Questões de Concurso Público SEDUC-PI 2026 para Professor da Educação Básica - Disciplina: Sociologia

Foram encontradas 50 questões

Q3975713 Sociologia

Se o capital econômico transmitido é mínimo, e o capital cultural e escolar comparativamente baixo em relação às classes superiores, média e alta, a maior parte dos batalhadores entrevistados, por outro lado, possuem família estruturada, com a incorporação dos papéis familiares tradicionais de pais e filhos bem desenvolvidos e atualizados.


Jessé Souza (Org.). Os batalhadores brasileiros: nova classe média ou nova classe trabalhadora?. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2012.



Do trecho apresentado infere-se que, ao utilizar o termo “batalhadores”, o autor 

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Q3975714 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Lélia Gonzalez, ao formular o seu conceito de racismo cultural, dialoga com bases antropológicas, políticas e sociológicas, bem como com aspectos da filosofia e da psicanálise. Ao refletir sobre o lugar das mulheres negras na sociedade brasileira, como evidenciado em um dos textos 14A1-I, a autora
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Q3975715 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Em sua reflexão acerca das formas de estratificação social da sociedade brasileira, sobretudo ao longo do século XX, conforme indicado em dois dos textos 14A1-I, Lélia Gonzalez defende que 
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Q3975716 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Considerando as ideias de Lélia Gonzalez apresentadas nos textos 14A1-I e os diversos aspectos a elas relacionados, assinale a opção correta.
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Q3975717 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Considerando-se os escritos de Lélia Gonzalez apresentados entre os textos 14A1-I e sua obra como um todo, é correto afirmar que, ao entender o racismo como uma construção ideológica, a autora considera que
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Q3975718 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Sueli Carneiro, autora de um dos textos 14A1-I, denomina como dispositivo de racialidade as práticas de racialização que permeiam a sociedade brasileira desde os efeitos dos processos de escravização. Na sua concepção de dispositivo de racialidade, a autora evoca
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Q3975719 Sociologia

Texto 14A1-II


O tema da uberização do trabalho ganha visibilidade com a formação de enormes contingentes de trabalhadores controlados por empresas que operam por meio de plataformas digitais. O desafio contemporâneo envolve elementos complexos e armadilhas teórico-políticas. Reside em compreender as plataformas digitais como um novo meio poderoso pelo qual as relações de trabalho vêm se reestruturando, sem, entretanto, incorrer em um determinismo tecnológico que mistifique os processos sociais que envolvem décadas de flexibilização e transformação no trabalho, e que se materializam nas plataformas digitais.


Ludmila Costhek Abilio, Henrique Amorim e Rafael Grohmann. Uberização e plataformização do trabalho no Brasil: conceitos, processos e formas. In: Sociologias. Porto Alegre, ano 23, n. 57, maio-ago./2021 (com adaptações).

Quando mencionam que a reestruturação das relações de trabalho se dá no esteio de décadas de flexibilização do trabalho, os autores do texto 14A1-II referem-se
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Q3975720 Sociologia

Texto 14A1-II


O tema da uberização do trabalho ganha visibilidade com a formação de enormes contingentes de trabalhadores controlados por empresas que operam por meio de plataformas digitais. O desafio contemporâneo envolve elementos complexos e armadilhas teórico-políticas. Reside em compreender as plataformas digitais como um novo meio poderoso pelo qual as relações de trabalho vêm se reestruturando, sem, entretanto, incorrer em um determinismo tecnológico que mistifique os processos sociais que envolvem décadas de flexibilização e transformação no trabalho, e que se materializam nas plataformas digitais.


Ludmila Costhek Abilio, Henrique Amorim e Rafael Grohmann. Uberização e plataformização do trabalho no Brasil: conceitos, processos e formas. In: Sociologias. Porto Alegre, ano 23, n. 57, maio-ago./2021 (com adaptações).

O trecho “sem, entretanto, incorrer em um determinismo tecnológico que mistifique os processos sociais”, do texto 14A1-II, expressa reflexões inspiradas pela
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Q3975721 Sociologia
Ao se debruçar sobre a questão das migrações no início do século XXI no continente europeu, Zizek (2011) aborda o imigrante como hóspede, em referência 
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Q3975722 Sociologia

A migração, que se tornou um tema central no debate geopolítico a partir do fim da Segunda Guerra Mundial, ganhou destaque no Ocidente a partir da primeira década do século XXI, e a proposta de mundo pautada nos direitos humanos não conseguiu desfazer a simbologia que as fronteiras sempre carregaram nesse processo.


Na contemporaneidade, em relação aos fluxos migratórios, a fronteira dos Estados tem simbolizado o conceito de 

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Q3975723 Geografia
O conceito de migração, compreendido em sua amplitude, versa sobre o deslocamento de uma ou várias pessoas entre regiões ou países, para se estabelecer de forma temporária ou permanente, em busca de melhores condições de vida. A partir dessa informação, é correto afirmar que a migração se caracteriza, considerada sua amplitude, como fenômeno
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Q3975724 Sociologia

Zygmunt Bauman, ao se debruçar sobre a sociedade globalizada do século XX em sua obra Globalização: As consequências humanas, utiliza como centralidade a metáfora dos turistas e vagabundos para exemplificar como as sociedades tidas globalizadas moldam as relações sociais do trabalho, unindo e diferenciando os indivíduos.


Considerando essa obra, assinale a opção correta acerca do mundo do trabalho.

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Q3975725 Sociologia
No clássico A Política, Aristóteles define o que é ser cidadão na polis, indicando quem poderia usufruir desse status. Nesse contexto, ser cidadão significava ter
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Q3975726 Sociologia
Para T. H. Marshall, a cidadania se constitui enquanto status pleno de igualdade nos Estados democráticos de direito, promovendo, assim, a diminuição das desigualdades sociais postas pelo capitalismo. Para o autor, a cidadania se divide em três dimensões. Assinale a opção em que essas três dimensões são corretamente apresentadas.
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Q3975727 História
A noção de cidadania moderna moldada no início da Revolução Francesa difere da noção de cidadania clássica por
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Q3975728 Sociologia
Na sociedade moderna, o trabalho era visto como
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Q3975729 Sociologia
O capital financeiro e os avanços tecnológicos têm se constituído na baliza na nova lógica capitalista, o que a difere da modernidade. Essa nova lógica foi denominada pelo sociólogo Richard Sennett de
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Q3975730 Sociologia
A sociologia como ciência surgiu em resposta aos dilemas impostos pela Revolução Industrial às sociedades europeias no século XIX. Para os precursores do pensamento sociológico, como Augusto Comte, a sociologia
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Q3975731 Sociologia
A sociologia se configurou como campo do conhecimento, com métodos e objeto próprios, a partir das análises de Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber. Esses autores dirigiram sua atenção para a sociedade industrial moderna, que emergiu das ruínas da velha ordem. É correto afirmar que, entre os aspectos marcantes dessa nova realidade, encontram-se
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Q3975732 Sociologia
Preconceito e discriminação são preocupações constantes entre os sociólogos. Parte das primeiras correntes sociológicas, entretanto, sustentava ideias preconceituosas e servia de justificativa para práticas discriminatórias, a exemplo do
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Respostas
21: C
22: B
23: C
24: E
25: C
26: B
27: C
28: A
29: E
30: B
31: A
32: C
33: C
34: E
35: D
36: B
37: A
38: E
39: D
40: A