Questões de Concurso Público Polícia Federal 2025 para Perito Criminal Federal - Área 21: Antropologia Forense
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A antropologia forense deve atuar com base na verdade, na justiça e na reparação, o que exige sensibilidade ética e compromisso com as vítimas.
Para preservar a neutralidade das nações, a Convenção de Genebra proíbe a identificação de mortos em conflitos armados.
A atuação em contextos de direitos humanos exige padronização metodológica, considerando a natureza excepcional dos casos.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha atua de forma neutra, imparcial e independente em zonas de conflito armado, não sendo órgão subordinado à Organização das Nações Unidas (ONU).
O Protocolo de Istambul fornece diretrizes para documentar sinais físicos e psicológicos de tortura, com base em avaliações médicas e periciais.
O Protocolo de Minnesota recomenda a dispensa de exame antropológico quando o contexto da morte for de conhecimento público, visando assegurar o respeito à sensibilidade social e à dignidade das vítimas.