Questões de Concurso Público TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO) 2025 para Analista Judiciário – Área: Apoio Especializado – Especialidade: Tecnologia da Informação
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A implementação de um processo de gestão de riscos de segurança da informação conforme as normas ISO 31000, 31010 e 27005 garante que todas as vulnerabilidades de um sistema sejam eliminadas.
A implementação de controles de segurança cibernética, como os recomendados pelo CIS Control v8 e pelo NIST SP 800-53 rev. 5, deve sempre considerar a integração de princípios de privacidade, conforme orientado no CIS Control v8 — Guia Complementar de Privacidade, para garantir uma abordagem holística na proteção de dados e privacidade das informações.
O não repúdio pressupõe que os dados sejam acessíveis e alteráveis por qualquer pessoa autorizada.
Em uma organização, a elaboração de políticas e normas de segurança da informação, juntamente com o acompanhamento contínuo do desempenho dessas políticas, é essencial para garantir a proteção dos dados e a conformidade com as regulamentações de privacidade.
A Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), responsável por emitir certificados digitais e chaves públicas, não segue padrões internacionais de segurança como os definidos pela ISO e pelo NIST.
SAST (static application security testing), DAST (dynamic application security testing) e SCA (software composition analysis) são técnicas de análise do comportamento dinâmico das aplicações em tempo de execução, com a finalidade de garantir que todos os componentes do software sejam seguros e livres de vulnerabilidades.
A combinação de criptografia simétrica, para cifragem eficiente de dados, e de criptografia assimétrica, para troca segura de chaves, juntamente com assinaturas digitais e funções de hash para garantir a integridade e autenticidade das informações, é uma prática comum em protocolos criptográficos.
Os ataques DoS e DDoS visam indisponibilizar recursos, enquanto técnicas de sniffing e spoofing interceptam e manipulam dados.
A técnica de SQL injection permite que um atacante insira ou manipule consultas SQL em uma aplicação vulnerável, de maneira a provocar a execução de comandos maliciosos no banco de dados, ao passo que o XSS (cross-site scripting) explora vulnerabilidades para injetar scripts maliciosos em páginas web visualizadas por outros usuários.
CSRF (cross-site request forgery) é um ataque que permite ações maliciosas em nome de um usuário autenticado, e basta a utilização de certificados SSL para mitigá-lo, pois eles garantem a criptografia das comunicações entre o usuário e o servidor.
O single sign-on do tipo adaptável gera um token físico, como um pendrive ou cartão magnético, para garantir a relação de confiança digital.