Questões de Concurso Público Prefeitura de Dormentes - PE 2026 para Professor de Língua Portuguesa

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Q4204628 Português

TEXTO II



O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana



    Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.


    O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.


    Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela. 


(Autor desconhecido) 

No terceiro parágrafo, o verbo "assistir" foi utilizado com o sentido de "ver/presenciar". De acordo com a normapadrão, portanto está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q4204629 Português

TEXTO II



O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana



    Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.


    O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.


    Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela. 


(Autor desconhecido) 

No trecho "O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos...", quanto ao emprego da palavra destacada pode-se inferir que 
Alternativas
Q4204630 Português

TEXTO II



O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana



    Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.


    O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.


    Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela. 


(Autor desconhecido) 

Em “A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa...”A palavra destaca foi formada pelo processo de formação
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Q4204631 Português

TEXTO II



O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana



    Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.


    O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.


    Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela. 


(Autor desconhecido) 

“O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade...” Nesse trecho do texto II, há 
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Q4204632 Português

TEXTO II



O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana



    Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.


    O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.


    Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela. 


(Autor desconhecido) 

Em “Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. No final texto, o termo destacado ‘’articula dois enunciados envolvidos numa mesma relação argumentativa construindo uma ideia de 
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Q4204633 Literatura

TEXTO III



Canção


Nunca vi ninguém viver
tão de rastro como eu vivo.
Comendo o que ninguém quer,
bebendo o que não tem gosto,
sempre de rosto para o chão,
como se o chão fosse o rosto
de quem me pudesse amar.

Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmã das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei.
Não sei se fico
ou passo.

(Cecília Meireles, em "Viagem"

Na segunda estrofe, ao afirmar "Não sou alegre nem sou triste: / sou poeta", o eu lírico se define como 
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Q4204634 Português

TEXTO III



Canção


Nunca vi ninguém viver
tão de rastro como eu vivo.
Comendo o que ninguém quer,
bebendo o que não tem gosto,
sempre de rosto para o chão,
como se o chão fosse o rosto
de quem me pudesse amar.

Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmã das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei.
Não sei se fico
ou passo.

(Cecília Meireles, em "Viagem"

A sinestesia ocorre quando há o cruzamento de diferentes sensações (olfato, visão, tato, audição, paladar) em uma mesma expressão. No poema, o verso que melhor exemplifica essa mistura de sentidos 
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Q4204635 Português

TEXTO III



Canção


Nunca vi ninguém viver
tão de rastro como eu vivo.
Comendo o que ninguém quer,
bebendo o que não tem gosto,
sempre de rosto para o chão,
como se o chão fosse o rosto
de quem me pudesse amar.

Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmã das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei.
Não sei se fico
ou passo.

(Cecília Meireles, em "Viagem"

No verso,” Não sou alegre nem sou triste:

sou poeta”. Os verbos são 

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Q4204636 Português

TEXTO III



Canção


Nunca vi ninguém viver
tão de rastro como eu vivo.
Comendo o que ninguém quer,
bebendo o que não tem gosto,
sempre de rosto para o chão,
como se o chão fosse o rosto
de quem me pudesse amar.

Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmã das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei.
Não sei se fico
ou passo.

(Cecília Meireles, em "Viagem"

Em “Comendo o que ninguém quer,” a palavra destacada é 
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Q4204637 Português

TEXTO IV



Imagem associada para resolução da questão

Acessado em maio de 2026



Nessa campanha, a associação entre a linguagem verbal e a não verbal é uma estratégia para

Alternativas
Respostas
11: A
12: A
13: E
14: D
15: B
16: A
17: E
18: D
19: B
20: A