Questões de Concurso Público Prefeitura de Olivedos - PB 2025 para Técnico em Informática

Foram encontradas 40 questões

Q3691640 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento


23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47



    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. Aleitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.



Fonte: “AFALTADE LEITURAPODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.

Observe o trecho em destaque “Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes”. Sobre ele e seu contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3691641 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento


23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47



    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. Aleitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.



Fonte: “AFALTADE LEITURAPODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.

No que se refere à intencionalidade do texto, a argumentação é construída com a finalidade de: 
Alternativas
Q3691642 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento


23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47



    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. Aleitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.



Fonte: “AFALTADE LEITURAPODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.

No último parágrafo, o termo em destaque “Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador.” funciona como elemento de coesão:
Alternativas
Q3691643 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento


23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47



    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. Aleitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.



Fonte: “AFALTADE LEITURAPODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.

Observe o trecho “A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia”. A expressão em destaque funciona como:
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Q3691644 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento


23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47



    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. Aleitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.



Fonte: “AFALTADE LEITURAPODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.

Pode-se substituir a palavra “escapismo”, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q3691645 Português

Leia o texto II para responder à questão.


Texto II 



Fonte: Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4538-1.jpg Acesso em: 07 mar. 2025. 

Observe as falas dos dois primeiros balões e as palavras que foram destacadas: “Vovô, você está velho demais para frequentar uma faculdade.” e “Meu jovem, não existe idade para parar de aprender. Só envelhece quem para de aprender.” Respectivamente, qual função desempenham os termos em destaque nos períodos em que estão?

Alternativas
Q3691646 Português

Leia o texto II para responder à questão.


Texto II 



Fonte: Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4538-1.jpg Acesso em: 07 mar. 2025. 

Sobre a charge, qual o tema central do texto?
Alternativas
Q3691647 Português

Leia o texto II para responder à questão.


Texto II 



Fonte: Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4538-1.jpg Acesso em: 07 mar. 2025. 

Qual fato provoca o humor na charge?
Alternativas
Q3691648 Português

O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III


A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem.

    [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

    À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.



Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.

Sobre os elementos da narrativa presentes no texto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3691649 Português

O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III


A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem.

    [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

    À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.



Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.

Assinale a alternativa que traz CORRETAMENTE o gênero do texto lido e a explicação sobre este gênero. 
Alternativas
Q3691650 Português

O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III


A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem.

    [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

    À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.



Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.

Sobre o texto, afirma-se que ele:
Alternativas
Q3691651 Português

O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III


A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem.

    [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

    À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.



Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.

No trecho em destaque “São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrarpelos poros.”, qual figura de linguagem se observa?
Alternativas
Q3691652 Português

O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III


A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem.

    [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

    À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.



Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.

Analise as assertivas sobre o trecho “O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar!”.



I- Verde e azul, apesar de se classificarem normalmente como adjetivos, aqui funcionam como substantivos.


II- “O verde e o azul” constituem o sujeito composto da oração.


III- “O verde e o azul” são adjuntos adnominais, já que são adjetivos.


IV- “lá longe ainda” funciona como locução adverbial de lugar.


V- Há um verbo elíptico no trecho.



É CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q3691653 Português

Leia o texto IV para responder à questão.


Texto IV





F o n t e : Dis p o n í v e l em: h t t p s: / / 3 . b p . b l o g s p o t . c om/- 4 - q FLfCNY6 0 /WBSAg rG0MMI/AAAAAAAABmk / nKCbVoGXS _ c f 5 sMe - eCGcecDRKw_BlMpQCLcB/s1600/Prof%2Bmeme%2B6.jpg. Acesso em: 23 set. 2025.

Sobre o texto, analise as assertivas que seguem.



I- A linguagem não verbal não colabora na produção de sentidos.


II- Alinguagem verbal, isoladamente, é suficiente para a compreensão global de sentidos.


III- Para uma leitura com construção completa de sentidos desse texto, a leitura da linguagem verbal e da linguagem não-verbal são importantes.


IV- Reconhecer os contextos de referência dos textos não verbais colabora para a compreensão do texto atual.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3691654 Português

Leia o texto IV para responder à questão.


Texto IV





F o n t e : Dis p o n í v e l em: h t t p s: / / 3 . b p . b l o g s p o t . c om/- 4 - q FLfCNY6 0 /WBSAg rG0MMI/AAAAAAAABmk / nKCbVoGXS _ c f 5 sMe - eCGcecDRKw_BlMpQCLcB/s1600/Prof%2Bmeme%2B6.jpg. Acesso em: 23 set. 2025.

Observe o verbo “ver” que aparece nos quatro momentos do texto. Sobre ele, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3691655 Noções de Informática
A alternativa que descreve CORRETAMENTE a função do recurso Área de Transferência no Windows 10/11 é:  
Alternativas
Q3691656 Sistemas Operacionais

Sobre os conceitos de sistemas operacionais, analise as afirmações abaixo:



I- No Linux, os diretórios são organizados em uma estrutura hierárquica, começando pelo diretório raiz (/).


II- A extensão de um arquivo no Windows não tem relação com o programa usado para abri-lo.


III- No Windows, atalhos são cópias idênticas dos arquivos originais, ocupando o mesmo espaço em disco.



É CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q3691657 Arquitetura de Computadores
A relação entre hardware e software é essencial para o funcionamento de um computador. Sobre essa dependência, marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3691658 Noções de Informática

Analise as afirmações sobre edição de textos, planilhas e apresentações:



I- No Microsoft Excel, a função =SOMA(A1:A10) calcula a soma dos valores no intervalo especificado.


II- No Microsoft Excel, a formatação condicional permite destacar células com base em critérios pré-definidos.


III- No Microsoft PowerPoint, o slide mestre é usado para aplicar formatação única a um slide específico.


IV- No Google Docs, o recurso "Modo Offline" permite editar documentos sem conexão à internet, mas não sincroniza as alterações posteriormente.



É CORRETO o que se afirma apenas em: 

Alternativas
Q3691659 Noções de Informática
Marque a alternativa que descreve a melhor prática para a realização de backups de dados importantes.  
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: D
4: C
5: D
6: C
7: A
8: E
9: B
10: B
11: A
12: E
13: E
14: D
15: B
16: B
17: D
18: A
19: E
20: D