Questões de Concurso Público UFF 2022 para Transferência Facultativa - Tópicos de Ensino Médio - Língua Portuguesa

Foram encontradas 40 questões

Q3381438 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
Edgar Morin é filósofo, antropólogo, sociólogo e tem várias publicações voltadas para a Educação. Assim se inicia seu texto: “Desejo expor esta dificuldade tão frequente nas ciências humanas, em que se fala de um objeto como se ele existisse fora de nós, os sujeitos” (linhas 1-2). A que “dificuldade” Morin se refere?
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Q3381438 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
Edgar Morin é filósofo, antropólogo, sociólogo e tem várias publicações voltadas para a Educação. Assim se inicia seu texto: “Desejo expor esta dificuldade tão frequente nas ciências humanas, em que se fala de um objeto como se ele existisse fora de nós, os sujeitos” (linhas 1-2). A que “dificuldade” Morin se refere?
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Q3381439 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
No fragmento em análise, predomina o modo
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Q3381439 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
No fragmento em análise, predomina o modo
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Q3381440 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
Em vários momentos, o autor explica o sentido de uma palavra: “a palavra sujeito oscila, aqui, entre dois sentidos que o polarizam” (linha 4); “A palavra complexo deve ser entendida em seu sentido literal: complexus, aquilo que se tece em conjunto” (linhas 8-9); “pela palavra físico, entende-se o componente biológico” (linha 13). Esse procedimento é próprio da mensagem em que predomina a seguinte função da linguagem:
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Q3381440 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
Em vários momentos, o autor explica o sentido de uma palavra: “a palavra sujeito oscila, aqui, entre dois sentidos que o polarizam” (linha 4); “A palavra complexo deve ser entendida em seu sentido literal: complexus, aquilo que se tece em conjunto” (linhas 8-9); “pela palavra físico, entende-se o componente biológico” (linha 13). Esse procedimento é próprio da mensagem em que predomina a seguinte função da linguagem:
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Q3381441 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
O conector sublinhado em “E isso é, evidentemente, flagrante para o amor, uma vez que a maioria de nós sempre foi e será sujeito do amor” (linhas 3-4) pode ser substituído, sem alterar o sentido do enunciado, por
Alternativas
Q3381441 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
O conector sublinhado em “E isso é, evidentemente, flagrante para o amor, uma vez que a maioria de nós sempre foi e será sujeito do amor” (linhas 3-4) pode ser substituído, sem alterar o sentido do enunciado, por
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Q3381442 Português

Leia o fragmento seguinte para responder a questão.


“Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades, mas não é sobre modulação cultural que irei discorrer: antes de mais nada, tentarei indicá-los.”(linhas 18-19)

O emprego de dois pontos se justifica por:
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Q3381442 Português

Leia o fragmento seguinte para responder a questão.


“Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades, mas não é sobre modulação cultural que irei discorrer: antes de mais nada, tentarei indicá-los.”(linhas 18-19)

O emprego de dois pontos se justifica por:
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Q3381443 Português

Leia o fragmento seguinte para responder a questão.


“Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades, mas não é sobre modulação cultural que irei discorrer: antes de mais nada, tentarei indicá-los.”(linhas 18-19)

Na voz passiva sintética, a oração “Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades...” (linha 18), teria a seguinte estrutura, de acordo com a norma padrão: 
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Q3381443 Português

Leia o fragmento seguinte para responder a questão.


“Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades, mas não é sobre modulação cultural que irei discorrer: antes de mais nada, tentarei indicá-los.”(linhas 18-19)

Na voz passiva sintética, a oração “Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades...” (linha 18), teria a seguinte estrutura, de acordo com a norma padrão: 
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Q3381444 Português

Leia o fragmento seguinte para responder a questão.


“Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades, mas não é sobre modulação cultural que irei discorrer: antes de mais nada, tentarei indicá-los.”(linhas 18-19)

Em “...antes de mais nada, tentarei indicá-los”, o vocábulo em destaque é uma forma pronominal coesiva
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Q3381444 Português

Leia o fragmento seguinte para responder a questão.


“Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades, mas não é sobre modulação cultural que irei discorrer: antes de mais nada, tentarei indicá-los.”(linhas 18-19)

Em “...antes de mais nada, tentarei indicá-los”, o vocábulo em destaque é uma forma pronominal coesiva
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Q3381445 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
No fragmento “Em uma extremidade há um componente físico e, pela palavra físico, entende-se o componente biológico, que não se reduz ao componente sexual, mas inclui o engajamento do ser corporal” (linhas 12-14) o conectivo sublinhado exprime ideia de: 
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Q3381445 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
No fragmento “Em uma extremidade há um componente físico e, pela palavra físico, entende-se o componente biológico, que não se reduz ao componente sexual, mas inclui o engajamento do ser corporal” (linhas 12-14) o conectivo sublinhado exprime ideia de: 
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Q3381446 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)

“O amor enraíza-se em nossa corporeidade e, nesse sentido, pode-se dizer que o amor precede a palavra. Mas o amor encontra-se, ao mesmo tempo, enraizado em nosso ser mental, em nosso mito, que, evidentemente, pressupõe a linguagem e, nesse sentido, pode-se dizer que o amor decorre da linguagem.” (linhas 20-23).


Os verbos sublinhados no fragmento acima estão no tempo presente do modo indicativo. O tempo e o modo verbais empregados indicam, no texto, fatos considerados como

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Q3381446 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)

“O amor enraíza-se em nossa corporeidade e, nesse sentido, pode-se dizer que o amor precede a palavra. Mas o amor encontra-se, ao mesmo tempo, enraizado em nosso ser mental, em nosso mito, que, evidentemente, pressupõe a linguagem e, nesse sentido, pode-se dizer que o amor decorre da linguagem.” (linhas 20-23).


Os verbos sublinhados no fragmento acima estão no tempo presente do modo indicativo. O tempo e o modo verbais empregados indicam, no texto, fatos considerados como

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Q3381447 Português

Texto 2



Foto: Disponível em https://institutoling.org.br/ explore/a-poesia-autobiografica-de-carlosdrummond-de-andrade Acesso em 03 nov. 2021. 



Texto: Disponível em: https://www.facebook.com/proseandopoesia/ photos/amarque-pode-uma-criatura-senãoentre-criaturasamaramar-e-esquecer-amar-e-malama/2626105507485936/. Acesso em 03 nov. 2021.

A estrofe de Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores poetas brasileiros, está centrada em um questionamento – “Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar?” – que, em outras palavras, significa: 
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Q3381447 Português

Texto 2



Foto: Disponível em https://institutoling.org.br/ explore/a-poesia-autobiografica-de-carlosdrummond-de-andrade Acesso em 03 nov. 2021. 



Texto: Disponível em: https://www.facebook.com/proseandopoesia/ photos/amarque-pode-uma-criatura-senãoentre-criaturasamaramar-e-esquecer-amar-e-malama/2626105507485936/. Acesso em 03 nov. 2021.

A estrofe de Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores poetas brasileiros, está centrada em um questionamento – “Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar?” – que, em outras palavras, significa: 
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Respostas
1: A
2: A
3: C
4: C
5: D
6: D
7: B
8: B
9: D
10: D
11: C
12: C
13: D
14: D
15: A
16: A
17: B
18: B
19: C
20: C