir de dados das Pesquisas de Orçamento Familiares (POF) de 2002-2003, 2008-2009 e 2017-2018, a cientista buscou entender como os novos arranjos familiares e o poder aquisitivo das famílias influenciaram nessas despesas.”
B – “Segundo ela, a mudança na relação estabelecida com os pets e no investimento financeiro dos tutores não ocorreu apenas entre os mais ricos, mas também na classe média.”
Marque a assertiva CORRETA acerca das relações coesivas exploradas no Texto I.

I- O e-mail solicitado deve ser redigido em linguagem informal, pois é uma comunicação pessoal entre colegas de uma instituição.
II- O e-mail solicitado deve ser redigido em linguagem formal, razão pela qual imprescinde do uso da norma padrão.
III- Por ser um texto predominantemente argumentativo, apresenta a defesa de um ponto de vista.
IV- A linguagem empregada no fragmento “A presença de todos são importante pra o bom andamento das ações” é um bom exemplo do uso formal da língua portuguesa.
V- No fragmento “A presença de todos são importante pra o bom andamento das ações” observa-se a presença de termo reduzido, típico de uma linguagem menos monitorada.
É CORRETO o que se afirma apenas em:


I- Deverá ser inserido o artigo definido “a” antes de “organização” para estabelecer paralelismo sintático com “o planejamento” e “as metas”.
II- O verbo “foi” deverá ser flexionado no plural para concordar com “metas”.
III- O termo “estabelecido” deverá permanecer no masculino singular para garantir a correção linguística.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

I- A vírgula empregada após “Prezados professores” deve ser excluída, pois não há razão para o seu emprego.
II- Poderá ser inserida uma vírgula depois de “Na ocasião”, uma vez que esse sinal de pontuação deve ser empregado para separar termos explicativos ou corretivos.
III- A vírgula empregada em “Vai ser discutido o planejamento das atividades de novembro, organização do calendário e as metas que foi estabelecido no último trimestre” foi adequadamente empregada para separar termos mesma função sintática.
IV- Deverá ser inserida vírgula após “Escola municipal Fernando Pessoa” (2ª linha do texto) para assinalar o adjunto adverbial deslocado.
É CORRETO o que se afirma em:

Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Boletim Epidemiológico: Epidemiologia dos acidentes escorpiônicos no Brasil e m 2023, volume 56, 2025, n. 5º, 15 de abril de 2025. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2025/boletim-epidemiologico-no-5-vol-56-15-de-abr.pdf/view>. Acesso em: 25 de set. de 2025.
Sobre os acidentes com escorpiões analise as assertivas a seguir.
I- As espécies Tityus stigmurus é a principal responsável por acidentes graves envolvendo escorpiões no Brasil, devido a ação neurotóxica de sua peçonha.
II- Tityus stigmurus, T. serrulatus, T. bahiensis e T. obscurus são as espécies de escorpiões consideradas de importância em saúde, pelo Ministério da Saúde brasileiro, já que podem deflagrar acidentes graves.
III- A gravidade dos acidentes por escorpiões depende principalmente da espécie envolvida, do tamanho, idade e nutrição, da quantidade de peçonha inoculada, condições climáticas e atraso na busca por tratamento.
É CORRETO o que se afirma em:
Sobre a composição da peçonha deste grupo é CORRETO afirmar que:
Fonte: Reportagem de Natasha Pinelli, Disponível em: em https://butantan.gov.br/noticias/acidentes-com-serpentes-peconhentas-no-brasil-mais-de-31-mil-casos-em2024-e-trabalhadores-rurais-como-principais-vitimas. Acesso em: 25 de set. de 2025.
Sobre os acidentes com serpentes peçonhentas, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: ALLEGRO, Pietra. Da Descoberta da Bradicinina ao Desenvolvimento do Captopril. Unidade Embrapii de Descoberta e Desenvolvimento de Fármacos, USP, 16 maio 2025. Disponível em: https://sites.usp.br/embrapii/descoberta-da-bradicinina-e-desenvolvimento-do-captopril/. Acesso em: 25 de set. de 2025.
Sobre as pesquisas envolvendo peçonhas ofídicas avalie as assertivas a seguir.
I- A purificação de moléculas bioativas de peçonhas ofídicas pode ser realizada mediante diferentes técnicas cromatográficas, tal como a cromatografia de Gel Filtração ou Exclusão Molecular, que separa as moléculas com base em suas cargas.
II- A cromatografia de afinidade é amplamente utilizada na busca de moléculas que apresentam ligantes específicos, como as Lectinas.
III- O design molecular permite que biomoléculas sejam sintetizadas e modificadas racionalmente para serem direcionadas aos seus alvos específicos.
É CORRETO o que se afirma em:
No Brasil existem duas famílias de serpentes de importância médica: a família Elapidae, cujos representantes são as serpentes do gênero Micrurus e Leptomicrurus, conhecidas como corais verdadeiras; e a família Viperidae, cujos representantes pertencem aos gêneros Bothrops e Bothrocophias(jararacas), Crotalus(cascavéis) e Lachesis(Surucucu).
Sobre as serpentes de importância médica no Brasil, é CORRETO afirmar que:
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Boletim Epidemiológico: Epidemiologia dos acidentes escorpiônicos no Brasil em 2023, volume 56, 2025, n. 5º, 15 de abril de 2025. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2025/boletim-epidemiologico-no-5-vol-56-15-de-abr.pdf/view>. Acesso em: 25 de set. de 2025.
Sobre os acidentes deste tipo no Brasil, marque a alternativa CORRETA.
Fonte: SECRETARIA da SAÚDE do Paraná. Acidentes por animais peçonhentos. Curitiba: SESA-PR, [s.d.]. Disponível em: https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Acidentes-por-animais-peconhentos. Acesso em: 6 out. 2025.
Sobre a prevenção de acidentes com animais peçonhentos, analise as assertivas a seguir.
I- Caso encontre um animal peçonhento, tente removê-lo evitando o contato direto com as mãos.
II- Deve-se usar calçados e luvas nas atividades rurais e de jardinagem; examinar calçados, roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las; afastar camas das paredes e evitar pendurar roupas fora de armários, são algumas das medidas recomendadas para evitar acidentes com animais peçonhentos
III- Deve-se controlar roedores existentes na área e combater insetos, principalmente baratas que são alimentos para escorpiões e aranhas.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: INSTITUTO BUTANTAN. Como é produzido o soro contra o veneno das cobras? São Paulo: Butantan, 19 mar. 2021. Disponível em: https://butantan.gov.br/bubutantan/como-e-produzido-o-soro-contra-o-veneno-das-cobras. Acesso em: 6 out. 2025.
Sobre os soros antiofídicos produzidos no Brasil, marque a alternativa CORRETA.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Acidentes ofídicos. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-dea-a-z/a/animais-peconhentos/acidentes-ofidicos. Acesso em: 6 out. 2025.
Sobre a composição das peçonhas ofídicas e sua manipulação em laboratórios, analise as assertivas seguintes.
I- A manipulação de amostras de peçonha deve atentar para a variação de temperatura, de modo que as proteínas não sejam degradadas e, consequentemente, percam sua função.
II- Proteínas de peçonha de serpente são extremamente resistentes à variação de temperatura e pH, permitindo uma liberdade maior na manipulação da amostra.
III- A peçonha das serpentes apresenta em sua composição, majoritariamente, cerca de 90% de proteínas e peptídeos em seu peso seco.
É CORRETO o que se afirma em: