Questões de Concurso Público InoversaSul 2025 para Professor de Língua Portuguesa - Anos Iniciais

Foram encontradas 67 questões

Q3147768 Português
JOÃO GRILO – Já fui barco, fui navio,
                           Mas hoje sou escaler.
                          Já fui menino, fui homem,
                          Só me falta ser mulher.
                          Valha-me Nossa Senhora (...)

A COMPADECIDA – Não, João, por que eu iria me zangar? Aquele é o versinho que Canário Pardo escreveu para mim e que eu agradeço. Não deixa de ser uma oração, uma invocação. Tem umas graças, mas isso até a torna alegre e foi coisa de que eu sempre gostei. (...)

PADRE (ajoelhando-se) – Ave-Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus.

JOÃO GRILO – Antes de respondermos, lembrem-se de dizer, em vez de “agora e na hora de nossa morte”, “agora na hora de nossa morte”, porque do jeito que nós estamos, está tudo misturado.

TODOS – Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora na hora de nossa morte. Amém.

Ariano Suassuna. Auto da Compadecida.
26 ed. Rio de Janeiro: Agir, 1993 (com adaptações)
Em relação à linguagem, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da obra dramatúrgica Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, julgue os seguintes itens. 
Na segunda fala de João Grilo, o emprego da conjunção ‘e’ no trecho ‘agora e na hora de nossa morte’ indica a existência de dois momentos distintos, que se transformam, na proposta apresentada pelo personagem, sob o argumento de que “está tudo misturado”, em um único momento específico.
Alternativas
Q3147769 Português
JOÃO GRILO – Já fui barco, fui navio,
                           Mas hoje sou escaler.
                          Já fui menino, fui homem,
                          Só me falta ser mulher.
                          Valha-me Nossa Senhora (...)

A COMPADECIDA – Não, João, por que eu iria me zangar? Aquele é o versinho que Canário Pardo escreveu para mim e que eu agradeço. Não deixa de ser uma oração, uma invocação. Tem umas graças, mas isso até a torna alegre e foi coisa de que eu sempre gostei. (...)

PADRE (ajoelhando-se) – Ave-Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus.

JOÃO GRILO – Antes de respondermos, lembrem-se de dizer, em vez de “agora e na hora de nossa morte”, “agora na hora de nossa morte”, porque do jeito que nós estamos, está tudo misturado.

TODOS – Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora na hora de nossa morte. Amém.

Ariano Suassuna. Auto da Compadecida.
26 ed. Rio de Janeiro: Agir, 1993 (com adaptações)

Em relação à linguagem, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da obra dramatúrgica Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, julgue os seguintes itens. 


Na última fala do texto, o segmento “mãe de Deus” desempenha a função sintática de aposto.

Alternativas
Q3147770 Português
JOÃO GRILO – Já fui barco, fui navio,
                           Mas hoje sou escaler.
                          Já fui menino, fui homem,
                          Só me falta ser mulher.
                          Valha-me Nossa Senhora (...)

A COMPADECIDA – Não, João, por que eu iria me zangar? Aquele é o versinho que Canário Pardo escreveu para mim e que eu agradeço. Não deixa de ser uma oração, uma invocação. Tem umas graças, mas isso até a torna alegre e foi coisa de que eu sempre gostei. (...)

PADRE (ajoelhando-se) – Ave-Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus.

JOÃO GRILO – Antes de respondermos, lembrem-se de dizer, em vez de “agora e na hora de nossa morte”, “agora na hora de nossa morte”, porque do jeito que nós estamos, está tudo misturado.

TODOS – Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora na hora de nossa morte. Amém.

Ariano Suassuna. Auto da Compadecida.
26 ed. Rio de Janeiro: Agir, 1993 (com adaptações)

Em relação à linguagem, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da obra dramatúrgica Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, julgue os seguintes itens. 


Na primeira fala de João Grilo, identifica-se a figura de linguagem denominada metonímia no verso “Já fui barco, fui navio”, por meio da qual o eu lírico estabelece, em relação ao verso “Já fui menino, fui homem”, correspondência entre “barco” e “menino” e “navio” e “homem”.

Alternativas
Q3147771 Português
JOÃO GRILO – Já fui barco, fui navio,
                           Mas hoje sou escaler.
                          Já fui menino, fui homem,
                          Só me falta ser mulher.
                          Valha-me Nossa Senhora (...)

A COMPADECIDA – Não, João, por que eu iria me zangar? Aquele é o versinho que Canário Pardo escreveu para mim e que eu agradeço. Não deixa de ser uma oração, uma invocação. Tem umas graças, mas isso até a torna alegre e foi coisa de que eu sempre gostei. (...)

PADRE (ajoelhando-se) – Ave-Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus.

JOÃO GRILO – Antes de respondermos, lembrem-se de dizer, em vez de “agora e na hora de nossa morte”, “agora na hora de nossa morte”, porque do jeito que nós estamos, está tudo misturado.

TODOS – Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora na hora de nossa morte. Amém.

Ariano Suassuna. Auto da Compadecida.
26 ed. Rio de Janeiro: Agir, 1993 (com adaptações)

Em relação à linguagem, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da obra dramatúrgica Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, julgue os seguintes itens. 


Na fala d’A Compadecida, o vocábulo “graças” é empregado com o sentido de benevolências, compatível com o cunho religioso do texto.

Alternativas
Q3147772 Português
JOÃO GRILO – Já fui barco, fui navio,
                           Mas hoje sou escaler.
                          Já fui menino, fui homem,
                          Só me falta ser mulher.
                          Valha-me Nossa Senhora (...)

A COMPADECIDA – Não, João, por que eu iria me zangar? Aquele é o versinho que Canário Pardo escreveu para mim e que eu agradeço. Não deixa de ser uma oração, uma invocação. Tem umas graças, mas isso até a torna alegre e foi coisa de que eu sempre gostei. (...)

PADRE (ajoelhando-se) – Ave-Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus.

JOÃO GRILO – Antes de respondermos, lembrem-se de dizer, em vez de “agora e na hora de nossa morte”, “agora na hora de nossa morte”, porque do jeito que nós estamos, está tudo misturado.

TODOS – Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora na hora de nossa morte. Amém.

Ariano Suassuna. Auto da Compadecida.
26 ed. Rio de Janeiro: Agir, 1993 (com adaptações)

Em relação à linguagem, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da obra dramatúrgica Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, julgue os seguintes itens. 


Na última fala apresentada no texto, a expressão “Santa Maria” desempenha a função sintática de sujeito da oração.

Alternativas
Q3147773 Português
Índios

Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)

Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente

Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item. 


Nos dois últimos versos, as formas verbais flexionadas na primeira pessoa do singular estão no mesmo tempo verbal.  

Alternativas
Q3147774 Português
Índios

Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)

Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente

Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item. 


A repetição da expressão “Quem me dera, ao menos uma vez” em versos da letra da canção caracteriza a figura de linguagem denominada anáfora.

Alternativas
Q3147775 Português
Índios

Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)

Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente

Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item. 


Os segmentos “ao menos uma vez”, “mais simples” e “mais importante” classificam-se no texto como locuções adjetivas.

Alternativas
Q3147776 Português
Índios

Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)

Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente

Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item. 


Identifica-se paradoxo em cada um dos seguintes versos: “Que o que aconteceu ainda está por vir” / “E o futuro não é mais como era antigamente”.

Alternativas
Q3147777 Português
Índios

Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)

Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente

Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item. 


O conteúdo do segmento “(...) quem tem mais do que precisa ter / Quase sempre se convence que não tem o bastante” pode ser resumido coerentemente, de acordo com os sentidos do texto, como os abastados acreditam que têm menos do que necessitam.

Alternativas
Q3147778 Português
O navio negreiro

Castro Alves

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)

E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)

Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)

Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir. 


O verso “Auriverde pendão de minha terra,” consiste em uma alusão perifrástica à bandeira brasileira.

Alternativas
Q3147779 Português
O navio negreiro

Castro Alves

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)

E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)

Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)

Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir. 


No primeiro verso do poema, o termo “dantesco” tem o mesmo sentido do vocábulo caótico.

Alternativas
Q3147780 Português
O navio negreiro

Castro Alves

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)

E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)

Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)

Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir. 


As imagens descritas na primeira estrofe traduzem cenas de pavor ocorridas em uma senzala.

Alternativas
Q3147781 Português
O navio negreiro

Castro Alves

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)

E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)

Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)

Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir. 


Identifica-se o emprego de metáfora no verso “— Férrea, lúgubre serpente —”.

Alternativas
Q3147782 Português
O navio negreiro

Castro Alves

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)

E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)

Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)

Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir. 


No poema descreve-se, entre outras cenas, a retirada do navio de um cadáver que é jogado no oceano.

Alternativas
Q3147783 Português
DESEJO DO CHEIRO DA CASA DA AVÓ:

Tudo o que a avó fabrica
em sua cozinha encantada
tem cheiro bom:
bolo de chocolate, biscoito de nata,
sonhos embrulhados
em açúcar e canela,
que são como nuvens
no céu da boca e expulsam
qualquer pesadelo.
As mãos da avó,
cheias de farinha
e tempo acumulado,
acariciam, tocam na superfície
dos pães e da pele da gente
com tanto amor
que curam qualquer defeito
do lado esquerdo ou direito.

Na casa da avó
o ar é perfumado
e parece um abraço
e até o final dos tempos
o cheiro da casa da avó
fica grudado em nosso
pensamento.
Roseana Murray. Poço dos desejos. São Paulo: Moderna, 2014. 

Em relação ao poema precedente e à prática de produção de textos orais e escritos nos anos iniciais do ensino fundamental, julgue o item a seguir.


No poema, a dupla função das mãos da avó — de produzir alimento e afeto — está definida nos trechos “cheias de farinha” e “tocam na superfície / dos pães”.

Alternativas
Q3147784 Português
DESEJO DO CHEIRO DA CASA DA AVÓ:

Tudo o que a avó fabrica
em sua cozinha encantada
tem cheiro bom:
bolo de chocolate, biscoito de nata,
sonhos embrulhados
em açúcar e canela,
que são como nuvens
no céu da boca e expulsam
qualquer pesadelo.
As mãos da avó,
cheias de farinha
e tempo acumulado,
acariciam, tocam na superfície
dos pães e da pele da gente
com tanto amor
que curam qualquer defeito
do lado esquerdo ou direito.

Na casa da avó
o ar é perfumado
e parece um abraço
e até o final dos tempos
o cheiro da casa da avó
fica grudado em nosso
pensamento.
Roseana Murray. Poço dos desejos. São Paulo: Moderna, 2014. 

Em relação ao poema precedente e à prática de produção de textos orais e escritos nos anos iniciais do ensino fundamental, julgue o item a seguir.


Embora retrate o processo de produção de alimentos, o poema de Murray se afasta do gênero receita porque, entre outras razões, não contém sequências injuntivas.

Alternativas
Q3147785 Português
DESEJO DO CHEIRO DA CASA DA AVÓ:

Tudo o que a avó fabrica
em sua cozinha encantada
tem cheiro bom:
bolo de chocolate, biscoito de nata,
sonhos embrulhados
em açúcar e canela,
que são como nuvens
no céu da boca e expulsam
qualquer pesadelo.
As mãos da avó,
cheias de farinha
e tempo acumulado,
acariciam, tocam na superfície
dos pães e da pele da gente
com tanto amor
que curam qualquer defeito
do lado esquerdo ou direito.

Na casa da avó
o ar é perfumado
e parece um abraço
e até o final dos tempos
o cheiro da casa da avó
fica grudado em nosso
pensamento.
Roseana Murray. Poço dos desejos. São Paulo: Moderna, 2014. 

Em relação ao poema precedente e à prática de produção de textos orais e escritos nos anos iniciais do ensino fundamental, julgue o item a seguir.


O trabalho pedagógico com textos da oralidade compreende tanto aqueles de gêneros primários, que o estudante já produz, quanto os de gêneros secundários, que ele deve aprender no contexto escolar.

Alternativas
Q3147786 Português
DESEJO DO CHEIRO DA CASA DA AVÓ:

Tudo o que a avó fabrica
em sua cozinha encantada
tem cheiro bom:
bolo de chocolate, biscoito de nata,
sonhos embrulhados
em açúcar e canela,
que são como nuvens
no céu da boca e expulsam
qualquer pesadelo.
As mãos da avó,
cheias de farinha
e tempo acumulado,
acariciam, tocam na superfície
dos pães e da pele da gente
com tanto amor
que curam qualquer defeito
do lado esquerdo ou direito.

Na casa da avó
o ar é perfumado
e parece um abraço
e até o final dos tempos
o cheiro da casa da avó
fica grudado em nosso
pensamento.
Roseana Murray. Poço dos desejos. São Paulo: Moderna, 2014. 

Em relação ao poema precedente e à prática de produção de textos orais e escritos nos anos iniciais do ensino fundamental, julgue o item a seguir.


Na leitura em voz alta, o enfoque no ritmo do poema, aliado à leitura silenciosa e à retextualização, é uma abordagem que integra oralidade, leitura e escrita no processo de aprendizagem da língua.

Alternativas
Q3147787 Português
DESEJO DO CHEIRO DA CASA DA AVÓ:

Tudo o que a avó fabrica
em sua cozinha encantada
tem cheiro bom:
bolo de chocolate, biscoito de nata,
sonhos embrulhados
em açúcar e canela,
que são como nuvens
no céu da boca e expulsam
qualquer pesadelo.
As mãos da avó,
cheias de farinha
e tempo acumulado,
acariciam, tocam na superfície
dos pães e da pele da gente
com tanto amor
que curam qualquer defeito
do lado esquerdo ou direito.

Na casa da avó
o ar é perfumado
e parece um abraço
e até o final dos tempos
o cheiro da casa da avó
fica grudado em nosso
pensamento.
Roseana Murray. Poço dos desejos. São Paulo: Moderna, 2014. 

Em relação ao poema precedente e à prática de produção de textos orais e escritos nos anos iniciais do ensino fundamental, julgue o item a seguir.


O poema baseia-se na expressividade de imagens relacionadas à avó, as quais são evocadas nas duas estrofes sem se recorrer a rimas.

Alternativas
Respostas
41: C
42: C
43: E
44: E
45: E
46: E
47: C
48: E
49: C
50: C
51: C
52: E
53: E
54: C
55: C
56: E
57: C
58: C
59: C
60: E