Questões de Concurso Público Prefeitura de Juvenília - MG 2026 para Calceteiro/Cozinh Escolar/Mec Manut/Mon Educ Inf/Motorista I e II/Pedreiro/Porteiro Escolar/Servente Escolar
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No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
I- Na fase da infância, o que mais se deseja é aproveitá-la ao máximo, sem pensar na vida adulta.
II- Na fase adulta, com a percepção das responsabilidades, surge o desejo de voltar a ser criança.
III- O desejo pela liberdade de fazer escolhas faz com que a criança deseje chegar à fase adulta.
IV- As experiências vividas na infância influenciam no processo de formação da pessoa adulta.
V- Na infância, o mais importante é que os pais garantam aos seus filhos alimentação e moradia.
Estão CORRETAS as afirmativas
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
De acordo com o texto, aquele que já viveu bastante, tem experiência e sabedoria, aconselha as crianças a
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
Conclui-se que, na expressão “[...] chão da nossa infância [...]”, a palavra “chão” foi empregada no sentido
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
No chão da nossa infância
Durante o retorno de uma viagem com meu primo, que é pai de duas crianças, conversamos sobre como é complexo educar os filhos. Muito mais do que ensinar aqueles “seres humaninhos” e servir como um espelho, é necessário dar a atenção merecida, cultivar boas sementes no coração deles e principalmente não gerar traumas. Uma lição de casa e tanto.
Coincidentemente ou não, dias depois, ao entrevistar um senhor muito sábio e experiente, questionei-o sobre qual seria o conselho que ele daria para o menino que ele mesmo foi, caso o encontrasse. Ele olhou nos meus olhos e disse: “diria para ele aproveitar bem a infância e brincar mais”. Aí entramos naquele dilema de que, quando somos crianças, queremos logo nos tornar grandes – por causa da sensação libertadora de poder escolher – e depois, adultos, temos o desejo de voltar a ser criança – justamente porque percebemos que existem consequências a partir de cada escolha.
O chão da nossa infância é tão mágico e, ao mesmo tempo, crucial para o adulto que nos tornamos. Acho linda a constatação de Manoel de Barros, nosso poeta das miudezas, de que o quintal que a gente brincou é maior do que toda a cidade, por guardar e transmitir toda a carga de sentimentos, emoções e boas lembranças que temos com ele. E é aí que mora a grandeza. “O tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas”, diz o poeta. Pena que descobrimos isso só depois de grandes.
Recorro a outro grande nome da literatura brasileira. Lya Luft afirma que “a infância é um chão que a gente pisa a vida inteira”. Se percebermos, essa conclusão é muito profunda e verdadeira. A nossa fase de criança molda toda a nossa trajetória, desde o que aprendemos (de bom ou nem tão bom assim) até o que sentimos (e aqui entram também carências e traumas). Por isso, criar filhos significa muito mais do que colocar comida na mesa e ter um teto para abrigá-los. Responsabilidade materna e paterna também diz respeito a criar um ambiente familiar tranquilo e que valorize o desenvolvimento deles com equilíbrio saudável. Muito mais do que comprar um brinquedo ou um tablet, é necessário investir em momentos de qualidade com os filhos, para que percebam a importância de amar, ouvir e pedir perdão.
Os pais não precisam ser vistos apenas como bravos sargentos prontos a dar ordens, mas como exemplos de inspiração, que cultivam o “eu te amo” como forma de demonstrar sentimentos e como força que impulsiona que voem, mas que se sintam seguros para voltar sempre que necessário. A missão complexa que eu e meu primo comentamos é justamente essa: de preparar um terreno fértil para que a criança cresça com bases sólidas, encare os desafios e frutifique. Podemos juntos cuidar das nossas crianças, como pequenas plantinhas que crescerão com segurança e se tornarão adultos saudáveis e equilibrados. A infância é um chão que pisamos por toda a vida.
Fonte: MARTINS, Gustavo Tamagno. No chão da nossa infância. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/no-chao-da-nossa-infancia/. Acesso em: 22 jan. 2026.
Texto 02

I- As crianças, diferentemente dos adultos, não têm medo de viver.
II- Os adultos, diferentemente das crianças, não têm medo de viver. III- As personagens Tuta e Mauro declaram que não têm medo de viver.
IV- A personagem Tuta considera que, quando for adulta, terá medo de viver.
V- A personagem Tuta acha que quando for adulta, perderá o medo de viver.
Estão CORRETAS as afirmativas
Texto 02

A palavra “ainda” insere, na fala do último quadro do texto 02, uma ideia de
Texto 02

Considere o número 705, escrito no sistema de numeração decimal, e analise as afirmativas a seguir:
I - O algarismo 7 ocupa a ordem da centena e representa 700 unidades.
II - O algarismo 0, embora ocupe a ordem da dezena, não acrescenta valor à decomposição do número.
III - O algarismo 5 ocupa a ordem da unidade e representa cinco unidades.
IV - A decomposição do número 705 pode ser representada por 7(10²) + 0(10) + 5.
Estão CORRETAS as afirmativas
Um modelo de carro elétrico, cuja bateria possui capacidade de 44 quilowatt-hora (kWh), pode levar de 360 a 480 minutos para atingir a carga completa. Supondo que o veículo foi conectado à tomada às 13 horas e 15 minutos, em que horário a carga estará concluída?
Em uma cidade de um país da Europa, a temperatura registrada no mês de dezembro foi de -4 °C. No mês de janeiro, após a passagem de uma frente quente, a temperatura aumentou 8 °C em relação ao mês anterior. Logo, a temperatura da cidade, em janeiro, foi
Leia o trecho a seguir para responder a esta questão:
O Estado da Cidade do Vaticano é um país soberano onde está localizada a sede mundial da Igreja Católica, sendo o Papa a autoridade máxima do país. O Vaticano é considerado o menor país do mundo, tanto em território quanto em população.
Fonte: CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/vaticano-10-curiosidades-sobre-o-menor-pais-do mundo/. Acesso em: 12 fev. 2026.
A distância entre a Praça de São Pedro, no Vaticano, e o Coliseu, em Roma (Itália), é de 3,6 quilômetros. Logo, essa distância equivale a
Sabe-se que:
- João corre a 200 metros/minuto;
- Ana corre a 260 metros/minuto.
Avalie as afirmativas a seguir com base no enunciado:
I- Ana chega antes de João à praça, mesmo saindo depois.
II- Ana alcança João antes de João chegar à praça.
III- João chega em 13 minutos, no ponto de referência.
IV- João ainda não tinha chegado à praça, quando Ana começa a correr.
Está CORRETO apenas o que se afirma em
( ) A soma dos valores posicionais dos dois algarismos 4 é 4.000.
( ) O valor posicional do algarismo 5 é 50.000.
( ) Ao trocar os algarismos das dezenas e das centenas, o número formado é 54.642.
( ) O algarismo 6 representa 60 unidades, nesse número.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
- João possuía 1 nota de R$ 200,00, 2 notas de R$ 50,00 e 3 notas de R$ 2,00.
- Maria possuía 3 notas de R$ 100,00, 2 notas de R$ 10,00 e 2 notas de R$ 5,00.
- Luana possuía 7 notas de R$ 20,00, 8 notas de R$ 10,00, 4 notas de R$ 5,00 e 2 notas de R$ 2,00.
Com base nessas informações, avalie as afirmativas a seguir:
I- Considerando todas as maiores notas de cada amigo, o valor total obtido é de R$ 640,00.
II- Considerando todas as menores notas de cada amigo, o valor total obtido é de R$ 240,00.
III- Entre os três amigos, Luana é quem possui a maior quantia de dinheiro.
Está CORRETO apenas o que se afirma em