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Questões de Concurso Público Prefeitura de São Francisco - MG 2026 para Técnico de Enfermagem/Assistência Técnica em Saúde

Foram encontradas 30 questões

Q4262538 Enfermagem
Duas pessoas morreram no município de São Francisco (MG), no mês de junho de 2025, após apresentarem sintomas respiratórios graves. Segundo confirmação da Prefeitura Municipal, os moradores não tinham sido vacinados contra a influenza e as mortes foram causadas pelo vírus H1N1.

Disponível em: https://g1.globo.com/mg/grande-minas/noticia/. Acesso em: 5 jul. 2026. Adaptado.
 

A vacinação tem provado ser uma das estratégias mais eficazes de controle e prevenção de doenças, pois diminui, e em alguns casos impede, a transmissão de doenças entre pessoas. A vacina contra a gripe sazonal protege contra os vírus influenza e são recomendadas para todas as pessoas, a partir dos seis meses de vida, e são administradas por ordem de prioridade.  
Para a administração segura da vacina contra a influenza, é importante avaliar se o indivíduo
I- pertence a algum grupo de risco, como bebês e profissionais de saúde.
II- tem alergias ou reações alérgicas a vacinas ou a qualquer um dos seus componentes.
III- possui hipersensibilidade comprovada a ovos ou outros componentes da vacina.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4262539 Enfermagem
Os medicamentos são substâncias utilizadas no diagnóstico, tratamento, cura, alívio ou prevenção de problemas de saúde e a equipe de enfermagem exerce papel essencial no preparo, administração e avaliação dos efeitos esperados e dos eventos adversos. 

Eles são disponibilizados em diferentes formas farmacêuticas, que influenciam diretamente a via de administração, a velocidade de absorção e o efeito terapêutico desejado. O conhecimento dessas características é essencial para a administração segura deles pela equipe de enfermagem. 
Assinale a alternativa que apresenta associações CORRETAS entre formas farmacêuticas e suas respectivas vias de administração. 
Alternativas
Q4262540 Enfermagem
A prescrição de administração do medicamento Metronidazol 500 mg, endovenoso, diluído em 100 mL de solução fisiológica 0,9%, para ser administrado em infusão intravenosa contínua ao longo de 2 horas estava em execução.
Após 15 minutos, foi solicitada alteração da infusão do restante do medicamento para finalizar em 30 minutos totais de terapia medicamentosa. 
Como deve ser o gotejamento da solução, depois dessa reconsideração da infusão? 
Alternativas
Q4262541 Enfermagem

INSTRUÇÃO: Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão.


Um paciente do sexo masculino, 68 anos, foi admitido há dois dias na unidade de clínica médica de um hospital com diagnóstico de pneumonia bacteriana, adquirida na comunidade, associada à exacerbação aguda da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Durante a admissão, relatou aumento progressivo da dispneia, tosse produtiva com expectoração purulenta e episódios de febre nos últimos cinco dias.


Ao exame físico realizado pelo enfermeiro, o paciente encontrava-se consciente e orientado, porém com sinais de desconforto respiratório moderado. Apresentava: FR = 28 irpm, SpO2 = 89% em ar ambiente, FC = 104 bpm, PA = 130 X 80 mmHg e T = 38,4 °C.


À ausculta pulmonar, observaram-se roncos difusos e crepitações inspiratórias em base pulmonar direita. O paciente referia fadiga aos mínimos esforços e diminuição do apetite desde o início do quadro infeccioso.


Durante a evolução clínica, foi instalada oxigenoterapia por cateter nasal a 2 L/min, com melhora da saturação para 93%. O acesso venoso periférico encontrava-se pérvio em membro superior esquerdo, sem sinais flogísticos ou infiltração.


Na visita multiprofissional da manhã, considerando os resultados dos exames laboratoriais que demonstraram leucocitose com desvio à esquerda e elevação de marcadores inflamatórios, foi prescrita antibioticoterapia intravenosa da seguinte forma: ceftriaxona 1,5 g, por via intravenosa, a cada 12 horas.  


Ao dirigir-se ao posto de enfermagem para o preparo da medicação, o profissional verificou que o medicamento estava disponível em frascos-ampola de 1 g em pó liofilizado e a reconstituição recomendada pelo fabricante de 10 mL de água para injeção. 

Após a reconstituição, cada mililitro da solução apresenta
Alternativas
Q4262542 Enfermagem
O tema segurança do paciente tem ganhado destaque na área a saúde e, nessa abordagem, o termo “evento adverso” foi definido como dano causado pelo cuidado à saúde, e não pela doença de base, o qual prolongou o tempo de permanência do paciente no hospital ou resultou em uma incapacidade presente no momento da alta.
Assim, para melhorar a segurança do paciente, os enfermeiros vêm se organizando em entidades com os objetivos de disseminar e sedimentar a cultura de segurança do paciente nas organizações de saúde, escolas, universidades, organizações governamentais, usuários e familiares. Analise as afirmativas a seguir sobre esse assunto:

Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: https://site.hcrp.usp.br/[...]. Acesso em: 5 jul. 2026.

Considerando as afirmativas apresentadas, correspondem a metas internacionais de segurança do paciente:  
Alternativas
Q4262543 Enfermagem
No âmbito das práticas de segurança cirúrgica, recomenda-se que a demarcação do sítio operatório seja realizada no período pré-operatório. Essa etapa tem como finalidade reduzir o risco de erros de lateralidade, procedimentos em local incorreto ou em estrutura anatômica equivocada. A demarcação deve ser realizada de forma padronizada, visível após a antissepsia e, preferencialmente, pelo cirurgião responsável, em conjunto com a equipe multiprofissional, quando aplicável. Além disso, a comunicação clara entre os membros da equipe de saúde e a conferência dos dados clínicos e cirúrgicos são elementos essenciais para a efetividade dessa medida, integrando o conjunto de ações propostas pelos protocolos de cirurgia segura.
Considerando essas informações, avalie as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I- A demarcação da área cirúrgica com um “x” deve ser realizada com o paciente consciente, quando possível, e antes da indução anestésica, como estratégia para prevenção de erros de lateralidade e procedimentos em local incorreto.
PORQUE
II- A participação do paciente na confirmação do local cirúrgico exime os profissionais de culpa, sendo suficiente a conferência exclusiva da equipe durante o procedimento em centro cirúrgico.
A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4262544 Enfermagem

INSTRUÇÃO: Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão. 


Uma criança de 4 anos de idade, sexo masculino, com peso de 12 kg, foi levada ao Pronto Atendimento pela mãe com história de febre há três dias, de início súbito, com picos de até 39,2 °C, associada à tosse inicialmente seca, que evoluiu para produtiva, além de piora progressiva do estado geral. A mãe relata que a criança apresenta cansaço aos mínimos esforços, episódios de irritabilidade alternados com sonolência e recusa alimentação. Nas últimas 24 horas, observou respiração mais rápida e esforço para respirar, com “afundamento da barriga durante a respiração”. Ao exame físico, a paciente encontra-se em regular estado geral, febril (38,7 °C), prostrada e irritada durante a avaliação. Apresenta taquipneia, com aumento do esforço respiratório, evidenciado por tiragem intercostal e subcostal leve, além de batimento discreto de asas nasais. A ausculta pulmonar revela presença de roncos em base pulmonar direita, com redução do murmúrio vesicular na mesma região. A tosse é frequente e produtiva. A saturação periférica de oxigênio em ar ambiente encontra-se em 93%. A mãe nega comorbidades prévias relevantes. O quadro clínico é compatível com infecção respiratória, sugestiva de pneumonia bacteriana adquirida na comunidade, sendo indicada antibioticoterapia intravenosa. Foi prescrita ceftriaxona 75 mg/kg/dia, em dose única diária, por via intravenosa. A farmácia disponibiliza frascos de ceftriaxona de 1 g e frascos de 100 mL de soro fisiológico 0,9%.


Observação: A medicação, até 1 g, pode ser infundida sem diluição prévia, para infusão contínua em 40 mL de solução (fisiológica ou glicosada), por 30 minutos.  

A medicação foi reconstituída em solução fisiológica e iniciada a infusão na criança em qual gotejamento? 
Alternativas
Q4262545 Psiquiatria
No cuidado em saúde mental, os psicofármacos são amplamente utilizados no tratamento de transtornos, como ansiedade e depressão, devendo ser administrados conforme prescrição médica e acompanhados pela equipe de enfermagem. Entre as classes mais utilizadas na prática clínica, estão os benzodiazepínicos e os antidepressivos. Assinale a alternativa que associa corretamente as classes desses medicamentos e os seus respectivos fármacos mais utilizados.
Alternativas
Q4262546 Enfermagem
A Sistematização da Assistência de Enfermagem, regulamentada no Brasil, organiza o Processo de Enfermagem em etapas inter-relacionadas, garantindo a qualidade e a continuidade do cuidado. Considerando a Resolução do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) n.º 736/2024, o técnico de enfermagem atua de forma integrada à equipe, dentro dos limites de sua competência legal.

Caso clínico: Em uma unidade de clínica médica, após admissão de um paciente com diagnóstico de insuficiência cardíaca descompensada, o enfermeiro realiza a avaliação do paciente por meio da coleta de dados, identifica diagnósticos de enfermagem e estabelece a implementação de enfermagem. Em seguida, distribui atividades à equipe de enfermagem para execução.  
Diante desse contexto, assinale a alternativa que melhor descreve a atuação do técnico de enfermagem no Processo de Enfermagem: 
Alternativas
Q4262547 Enfermagem
A doença de Chagas é uma infecção parasitária causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi considerada um problema de saúde pública, especialmente em países da América Latina, incluindo o Brasil. Trata-se de uma enfermidade que apresenta evolução clínica dividida em fase aguda e crônica, com manifestações clínicas que podem variar desde quadros assintomáticos até formas graves, com comprometimento cardíaco e/ou digestivo.

Diante de sua relevância epidemiológica, a doença de Chagas integra a lista de agravos de notificação compulsória no Brasil, exigindo vigilância ativa dos serviços de saúde, especialmente nos casos agudos, com notificação oportuna às autoridades sanitárias. Essa medida visa permitir a detecção precoce de surtos, o controle de fontes de infecção e a implementação de estratégias de prevenção e controle da transmissão. 
Considerando as formas de transmissão da doença de Chagas, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4262548 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

De acordo com o texto, abraçar uma árvore causa estranheza porque “[...] rompe uma lógica dominante [...]” na atualidade, a qual está relacionada à
I- produtividade.
II- tecnologia.
III- desempenho
IV- resultado.
V- excentricidade.
Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q4262549 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Considere a passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.”
De acordo com o texto, a ecopsicologia é uma área que
I- estabelece relação entre o ser humano e o meio ambiente.
II- postula que basta estar na natureza para se integrar a ela.
III- relaciona a saúde emocional à integração com a natureza.
IV- defende que o ser humano e o ambiente são inseparáveis.
V- gera a interdisciplinaridade, pois une ecologia e psicologia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas  
Alternativas
Q4262550 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Entre as críticas ao comportamento do homem presentes no texto, estão
I- a substituição do natural pelo artificial.
II- a visão negativa do descanso.
III- o hábito dos “banhos de floresta”.
IV- a desconexão com a natureza.
V- o ritmo acelerado da vida.
Estão CORRETOS apenas os itens
Alternativas
Q4262551 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Considere a passagem “Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos.”
É CORRETO afirmar que em “(des)organiza” o prefixo foi colocado entre parênteses com a intenção de criar sentido 
Alternativas
Q4262552 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Na passagem “As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais [...]”, o verbo “vêm” encontra-se acentuado, de acordo com a norma, porque se trata
Alternativas
Q4262553 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Na passagem “Não se trata apenas de ‘estar na natureza’, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente.”, em relação ao uso do pronome “se”, é CORRETO afirmar que, de acordo com a norma,  
Alternativas
Q4262554 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Na passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.”, a vírgula foi usada, de acordo com a norma, para intercalar
Alternativas
Q4262555 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.



Assinale a passagem do texto 1 que estabelece relação discursiva com o texto 02. 

Alternativas
Q4262556 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas que compõem o texto 02.
I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade.
II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”.
III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições.
IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal.
V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Alternativas
Q4262557 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.

A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no 
Alternativas
Respostas
1: E
2: B
3: D
4: D
5: E
6: C
7: B
8: A
9: C
10: A
11: A
12: B
13: B
14: E
15: D
16: C
17: E
18: C
19: A
20: D