Questões de Concurso Público Prefeitura de Porto Velho - RO 2026 para Auditor Fiscal da Receita Municipal - Conhecimentos Gerais
Foram encontradas 50 questões
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Em relação a aspectos sintáticos e coesivos do segundo parágrafo do texto CG1A1, julgue os itens a seguir.
I No trecho “O mesmo tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços”, o emprego da preposição em “aos preços” deve-se à regência verbal de “aplica”.
II No trecho “uma pessoa com problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque memorizou onde estão os móveis”, o termo “onde” retoma “ambiente familiar”.
III Em “um sentido infalível de valor”, o emprego da preposição “de” deve-se à regência de “infalível”.
Assinale a opção correta.
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Em uma indústria que utiliza água em seu processo produtivo, um reservatório com capacidade de 60.000 litros, inicialmente vazio, começou a ser abastecido com água a uma vazão constante de 200 litros por minuto. Por descuido operacional, a válvula de entrada ficou aberta por 6 horas e 30 minutos, a partir do início do abastecimento, e toda a água que entrou após o completo enchimento do reservatório foi considerada desperdício.
Nessa situação hipotética, a quantidade de água desperdiçada devido ao descuido operacional é igual a
P: “Existe pelo menos uma unidade de atendimento da secretaria da fazenda em que todos os servidores são auditores fiscais ou assistentes de arrecadação.”
Assinale a opção em que é apresentada a negação lógica da proposição P precedente.
Uma prefeitura distribui mensalmente uma gratificação total de R$ 46.800 entre três servidores dos setores de cadastro, fiscalização e arrecadação. O servidor do setor de cadastro analisa um processo a mais que o servidor do setor de fiscalização, e o servidor do setor de fiscalização analisa dois processos a mais que o servidor do setor de arrecadação. Juntos, os três servidores analisam 26 processos por semana, sendo o valor da gratificação de cada um diretamente proporcional à quantidade de processos analisados semanalmente.
Nessa situação hipotética, os valores recebidos pelo servidor do setor de cadastro, pelo servidor do setor de fiscalização e pelo servidor do setor de arrecadação são, respectivamente, iguais a
Uma empresa analisa investir em um projeto que exige um aporte único de R$ 112.000 na data inicial. A projeção é que esse investimento gere dois fluxos de caixa positivos e consecutivos, um de R$ 72.000 no final do primeiro ano e outro de R$ 115.200 no final do segundo ano de investimento.
Com base nessa situação hipotética e sabendo que a empresa considera o seu custo de capital de 20% ao ano, assinale a opção em que é corretamente indicado o valor presente líquido da proposta de investimento.