Questões de Concurso Público EBSERH 2018 para Médico - Dor
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Texto CB1A1AAA
1 Já houve quem dissesse por aí que o Rio de Janeiro é
a cidade das explosões. Na verdade, não há semana em que os
jornais não registrem uma aqui e ali, na parte rural.
4 A ideia que se faz do Rio é a de que é ele um vasto
paiol, e que vivemos sempre ameaçados de ir pelos ares, como
se estivéssemos a bordo de um navio de guerra, ou habitando
7 uma fortaleza cheia de explosivos terríveis.
Certamente que essa pólvora terá toda ela emprego
útil; mas, se ela é indispensável para certos fins industriais,
10 convinha que se averiguassem bem as causas das explosões,
se são acidentais ou propositais, a fim de que fossem removidas
na medida do possível. Isso, porém, é que não se tem dado e
13 creio que até hoje não têm as autoridades chegado a resultados
positivos.
Entretanto, é sabido que certas pólvoras, submetidas
16 a dadas condições, explodem espontaneamente, e tem sido essa
a explicação para uma série de acidentes bastante dolorosos, a
começar pelo do Maine, na baía de Havana, sem esquecer
19 também o do Aquidabã.
Noticiam os jornais que o governo vende, quando
avariada, grande quantidade dessas pólvoras.
22Tudo indica que o primeiro cuidado do governo devia
ser não entregar a particulares tão perigosas pólvoras, que
explodem assim sem mais nem menos, pondo pacíficas vidas
25 em constante perigo.
Creio que o governo não é assim um negociante
ganancioso que vende gêneros que possam trazer a destruição
28 de vidas preciosas; e creio que não é, porquanto anda sempre
zangado com os farmacêuticos que vendem cocaína aos
suicidas. Há sempre no Estado curiosas contradições.
Lima Barreto Pólvora e cocaína In: Vida urbana, 5/1/1915 Internet: <www dominiopublico gov br> (com adaptações)
Com relação às ideias do texto CB1A1AAA, que data de janeiro de 1915, julgue os itens a seguir.
Infere-se do texto que seu autor concorda com a ideia de que a cidade do Rio de Janeiro, à época, assemelhava-se a um vasto paiol.
Texto CB1A1AAA
1 Já houve quem dissesse por aí que o Rio de Janeiro é
a cidade das explosões. Na verdade, não há semana em que os
jornais não registrem uma aqui e ali, na parte rural.
4 A ideia que se faz do Rio é a de que é ele um vasto
paiol, e que vivemos sempre ameaçados de ir pelos ares, como
se estivéssemos a bordo de um navio de guerra, ou habitando
7 uma fortaleza cheia de explosivos terríveis.
Certamente que essa pólvora terá toda ela emprego
útil; mas, se ela é indispensável para certos fins industriais,
10 convinha que se averiguassem bem as causas das explosões,
se são acidentais ou propositais, a fim de que fossem removidas
na medida do possível. Isso, porém, é que não se tem dado e
13 creio que até hoje não têm as autoridades chegado a resultados
positivos.
Entretanto, é sabido que certas pólvoras, submetidas
16 a dadas condições, explodem espontaneamente, e tem sido essa
a explicação para uma série de acidentes bastante dolorosos, a
começar pelo do Maine, na baía de Havana, sem esquecer
19 também o do Aquidabã.
Noticiam os jornais que o governo vende, quando
avariada, grande quantidade dessas pólvoras.
22Tudo indica que o primeiro cuidado do governo devia
ser não entregar a particulares tão perigosas pólvoras, que
explodem assim sem mais nem menos, pondo pacíficas vidas
25 em constante perigo.
Creio que o governo não é assim um negociante
ganancioso que vende gêneros que possam trazer a destruição
28 de vidas preciosas; e creio que não é, porquanto anda sempre
zangado com os farmacêuticos que vendem cocaína aos
suicidas. Há sempre no Estado curiosas contradições.
Lima Barreto Pólvora e cocaína In: Vida urbana, 5/1/1915 Internet: <www dominiopublico gov br> (com adaptações)
Com relação às ideias do texto CB1A1AAA, que data de janeiro de 1915, julgue os itens a seguir.
Conforme o texto, o governo vendia a particulares todo o excedente de explosivos não utilizados.
Texto CB1A1AAA
1 Já houve quem dissesse por aí que o Rio de Janeiro é
a cidade das explosões. Na verdade, não há semana em que os
jornais não registrem uma aqui e ali, na parte rural.
4 A ideia que se faz do Rio é a de que é ele um vasto
paiol, e que vivemos sempre ameaçados de ir pelos ares, como
se estivéssemos a bordo de um navio de guerra, ou habitando
7 uma fortaleza cheia de explosivos terríveis.
Certamente que essa pólvora terá toda ela emprego
útil; mas, se ela é indispensável para certos fins industriais,
10 convinha que se averiguassem bem as causas das explosões,
se são acidentais ou propositais, a fim de que fossem removidas
na medida do possível. Isso, porém, é que não se tem dado e
13 creio que até hoje não têm as autoridades chegado a resultados
positivos.
Entretanto, é sabido que certas pólvoras, submetidas
16 a dadas condições, explodem espontaneamente, e tem sido essa
a explicação para uma série de acidentes bastante dolorosos, a
começar pelo do Maine, na baía de Havana, sem esquecer
19 também o do Aquidabã.
Noticiam os jornais que o governo vende, quando
avariada, grande quantidade dessas pólvoras.
22Tudo indica que o primeiro cuidado do governo devia
ser não entregar a particulares tão perigosas pólvoras, que
explodem assim sem mais nem menos, pondo pacíficas vidas
25 em constante perigo.
Creio que o governo não é assim um negociante
ganancioso que vende gêneros que possam trazer a destruição
28 de vidas preciosas; e creio que não é, porquanto anda sempre
zangado com os farmacêuticos que vendem cocaína aos
suicidas. Há sempre no Estado curiosas contradições.
Lima Barreto Pólvora e cocaína In: Vida urbana, 5/1/1915 Internet: <www dominiopublico gov br> (com adaptações)
Com relação às ideias do texto CB1A1AAA, que data de janeiro de 1915, julgue os itens a seguir.
Conclui-se do texto que as autoridades do estado do Rio de Janeiro eximiam-se de investigar as causas das explosões que ocorriam no estado.
Texto CB1A1AAA
1 Já houve quem dissesse por aí que o Rio de Janeiro é
a cidade das explosões. Na verdade, não há semana em que os
jornais não registrem uma aqui e ali, na parte rural.
4 A ideia que se faz do Rio é a de que é ele um vasto
paiol, e que vivemos sempre ameaçados de ir pelos ares, como
se estivéssemos a bordo de um navio de guerra, ou habitando
7 uma fortaleza cheia de explosivos terríveis.
Certamente que essa pólvora terá toda ela emprego
útil; mas, se ela é indispensável para certos fins industriais,
10 convinha que se averiguassem bem as causas das explosões,
se são acidentais ou propositais, a fim de que fossem removidas
na medida do possível. Isso, porém, é que não se tem dado e
13 creio que até hoje não têm as autoridades chegado a resultados
positivos.
Entretanto, é sabido que certas pólvoras, submetidas
16 a dadas condições, explodem espontaneamente, e tem sido essa
a explicação para uma série de acidentes bastante dolorosos, a
começar pelo do Maine, na baía de Havana, sem esquecer
19 também o do Aquidabã.
Noticiam os jornais que o governo vende, quando
avariada, grande quantidade dessas pólvoras.
22Tudo indica que o primeiro cuidado do governo devia
ser não entregar a particulares tão perigosas pólvoras, que
explodem assim sem mais nem menos, pondo pacíficas vidas
25 em constante perigo.
Creio que o governo não é assim um negociante
ganancioso que vende gêneros que possam trazer a destruição
28 de vidas preciosas; e creio que não é, porquanto anda sempre
zangado com os farmacêuticos que vendem cocaína aos
suicidas. Há sempre no Estado curiosas contradições.
Lima Barreto Pólvora e cocaína In: Vida urbana, 5/1/1915 Internet: <www dominiopublico gov br> (com adaptações)
No que se refere às estruturas linguísticas do texto CB1A1AAA, julgue os itens seguintes.
Feitas as devidas alterações nas letras maiúsculas e minúsculas e retirada a vírgula após “Na verdade” (l.2), esta expressão poderia ser deslocada para o final do período, logo após “rural”, sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos do texto.
Texto CB1A1AAA
1 Já houve quem dissesse por aí que o Rio de Janeiro é
a cidade das explosões. Na verdade, não há semana em que os
jornais não registrem uma aqui e ali, na parte rural.
4 A ideia que se faz do Rio é a de que é ele um vasto
paiol, e que vivemos sempre ameaçados de ir pelos ares, como
se estivéssemos a bordo de um navio de guerra, ou habitando
7 uma fortaleza cheia de explosivos terríveis.
Certamente que essa pólvora terá toda ela emprego
útil; mas, se ela é indispensável para certos fins industriais,
10 convinha que se averiguassem bem as causas das explosões,
se são acidentais ou propositais, a fim de que fossem removidas
na medida do possível. Isso, porém, é que não se tem dado e
13 creio que até hoje não têm as autoridades chegado a resultados
positivos.
Entretanto, é sabido que certas pólvoras, submetidas
16 a dadas condições, explodem espontaneamente, e tem sido essa
a explicação para uma série de acidentes bastante dolorosos, a
começar pelo do Maine, na baía de Havana, sem esquecer
19 também o do Aquidabã.
Noticiam os jornais que o governo vende, quando
avariada, grande quantidade dessas pólvoras.
22Tudo indica que o primeiro cuidado do governo devia
ser não entregar a particulares tão perigosas pólvoras, que
explodem assim sem mais nem menos, pondo pacíficas vidas
25 em constante perigo.
Creio que o governo não é assim um negociante
ganancioso que vende gêneros que possam trazer a destruição
28 de vidas preciosas; e creio que não é, porquanto anda sempre
zangado com os farmacêuticos que vendem cocaína aos
suicidas. Há sempre no Estado curiosas contradições.
Lima Barreto Pólvora e cocaína In: Vida urbana, 5/1/1915 Internet: <www dominiopublico gov br> (com adaptações)
No que se refere às estruturas linguísticas do texto CB1A1AAA, julgue os itens seguintes.
O trecho “se são acidentais ou propositais” (l.11) exprime uma condição sobre a ideia expressa na oração anterior.
Texto CB1A1AAA
1 Já houve quem dissesse por aí que o Rio de Janeiro é
a cidade das explosões. Na verdade, não há semana em que os
jornais não registrem uma aqui e ali, na parte rural.
4 A ideia que se faz do Rio é a de que é ele um vasto
paiol, e que vivemos sempre ameaçados de ir pelos ares, como
se estivéssemos a bordo de um navio de guerra, ou habitando
7 uma fortaleza cheia de explosivos terríveis.
Certamente que essa pólvora terá toda ela emprego
útil; mas, se ela é indispensável para certos fins industriais,
10 convinha que se averiguassem bem as causas das explosões,
se são acidentais ou propositais, a fim de que fossem removidas
na medida do possível. Isso, porém, é que não se tem dado e
13 creio que até hoje não têm as autoridades chegado a resultados
positivos.
Entretanto, é sabido que certas pólvoras, submetidas
16 a dadas condições, explodem espontaneamente, e tem sido essa
a explicação para uma série de acidentes bastante dolorosos, a
começar pelo do Maine, na baía de Havana, sem esquecer
19 também o do Aquidabã.
Noticiam os jornais que o governo vende, quando
avariada, grande quantidade dessas pólvoras.
22Tudo indica que o primeiro cuidado do governo devia
ser não entregar a particulares tão perigosas pólvoras, que
explodem assim sem mais nem menos, pondo pacíficas vidas
25 em constante perigo.
Creio que o governo não é assim um negociante
ganancioso que vende gêneros que possam trazer a destruição
28 de vidas preciosas; e creio que não é, porquanto anda sempre
zangado com os farmacêuticos que vendem cocaína aos
suicidas. Há sempre no Estado curiosas contradições.
Lima Barreto Pólvora e cocaína In: Vida urbana, 5/1/1915 Internet: <www dominiopublico gov br> (com adaptações)
No que se refere às estruturas linguísticas do texto CB1A1AAA, julgue os itens seguintes.
A inserção de caso fossem imediatamente antes do termo “submetidas” (l.15) explicitaria o sentido condicional do trecho “submetidas a dadas condições” (l. 15 e 16) sem que houvesse prejuízo para a correção gramatical do texto.
Texto CB1A1AAA
1 Já houve quem dissesse por aí que o Rio de Janeiro é
a cidade das explosões. Na verdade, não há semana em que os
jornais não registrem uma aqui e ali, na parte rural.
4 A ideia que se faz do Rio é a de que é ele um vasto
paiol, e que vivemos sempre ameaçados de ir pelos ares, como
se estivéssemos a bordo de um navio de guerra, ou habitando
7 uma fortaleza cheia de explosivos terríveis.
Certamente que essa pólvora terá toda ela emprego
útil; mas, se ela é indispensável para certos fins industriais,
10 convinha que se averiguassem bem as causas das explosões,
se são acidentais ou propositais, a fim de que fossem removidas
na medida do possível. Isso, porém, é que não se tem dado e
13 creio que até hoje não têm as autoridades chegado a resultados
positivos.
Entretanto, é sabido que certas pólvoras, submetidas
16 a dadas condições, explodem espontaneamente, e tem sido essa
a explicação para uma série de acidentes bastante dolorosos, a
começar pelo do Maine, na baía de Havana, sem esquecer
19 também o do Aquidabã.
Noticiam os jornais que o governo vende, quando
avariada, grande quantidade dessas pólvoras.
22Tudo indica que o primeiro cuidado do governo devia
ser não entregar a particulares tão perigosas pólvoras, que
explodem assim sem mais nem menos, pondo pacíficas vidas
25 em constante perigo.
Creio que o governo não é assim um negociante
ganancioso que vende gêneros que possam trazer a destruição
28 de vidas preciosas; e creio que não é, porquanto anda sempre
zangado com os farmacêuticos que vendem cocaína aos
suicidas. Há sempre no Estado curiosas contradições.
Lima Barreto Pólvora e cocaína In: Vida urbana, 5/1/1915 Internet: <www dominiopublico gov br> (com adaptações)
No que se refere às estruturas linguísticas do texto CB1A1AAA, julgue os itens seguintes.
A correção gramatical do texto seria mantida, se o período “Noticiam os jornais que o governo vende, quando avariada, grande quantidade dessas pólvoras” (l. 20 e 21) fosse reescrito como Uma grande quantidade dessas pólvoras é vendida pelo governo, quando avariadas — noticia-se nos jornais, embora a ênfase nas informações desse período fosse alterada.
Texto CB1A1AAA
1 Já houve quem dissesse por aí que o Rio de Janeiro é
a cidade das explosões. Na verdade, não há semana em que os
jornais não registrem uma aqui e ali, na parte rural.
4 A ideia que se faz do Rio é a de que é ele um vasto
paiol, e que vivemos sempre ameaçados de ir pelos ares, como
se estivéssemos a bordo de um navio de guerra, ou habitando
7 uma fortaleza cheia de explosivos terríveis.
Certamente que essa pólvora terá toda ela emprego
útil; mas, se ela é indispensável para certos fins industriais,
10 convinha que se averiguassem bem as causas das explosões,
se são acidentais ou propositais, a fim de que fossem removidas
na medida do possível. Isso, porém, é que não se tem dado e
13 creio que até hoje não têm as autoridades chegado a resultados
positivos.
Entretanto, é sabido que certas pólvoras, submetidas
16 a dadas condições, explodem espontaneamente, e tem sido essa
a explicação para uma série de acidentes bastante dolorosos, a
começar pelo do Maine, na baía de Havana, sem esquecer
19 também o do Aquidabã.
Noticiam os jornais que o governo vende, quando
avariada, grande quantidade dessas pólvoras.
22Tudo indica que o primeiro cuidado do governo devia
ser não entregar a particulares tão perigosas pólvoras, que
explodem assim sem mais nem menos, pondo pacíficas vidas
25 em constante perigo.
Creio que o governo não é assim um negociante
ganancioso que vende gêneros que possam trazer a destruição
28 de vidas preciosas; e creio que não é, porquanto anda sempre
zangado com os farmacêuticos que vendem cocaína aos
suicidas. Há sempre no Estado curiosas contradições.
Lima Barreto Pólvora e cocaína In: Vida urbana, 5/1/1915 Internet: <www dominiopublico gov br> (com adaptações)
No que se refere às estruturas linguísticas do texto CB1A1AAA, julgue os itens seguintes.
A correção gramatical do penúltimo parágrafo do texto seria preservada, embora seu sentido fosse alterado, caso o advérbio “não” (l.23) fosse deslocado para imediatamente após “governo” (l.22).
Texto CB1A1AAA
1 Já houve quem dissesse por aí que o Rio de Janeiro é
a cidade das explosões. Na verdade, não há semana em que os
jornais não registrem uma aqui e ali, na parte rural.
4 A ideia que se faz do Rio é a de que é ele um vasto
paiol, e que vivemos sempre ameaçados de ir pelos ares, como
se estivéssemos a bordo de um navio de guerra, ou habitando
7 uma fortaleza cheia de explosivos terríveis.
Certamente que essa pólvora terá toda ela emprego
útil; mas, se ela é indispensável para certos fins industriais,
10 convinha que se averiguassem bem as causas das explosões,
se são acidentais ou propositais, a fim de que fossem removidas
na medida do possível. Isso, porém, é que não se tem dado e
13 creio que até hoje não têm as autoridades chegado a resultados
positivos.
Entretanto, é sabido que certas pólvoras, submetidas
16 a dadas condições, explodem espontaneamente, e tem sido essa
a explicação para uma série de acidentes bastante dolorosos, a
começar pelo do Maine, na baía de Havana, sem esquecer
19 também o do Aquidabã.
Noticiam os jornais que o governo vende, quando
avariada, grande quantidade dessas pólvoras.
22Tudo indica que o primeiro cuidado do governo devia
ser não entregar a particulares tão perigosas pólvoras, que
explodem assim sem mais nem menos, pondo pacíficas vidas
25 em constante perigo.
Creio que o governo não é assim um negociante
ganancioso que vende gêneros que possam trazer a destruição
28 de vidas preciosas; e creio que não é, porquanto anda sempre
zangado com os farmacêuticos que vendem cocaína aos
suicidas. Há sempre no Estado curiosas contradições.
Lima Barreto Pólvora e cocaína In: Vida urbana, 5/1/1915 Internet: <www dominiopublico gov br> (com adaptações)
No que se refere às estruturas linguísticas do texto CB1A1AAA, julgue os itens seguintes.
O sujeito elíptico da forma verbal “anda” (l.28) retoma a expressão “um negociante ganancioso” (l. 26 e 27).
Texto CB1A1BBB
1 São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho
médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na
região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima
4 tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em
1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado
de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti
7 em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e
confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram
encontrados em locais com concentração de recipientes,
10 denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado
o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que
previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos
13 municípios e a realização de delimitações de foco, quando do
encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava
presente em um município quando continuava presente nos
16 imóveis após a realização das medidas de controle que vinham
associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito
19 em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a
aplicação de controle, as quais não foram suficientes para
eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi
22 definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue.
Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram
registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A
25 primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos
autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais
sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano)
28 apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em
2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e,
em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
31 Apesar de não se descartar a hipótese de que o
aumento progressivo das incidências da dengue no município
já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que
34 esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos
múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a
persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio
37 Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e
com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua
relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
Segundo o texto, realizava-se a delimitação de foco, medida de prevenção à reprodução do Aedes aegypti, no caso de serem identificados os pontos estratégicos de ocorrência do mosquito em São José do Rio Preto.
Texto CB1A1BBB
1 São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho
médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na
região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima
4 tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em
1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado
de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti
7 em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e
confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram
encontrados em locais com concentração de recipientes,
10 denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado
o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que
previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos
13 municípios e a realização de delimitações de foco, quando do
encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava
presente em um município quando continuava presente nos
16 imóveis após a realização das medidas de controle que vinham
associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito
19 em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a
aplicação de controle, as quais não foram suficientes para
eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi
22 definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue.
Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram
registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A
25 primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos
autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais
sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano)
28 apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em
2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e,
em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
31 Apesar de não se descartar a hipótese de que o
aumento progressivo das incidências da dengue no município
já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que
34 esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos
múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a
persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio
37 Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e
com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua
relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
De 1991 a 2015, houve um aumento progressivo de casos de dengue no município de São José do Rio Preto, devido à resistência do mosquito Aedes aegypti às medidas implantadas para seu controle.
Texto CB1A1BBB
1 São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho
médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na
região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima
4 tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em
1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado
de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti
7 em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e
confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram
encontrados em locais com concentração de recipientes,
10 denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado
o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que
previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos
13 municípios e a realização de delimitações de foco, quando do
encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava
presente em um município quando continuava presente nos
16 imóveis após a realização das medidas de controle que vinham
associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito
19 em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a
aplicação de controle, as quais não foram suficientes para
eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi
22 definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue.
Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram
registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A
25 primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos
autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais
sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano)
28 apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em
2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e,
em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
31 Apesar de não se descartar a hipótese de que o
aumento progressivo das incidências da dengue no município
já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que
34 esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos
múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a
persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio
37 Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e
com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua
relação com o patógeno.
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A correção gramatical do texto seria preservada caso a preposição que inicia o trecho “em área de clima tropical” (l. 3 e 4) fosse eliminada.
Texto CB1A1BBB
1 São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho
médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na
região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima
4 tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em
1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado
de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti
7 em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e
confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram
encontrados em locais com concentração de recipientes,
10 denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado
o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que
previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos
13 municípios e a realização de delimitações de foco, quando do
encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava
presente em um município quando continuava presente nos
16 imóveis após a realização das medidas de controle que vinham
associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito
19 em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a
aplicação de controle, as quais não foram suficientes para
eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi
22 definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue.
Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram
registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A
25 primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos
autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais
sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano)
28 apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em
2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e,
em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
31 Apesar de não se descartar a hipótese de que o
aumento progressivo das incidências da dengue no município
já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que
34 esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos
múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a
persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio
37 Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e
com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua
relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
A inserção de uma vírgula imediatamente após o vocábulo “Logo” (l.18) alteraria os sentidos do texto, apesar de manter sua correção gramatical.
Texto CB1A1BBB
1 São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho
médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na
região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima
4 tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em
1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado
de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti
7 em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e
confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram
encontrados em locais com concentração de recipientes,
10 denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado
o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que
previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos
13 municípios e a realização de delimitações de foco, quando do
encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava
presente em um município quando continuava presente nos
16 imóveis após a realização das medidas de controle que vinham
associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito
19 em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a
aplicação de controle, as quais não foram suficientes para
eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi
22 definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue.
Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram
registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A
25 primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos
autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais
sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano)
28 apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em
2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e,
em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
31 Apesar de não se descartar a hipótese de que o
aumento progressivo das incidências da dengue no município
já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que
34 esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos
múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a
persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio
37 Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e
com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua
relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
A expressão “com a introdução dos demais sorotipos” (l. 26 e 27) exprime ideia de causa.
Texto CB1A1BBB
1 São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho
médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na
região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima
4 tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em
1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado
de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti
7 em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e
confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram
encontrados em locais com concentração de recipientes,
10 denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado
o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que
previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos
13 municípios e a realização de delimitações de foco, quando do
encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava
presente em um município quando continuava presente nos
16 imóveis após a realização das medidas de controle que vinham
associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito
19 em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a
aplicação de controle, as quais não foram suficientes para
eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi
22 definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue.
Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram
registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A
25 primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos
autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais
sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano)
28 apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em
2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e,
em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
31 Apesar de não se descartar a hipótese de que o
aumento progressivo das incidências da dengue no município
já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que
34 esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos
múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a
persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio
37 Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e
com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua
relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
Os vocábulos “mosquito” (l.18) e “patógeno” (l.39) têm o mesmo referente no texto: “Aedes aegypti” (l. 6 e 11).