Questões de Concurso Público AgSUS 2026 para Assistente de Projeto - Perfil 2 - UAPS
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A integralidade na atenção primária envolve articulação entre ações individuais, coletivas, preventivas, promocionais e assistenciais, considerados o contexto territorial e as necessidades da população local.
A vigilância em saúde interligada à atenção primária permite a identificação precoce de mudanças no perfil epidemiológico e a reorganização das intervenções locais.
Na formulação de estratégias de atenção primária, devem ser consideradas a mobilidade social e a informalidade laboral, adaptando-se horários e formatos de atendimento às rotinas da população.
O acompanhamento de famílias deve ser interrompido quando não há demanda espontânea, independentemente de risco social ou ambiental.
É desnecessária a adaptação dos protocolos clínicos padrão a contextos socioambientais, pois a uniformidade é garantia de equidade.
A promoção da saúde em áreas vulneráveis inclui ações coletivas como educação em saúde em escolas, espaços comunitários e associações locais.
No diagnóstico situacional, devem-se considerar fluxos populacionais temporários, como migração sazonal ou mobilidade pendular, que podem impactar a demanda por serviços.
A linguagem técnica deve ser priorizada, independentemente do perfil sociocultural do público, de forma a garantir a fidelidade conceitual do conteúdo transmitido.
O planejamento educativo pode ser realizado sem participação da equipe multiprofissional, visto que a transmissão de informação é uma atividade individual.
A definição de objetivos educacionais mensuráveis permite que se avalie o impacto da capacitação sobre as práticas profissionais.
Em oficinas técnicas, deve-se priorizar a transmissão unilateral de conteúdo para evitar a dispersão de discussões.
Na organização logística de capacitação, deve-se considerar carga horária compatível com a rotina de trabalho dos participantes, com vistas à redução de ausências, saídas antecipadas ou baixa adesão.
No planejamento de ações do SUS, pode-se utilizar análise de perfil epidemiológico para a definição de prioridades territoriais.
O monitoramento de ações em saúde pode subsidiar reprogramação físico-financeira quando for evidenciado desalinhamento entre produção assistencial e planejamento orçamentário.
A revisão periódica de processos permite a incorporação de mudanças normativas ou tecnológicas.
A integração entre processos reduz retrabalho decorrente de falhas de comunicação entre setores.
A verificação de conformidade regulatória deve ser realizada apenas após a conclusão da execução do projeto.
Requisitos técnicos definidos em normas podem ser substituídos por critérios internos sem necessidade de justificativa formal.
A coordenação interfederativa em saúde pode ocorrer, além de nas instâncias formais de deliberação, por meio, por exemplo, de comissões técnicas temáticas.
As relações institucionais em saúde permitem a organização do encaminhamento de pacientes entre serviços de diferentes níveis de complexidade.