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Questões de Concurso Público Prefeitura de São Francisco - MG 2026 para Técnico de Laboratório

Foram encontradas 30 questões

Q4262903 Técnicas em Laboratório
Um paciente de 58 anos, portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial, compareceu ao laboratório clínico com uma solicitação médica para realização dos seguintes exames:

Hemograma completo;

Tempo de protrombina (TP);

Tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa);

Glicemia de jejum;

Sódio e potássio;

Hemoglobina glicada (HbA1c). 

Antes da coleta, o técnico de laboratório conferiu os tubos disponíveis, conforme descrito a seguir.

Fonte: CLSI. GP41 – collection of diagnostic venous blood specimens. 8. ed. Wayne: Clinical and Laboratory Standards Institute, 2023. Disponível em:
https://clsi.org. Acesso em: 2 jul. 2026. Adaptado. 
Considerando os exames solicitados e as recomendações técnicas para utilização dos tubos de coleta, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4262904 Técnicas em Laboratório
Durante uma rotina de coleta sanguínea em um laboratório clínico, um técnico realizou punção venosa para obtenção de amostras destinadas aos exames de hemograma, coagulograma e bioquímica. Após a centrifugação, observou-se que a amostra destinada à dosagem de potássio apresentava intensa hemólise, tornando o exame inadequado para análise.
Considerando as possíveis causas da hemólise durante a fase pré-analítica, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4262905 Técnicas em Laboratório
Durante a rotina do setor de Hematologia de um laboratório clínico, um técnico de laboratório recebeu uma lâmina contendo um esfregaço sanguíneo corado pelo método de May-Grünwald-Giemsa (MGG) para realização da contagem diferencial de leucócitos. Anteriormente ao início da leitura microscópica, foi necessário selecionar a objetiva adequada para observar os detalhes morfológicos das células sanguíneas.

A figura a seguir apresenta um microscópio óptico binocular utilizado em laboratórios de análises clínicas, com destaque para as objetivas disponíveis.


Microscópio óptico binocular utilizado em análise clínica 



Legenda:


Fontes: TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2023.
OLYMPUS CORPORATION. Microscopy resource center. Disponível em: https://pt.slideshare.net/slideshow/2-microscpio/11839032.
Acesso em: 2 jul. 2026. Adaptados. 
Ao iniciar a análise do esfregaço sanguíneo, o técnico deve utilizar a objetiva de maior aumento em associação ao óleo de imersão para permitir adequada visualização dos detalhes morfológicos das células sanguíneas.
Nessa situação, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4262906 Técnicas em Laboratório

Observe a figura a seguir para responder à questão, que a ela se refere.


Fonte: BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) n.º 786, de 5 de maio de 2023. Dispõe

sobre os requisitos técnico-sanitários para o funcionamento de Laboratórios Clínicos, de Laboratórios de Anatomia Patológica e de outros Serviços que

executam as atividades relacionadas aos Exames de Análises Clínicas (EAC) e dá outras providências. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 10 maio

2023. Consolidada com as alterações da RDC n.º 824, de 27 de outubro de 2023. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora (NR) n.º 32: segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde. Brasília,

DF: Ministério do Trabalho e Emprego, 2005. Texto vigente e atualizado.

Adaptados.  

Durante um dia de grande demanda em um laboratório de análises clínicas, o supervisor observou um técnico recém contratado realizando procedimentos na sala de triagem de amostras biológicas. Ao longo da atividade, foram identificadas algumas condutas que poderiam comprometer a biossegurança dos profissionais e a qualidade do ambiente laboratorial. A figura 2 representa a situação observada. Após observar a situação ilustrada, o supervisor orientou o profissional sobre as boas práticas laboratoriais e os princípios de biossegurança.
Considerando a situação apresentada, assinale a alternativa CORRETA.  
Alternativas
Q4262907 Técnicas em Laboratório

Observe a figura a seguir para responder à questão, que a ela se refere.


Fonte: BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) n.º 786, de 5 de maio de 2023. Dispõe

sobre os requisitos técnico-sanitários para o funcionamento de Laboratórios Clínicos, de Laboratórios de Anatomia Patológica e de outros Serviços que

executam as atividades relacionadas aos Exames de Análises Clínicas (EAC) e dá outras providências. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 10 maio

2023. Consolidada com as alterações da RDC n.º 824, de 27 de outubro de 2023. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora (NR) n.º 32: segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde. Brasília,

DF: Ministério do Trabalho e Emprego, 2005. Texto vigente e atualizado.

Adaptados.  

Durante a rotina de um laboratório de análises clínicas, um supervisor acompanhou a manipulação de amostras biológicas por um técnico recém-admitido. A figura anterior representa o ambiente de trabalho observado durante a inspeção.
Com base na situação apresentada e nas normas de biossegurança aplicáveis aos laboratórios clínicos, analise as afirmativas a seguir.
I- A utilização de jaleco e luvas reduz o risco ocupacional, porém a proteção respiratória e ocular deve estar corretamente posicionada durante a manipulação de amostras biológicas.
II- A presença da caixa para descarte de materiais perfurocortantes, do recipiente para resíduos infectantes e do frasco de álcool 70% está de acordo com as boas práticas laboratoriais e favorece a segurança do ambiente de trabalho.
III- A organização da bancada e a disponibilidade de equipamentos de proteção coletiva dispensam a utilização correta dos EPI durante o processamento das amostras.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q4262908 Técnicas em Laboratório
Em um laboratório de análises clínicas hospitalar, durante o turno da manhã, um técnico recebeu amostras de urina para urocultura provenientes de diferentes setores da unidade. Uma das amostras chegou ao setor de microbiologia em frasco sem identificação completa, sem registro do horário de coleta e sem refrigeração, tendo sido coletada há mais de 4 horas. Ao realizar a triagem pré-analítica, o profissional avaliou os riscos de comprometimento do resultado microbiológico.
Com base na situação descrita e nas boas práticas de microbiologia clínica, assinale a alternativa CORRETA.  
Alternativas
Q4262909 Biomedicina - Análises Clínicas
Durante a rotina de um laboratório clínico hospitalar, um técnico de laboratório realizou a coleta de sangue venoso para exames de coagulação (TP e TTPa). Após o processamento, o laboratório identificou inconsistência nos resultados, sendo necessário avaliar possíveis erros na fase pré-analítica.
Com base nessa situação, analise as assertivas a seguir.
I- A proporção correta entre sangue e anticoagulante no tubo com citrato de sódio é fundamental para garantir a confiabilidade dos testes de coagulação, pois o excesso ou a deficiência de anticoagulante podem interferir na cascata de coagulação.
PORQUE
II- O citrato de sódio atua quelando o cálcio presente na amostra sanguínea, e alterações na proporção sangue/anticoagulante podem comprometer a reversibilidade desse processo durante a análise laboratorial.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as assertivas.
Alternativas
Q4262910 Técnicas em Laboratório
Durante a rotina de um laboratório clínico hospitalar, um técnico de laboratório recebeu um pedido médico para a realização dos seguintes exames: hemocultura, coagulograma (TP e TTPa), hemograma completo e dosagem de glicose. 

Na sala de coleta, o profissional realizou a venopunção e utilizou os tubos na sequência apresentada na figura a seguir:


Bancada de coleta laboratorial
Disponível em: https://clsi.org. Acesso em: 2 jul. 2026.  
Com base na situação apresentada e nas normas de boas práticas laboratoriais, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4262911 Biomedicina - Análises Clínicas
Em um laboratório de análises clínicas hospitalar, durante o turno da manhã, o setor de triagem recebeu um grande volume de amostras provenientes de unidades de internação e pronto atendimento. Em razão da alta demanda, diferentes profissionais participaram da coleta e do envio dos materiais ao laboratório.

No momento da conferência, o técnico responsável observou uma situação recorrente na rotina institucional: algumas amostras estavam devidamente identificadas com nome completo do paciente e número do prontuário, porém outras continham apenas identificação do leito hospitalar. Além disso, em parte das requisições, não havia registro do horário da coleta e nem identificação do profissional coletador. 

Entre os materiais recebidos, destacava-se uma amostra de sangue em tubo com citrato de sódio destinada à realização de coagulograma (TP e TTPa), porém sem registro do tempo entre a coleta e o envio ao laboratório. O setor clínico solicitava prioridade na liberação do resultado devido à suspeita de distúrbio hemorrágico em paciente internado.

Diante dessa situação, o técnico deve avaliar os critérios de rastreabilidade, integridade da amostra e conformidade pré - analítica antes da liberação do exame. 

Com base nas boas práticas laboratoriais e nas normas de qualidade em análises clínicas, analise as afirmativas a seguir.


I- A identificação incompleta da amostra, com ausência de dados como identificação do coletador ou uso exclusivo do número do leito, compromete a rastreabilidade e pode inviabilizar a liberação do resultado laboratorial.


II- A ausência do registro do horário de coleta não interfere na qualidade do exame de coagulação, uma vez que o citrato de sódio estabiliza integralmente os fatores da coagulação por tempo indeterminado.


III- A liberação de resultados em situações de urgência clínica não deve sobrepor os critérios de qualidade da fase pré analítica, sendo obrigatória a avaliação da integridade e conformidade da amostra antes da análise.


Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s) 

Alternativas
Q4262912 Técnicas em Laboratório
Em um laboratório de análises clínicas, durante a rotina do setor de imuno-hematologia, um técnico de laboratório realizou a tipagem sanguínea de dois pacientes utilizando as provas direta (tipagem direta) e reversa (soro do paciente com hemácias reagentes conhecidas).

Os resultados das reações de aglutinação estão apresentados a seguir.

Resultados da tipagem sanguínea (prova direta e reversa)


Legenda:  

• (+++) aglutinação intensa

• (−) ausência de aglutinação


Fonte da tabela: HARMENING, D. M. Modern blood banking & transfusion practices. 7. ed. Philadelphia: F. A. Davis, 2019. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br. Acesso em: 2 jul. 2026. 
Com base nos resultados apresentados, assinale a alternativa que indica corretamente a tipagem sanguínea dos pacientes. 
Alternativas
Q4262913 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

De acordo com o texto, abraçar uma árvore causa estranheza porque “[...] rompe uma lógica dominante [...]” na atualidade, a qual está relacionada à
I- produtividade.
II- tecnologia.
III- desempenho
IV- resultado.
V- excentricidade.
Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q4262914 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Considere a passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.”
De acordo com o texto, a ecopsicologia é uma área que
I- estabelece relação entre o ser humano e o meio ambiente.
II- postula que basta estar na natureza para se integrar a ela.
III- relaciona a saúde emocional à integração com a natureza.
IV- defende que o ser humano e o ambiente são inseparáveis.
V- gera a interdisciplinaridade, pois une ecologia e psicologia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas  
Alternativas
Q4262915 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Entre as críticas ao comportamento do homem presentes no texto, estão
I- a substituição do natural pelo artificial.
II- a visão negativa do descanso.
III- o hábito dos “banhos de floresta”.
IV- a desconexão com a natureza.
V- o ritmo acelerado da vida.
Estão CORRETOS apenas os itens 
Alternativas
Q4262916 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Considere a passagem “Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos.”
É CORRETO afirmar que em “(des)organiza” o prefixo foi colocado entre parênteses com a intenção de criar sentido  
Alternativas
Q4262917 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Na passagem “As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais [...]”, o verbo “vêm” encontra-se acentuado, de acordo com a norma, porque se trata  
Alternativas
Q4262918 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Na passagem “Não se trata apenas de ‘estar na natureza’, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente.”, em relação ao uso do pronome “se”, é CORRETO afirmar que, de acordo com a norma,  
Alternativas
Q4262919 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Na passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.”, a vírgula foi usada, de acordo com a norma, para intercalar 
Alternativas
Q4262920 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 



Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.



Assinale a passagem do texto 1 que estabelece relação discursiva com o texto 02. 

Alternativas
Q4262921 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.


Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas que compõem o texto 02.
I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade.
II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”.
III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições.
IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal.
V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas  
Alternativas
Q4262922 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.


A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no 
Alternativas
Respostas
1: E
2: C
3: E
4: D
5: A
6: C
7: B
8: D
9: B
10: A
11: A
12: B
13: B
14: E
15: D
16: C
17: E
18: C
19: A
20: D