Questões de Concurso Público IF-RJ 2015 para Analista de Tecnologia da Informação
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A ideia central é que uma determinada classe mais genérica – a superclasse – possa assumir diferentes comportamentos gerando objetos distintos, dependendo de certas condições. Na prática, quer dizer que um mesmo objeto pode executar métodos diferentes, dependendo do momento de sua criação. Como um mesmo objeto pode ser gerado a partir de classes diferentes e classes diferentes possuem métodos distintos, o objeto criado pode ter comportamentos variados, dependendo da classe a partir da qual foi criado.
Esse princípio da POO é denominado:
I. Main é o nome do método que indica ao compilador o início do programa. É o método principal, em que todas as variáveis, argumentos e instruções são interpretados e processados para a execução do programa.
II. Void é o valor de retorno do método. Quando não nenhum valor, ela retorna void, uma espécie de valor vazio que deve ser especificado.
III. Public é um qualificador do método que indica que ele é acessível externamente à classe. Isso é útil quando uma classe necessita utilizar alguma funcionalidade de outra classe, característica muito comum em Java.
Assinale a alternativa correta:

A execução do código irá gerar o seguinte resultado:

A partir desse código, após a execução as instruções echo $x[“y"][5]; e echo $x[“info"][“a"]; irão gerar, respectivamente, os seguintes resultados:
I. JavaServer Faces é o framework de aplicações Web da Sun Microsystems, desenhado para simplificar o desenvolvimento de aplicações Web, através do conceito baseado em componentes, o que possibilita a conexão desses componentes a objetos de negócio de forma simplificada.
II. Hibernate procura ter uma completa solução para o problema de dados persistentes em Java, e é um framework que se relaciona com o banco de dados, relacionamento conhecido como mapeamento objeto/relacional para Java, deixando o desenvolvimento livre para se concentrar em problemas da lógica do negócio.
III. Spring Framework é uma das diversas soluções criadas pela comunidade Java, com o objetivo de amenizar a complexidade que a plataforma traz para o desenvolvimento, principalmente no das aplicações web, com a grande vantagem de ser adaptável a bibliotecas e padrões existentes.
Assinale a alternativa correta:
(I) Invocar a aplicação
(II) Processar validações
(III) Renderizar a resposta
(IV) Restaurar a apresentação
(V) Atualizar valores do Modelo
(VI) Aplicar os valores da requisição
Cada fase tem uma ação importante em sua aplicação e deve ser bem compreendida para que se possa manipular ao extremo sua interface e melhorar a legibilidade de seu desenvolvimento. As seis fases são executadas na seguinte sequência lógica:
Até a versão J2EE 1.4, a plataforma Java não possuía uma
forma simples de mapear objetos em um banco de dados,
uma forma mais complexa podia ser utilizada, exigindo
um contêiner EJB. Com a JPA (Java Persistence API), houve
uma padronização do mapeamento de objeto/relacional
na plataforma Java.
A JPA é baseada no conceito POJO (Pain Old Java Object) em
que os objetos persistentes são denominados entidades
que são objetos que representam conjuntos de dados
persistidos no banco. Como entidades não são definidas
por classes Java comuns, sem relação com frameworks ou
bibliotecas, elas podem ser abstratas ou herdar de outras
classes, sem restrições.
As classes e interfaces da JPA estão localizadas no pacote
javax.persistence, com isso pode-se fazer o mapeamento da
aplicação, utilizando anotações. Neste contexto, uma entidade
é rotulada pela anotação @Entity, uma tabela por @Table, a
chave primária por @ld e cada coluna por @Column.
As afirmativas são respectivamente:
I - Campo oculto: <input type="hidden"/>
II - Uma caixa de texto de múltiplas linhas: <textarea/>
III - Mostra uma imagem <img/>
As descrições I, II e III correspondem, respectivamente às seguintes tags:

Esse componente é conhecido como:

O arquivo de configuração no diretório <CATALINA_HOME>\conf directory é armazenado por default. Esse arquivo é conhecido por:
Para modelar as arquiteturas de sistemas, uma hierarquia de atividades de engenharia de processos de negócio é definida e ilustrada na figura abaixo.

As atividades A1 / A2 / A3 são denominadas respectivamente:

Cada área de processo é avaliada formalmente com base em metas e práticas específicas e é classificada de acordo com os níveis de capacitação listados a seguir.
(I) Gerido
(II) Definido
(III) Realizado
(IV) Otimizado
(V) Incompleto
(VI) Quantitativamente gerido
Os níveis de (I) a (VI) da lista acima correspondem, respectivamente, aos níveis 0 – 1 – 2 – 3 – 4 – 5 indicados na figura:
Requisitos funcionais são as declarações de serviços que
o sistema fornecer, como o sistema deve reagir a entradas
específicas e como o sistema deve se comportar em
determinadas situações.
Requisitos não funcionais são restrições sobre os serviços
ou as funções oferecidas pelo sistema, incluindo restrições
de timing, sobre o processamento de desenvolvimento e
padrões, aplicam-se frequentemente ao sistema como um
todo.
Requisitos funcionais são aqueles não diretamente
relacionados às funções fornecidas pelo sistema, enquanto
que os não funcionais descrevem a função do sistema
detalhadamente, incluindo as entradas e saídas.As afirmativas são respectivamente:

As fases F1, F2, F3, F4 e F5 são denominadas respectivamente:

Entre os módulos, um é responsável por exibir um componente e traduzir uma entrada de valor realizada por um usuário em componente, enquanto que outro representa a lógica do negócio que controla inclusive a navegação entre páginas. Esses módulos são respectivamente:

Esse diagrama documenta o que o sistema faz do ponto de vista do usuário e descreve as principais funcionalidades do sistema e a interação dessas funcionalidades com os usuários do mesmo sistema. Essa ferramenta é conhecida como diagrama de:

As fases ALFA, BETA, GAMA e DELTA são denominadas respectivamente: