Questões de Concurso Público UNB 2025 para Vestibular Indígena

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Q3929507 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Acerca de aspectos estruturais e linguísticos do texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir. 

Das relações de sentido estabelecidas no quinto parágrafo conclui-se que a forma pronominal “la”, em “apoiá-la”, refere-se a “floresta amazônica”.  
Alternativas
Q3929508 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Acerca de aspectos estruturais e linguísticos do texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir. 

No quinto parágrafo, o segmento ‘A resposta somos nós’ sintetiza o argumento ‘porque somos as soluções vivas para a destruição climática’.  
Alternativas
Q3929509 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Acerca de aspectos estruturais e linguísticos do texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir. 

No trecho “explica Ângela” (final do texto), o nome “Ângela” funciona como complemento da forma verbal “explica”.  
Alternativas
Q3929510 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Acerca de aspectos estruturais e linguísticos do texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir.  

A expressão “O grupo” (início do terceiro parágrafo) refere-se a “Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina” (primeiro parágrafo).  
Alternativas
Q3929511 Português
Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30


   Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina seguem em uma pequena frota de embarcações que percorre mais de 3 mil quilômetros pelo rio Amazonas, com chegada em Belém, para participarem da COP 30.

    O objetivo da jornada é chamar a atenção para a proteção da biodiversidade e dos povos indígenas, e garantir que suas demandas sejam ouvidas nas negociações sobre a crise climática.

   O grupo, formado por 60 representantes de organizações indígenas da América Latina e da Indonésia, partiu da cidade de Coca, no Equador, no dia 16 de outubro, em uma viagem que atravessa o rio Napo até o Peru, depois segue pelo Amazonas rumo à Colômbia e, finalmente, ao Brasil.

   São 20 dias de um percurso que faz o trajeto inverso ao dos colonizadores, em uma jornada que começou a mais de 4 mil metros de altitude, com uma cerimônia na Cordilheira dos Andes.

   “Viemos até a nossa mãe, a floresta amazônica, que é uma selva bisavó, a mãe de todas as selvas do mundo. Viemos apoiá-la, acompanhar seus filhos nascidos neste território. Viemos exigir que as demandas dos povos indígenas sejam implementadas porque somos as soluções vivas para a destruição climática. A resposta somos nós”, declarou Lucía Ixchiu, liderança do povo maya k’iche.

  Durante a travessia, o grupo troca experiências com comunidades locais, evidenciando que os impactos ambientais ultrapassam fronteiras e têm efeitos globais.

   Cerca de 360 indígenas brasileiros farão parte da delegação que estará na Zona Azul da COP, local onde ocorrem as negociações entre os países.

  Ângela Kaxuyana, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), ressaltou que a experiência de vida tradicional dos povos indígenas é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

  “Temos seis pontos importantes. Um deles é que a demarcação dos territórios indígenas seja reconhecida como ação climática nas negociações da COP, e outro é que os estados se comprometam a tornar os territórios indígenas zona livre de exploração de petróleo, gás e outras atividades”, explica Ângela.


Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Acerca de aspectos estruturais e linguísticos do texto Lideranças indígenas e ativistas ambientais navegam rios da América Latina em flotilha até a COP 30, julgue o item a seguir.  

Seria correta a substituição do trecho “com chegada em Belém” (primeiro parágrafo) por com chegada a Belém.  
Alternativas
Q3929512 Português
Para sempre Amazônias

Márcia Wayna Kambeba




Tradução da última estrofe:

Vem Amazônia

Vem grande rio

Vamos cantar nosso amor

Vamos falar com a alma terra

Hoje, hoje, hoje


Internet: <www.sescsp.org.br> (com adaptações).

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item. 



A forma como a última estrofe é expressa pode ser interpretada como um recurso literário de referência à ancestralidade da autora.  

Alternativas
Q3929513 Português
Para sempre Amazônias

Márcia Wayna Kambeba




Tradução da última estrofe:

Vem Amazônia

Vem grande rio

Vamos cantar nosso amor

Vamos falar com a alma terra

Hoje, hoje, hoje


Internet: <www.sescsp.org.br> (com adaptações).

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item. 



A voz que se expressa no texto dirige-se diretamente à Amazônia.

Alternativas
Q3929514 Literatura
Para sempre Amazônias

Márcia Wayna Kambeba




Tradução da última estrofe:

Vem Amazônia

Vem grande rio

Vamos cantar nosso amor

Vamos falar com a alma terra

Hoje, hoje, hoje


Internet: <www.sescsp.org.br> (com adaptações).

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item.



Pelo vocabulário simples empregado no texto, conclui-se que ele se desenvolve em prosa.   

Alternativas
Q3929515 Português
Para sempre Amazônias

Márcia Wayna Kambeba




Tradução da última estrofe:

Vem Amazônia

Vem grande rio

Vamos cantar nosso amor

Vamos falar com a alma terra

Hoje, hoje, hoje


Internet: <www.sescsp.org.br> (com adaptações).

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item.



A expressão “Estrada molhada” é uma metáfora para rio

Alternativas
Q3929516 Português
Para sempre Amazônias

Márcia Wayna Kambeba




Tradução da última estrofe:

Vem Amazônia

Vem grande rio

Vamos cantar nosso amor

Vamos falar com a alma terra

Hoje, hoje, hoje


Internet: <www.sescsp.org.br> (com adaptações).

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item.



O emprego da primeira pessoa em “Sinto o vento vargeiro” e “Quero mais que 80%” evidencia o caráter de objetividade no tratamento do tema.  

Alternativas
Q3929517 Matemática
Utilizado na culinária, especialmente na forma de creme ou suco, o açaí, fruto de uma palmeira amazônica (o açaizeiro), tem o formato esférico, com diâmetro que varia de 1 cm a 2,5 cm. A parte que se destina ao consumo de cada fruto é a polpa, que corresponde, em geral, a 10% do volume do fruto. Rico em antioxidantes e gorduras saudáveis, o açaí é um alimento fundamental na dieta das populações da região Norte do Brasil.

A partir dessas informações e considerando o formato esférico do açaí, julgue o item a seguir. 

Considere que 3 comunidades, X, Y e Z, constituintes de uma cooperativa, produzam, em determinado ano, 23 toneladas de açaí. Nesse caso, se a produção da comunidade X for 3 toneladas a menos que a da comunidade Y e igual à metade da produção obtida pela comunidade Z, conclui-se que a comunidade X produz menos que 4 toneladas. 
Alternativas
Q3929518 Matemática
Utilizado na culinária, especialmente na forma de creme ou suco, o açaí, fruto de uma palmeira amazônica (o açaizeiro), tem o formato esférico, com diâmetro que varia de 1 cm a 2,5 cm. A parte que se destina ao consumo de cada fruto é a polpa, que corresponde, em geral, a 10% do volume do fruto. Rico em antioxidantes e gorduras saudáveis, o açaí é um alimento fundamental na dieta das populações da região Norte do Brasil.

A partir dessas informações e considerando o formato esférico do açaí, julgue o item a seguir. 

Considere que, por meio do uso de técnicas agrícolas adequadas, a produção anual, em quilogramas, de uma touceira de açaí aumente de forma que a quantidade de quilogramas anuais t, anos após o instante inicial t = 0, seja dada pela expressão P(t) = 12e (1 − 1/t) . Nesse caso, sendo ln(9/4) = 0,8, a produção anual atingirá 27 kg antes do oitavo ano.  
Alternativas
Q3929519 Matemática
Utilizado na culinária, especialmente na forma de creme ou suco, o açaí, fruto de uma palmeira amazônica (o açaizeiro), tem o formato esférico, com diâmetro que varia de 1 cm a 2,5 cm. A parte que se destina ao consumo de cada fruto é a polpa, que corresponde, em geral, a 10% do volume do fruto. Rico em antioxidantes e gorduras saudáveis, o açaí é um alimento fundamental na dieta das populações da região Norte do Brasil.

A partir dessas informações e considerando o formato esférico do açaí, julgue o item a seguir.

Suponha que a quantidade de frutos em cada cacho de determinado açaizeiro corresponda sempre a um número natural divisível por 3 e por 10. Suponha, também, que certo cacho com 302 frutos tenha sido retirado e que alguns desses frutos tenham caído do cacho antes da colheita. Nessa situação, a quantidade mínima de frutos que caíram foi inferior a 15.  
Alternativas
Q3929520 Matemática
Utilizado na culinária, especialmente na forma de creme ou suco, o açaí, fruto de uma palmeira amazônica (o açaizeiro), tem o formato esférico, com diâmetro que varia de 1 cm a 2,5 cm. A parte que se destina ao consumo de cada fruto é a polpa, que corresponde, em geral, a 10% do volume do fruto. Rico em antioxidantes e gorduras saudáveis, o açaí é um alimento fundamental na dieta das populações da região Norte do Brasil.

A partir dessas informações e considerando o formato esférico do açaí, julgue o item a seguir. 

Considerando-se que um açaí, cujo caroço tem a forma de uma pequena esfera no centro do fruto, tenha diâmetro igual a 2 cm, conclui-se que o volume do caroço é maior que 8π cm3 .
Alternativas
Q3929521 Matemática
Utilizado na culinária, especialmente na forma de creme ou suco, o açaí, fruto de uma palmeira amazônica (o açaizeiro), tem o formato esférico, com diâmetro que varia de 1 cm a 2,5 cm. A parte que se destina ao consumo de cada fruto é a polpa, que corresponde, em geral, a 10% do volume do fruto. Rico em antioxidantes e gorduras saudáveis, o açaí é um alimento fundamental na dieta das populações da região Norte do Brasil.

A partir dessas informações e considerando o formato esférico do açaí, julgue o item a seguir. 

Caso a produção, em quilogramas, de frutos anuais produzidos por uma touceira de açaí seja representada pela expressão Q(x) = 10 − 10sen(πx/6), em que 1 ≥ x ≥ 12 corresponda ao número do mês, sendo janeiro o mês 1, fevereiro o mês 2 e assim por diante, então a produção dessa touceira será máxima no mês de junho.  
Alternativas
Q3929522 Matemática
Utilizado na culinária, especialmente na forma de creme ou suco, o açaí, fruto de uma palmeira amazônica (o açaizeiro), tem o formato esférico, com diâmetro que varia de 1 cm a 2,5 cm. A parte que se destina ao consumo de cada fruto é a polpa, que corresponde, em geral, a 10% do volume do fruto. Rico em antioxidantes e gorduras saudáveis, o açaí é um alimento fundamental na dieta das populações da região Norte do Brasil.

A partir dessas informações e considerando o formato esférico do açaí, julgue o item a seguir. 

Considere que, dez anos após o plantio, a altura de um açaizeiro seja igual a 12 metros; considere, ainda, que, no décimo primeiro ano, ele cresça 1 metro e que, a partir do décimo segundo ano, ele cresça anualmente 90% do crescimento apresentado no ano anterior. Nessa situação, esse açaizeiro jamais ultrapassará 25 metros de altura. 
Alternativas
Q3929523 Raciocínio Lógico
Dez frutos de açaí foram colhidos e enviados para análise em um laboratório; 5 desses frutos estavam contaminados por um fungo e os outros 5 estavam sem contaminação.

A partir dessas informações, julgue o item seguinte. 

A quantidade de formas de se escolherem 2 frutos sadios e 2 frutos contaminados entre os 10 enviados para análise é igual a 100.  
Alternativas
Q3929524 Matemática
Dez frutos de açaí foram colhidos e enviados para análise em um laboratório; 5 desses frutos estavam contaminados por um fungo e os outros 5 estavam sem contaminação.

A partir dessas informações, julgue o item seguinte. 

Considere que, entre os 10 frutos de açaí enviados ao laboratório, 4 tenham diâmetro igual a 1 cm; 4 tenham diâmetro igual a 1,5 cm; e 2 tenham diâmetro igual a 2 cm. Nesse caso, o diâmetro médio desses frutos é menor que 1,5 cm.  
Alternativas
Q3929525 Raciocínio Lógico
Dez frutos de açaí foram colhidos e enviados para análise em um laboratório; 5 desses frutos estavam contaminados por um fungo e os outros 5 estavam sem contaminação.

A partir dessas informações, julgue o item seguinte.  

Se 3 frutos forem aleatoriamente escolhidos entre os 10 enviados para análise, então a probabilidade de 1 ser contaminado e os outros 2 serem sadios é maior que 1/2.  
Alternativas
Q3929526 Matemática
Em uma região plana, determinados lugares foram identificados com um ponto P(x,y) de um plano cartesiano xOy, com coordenadas dadas em quilômetros. Nessa região, 3 pequenos poços estão posicionados nos vértices de um área triangular, nos pontos A(−1,6), B(4,6) e C(5,0).

Com base nessas informações, julgue o seguinte item.

As posições dos poços A, B e C estão na região sobre um caminho dado pelo gráfico da função f (x) = –x2 + 3x + 10.
Alternativas
Respostas
21: C
22: C
23: E
24: C
25: C
26: C
27: C
28: E
29: C
30: E
31: E
32: C
33: E
34: E
35: E
36: C
37: C
38: C
39: E
40: C