Questões de Concurso Público Prefeitura de Jeriquara - SP 2026 para Professor de Inglês

Foram encontradas 8 questões

Q3922441 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A solidão dentro dos elevadores


   Os elevadores modernos são máquinas deslumbrantes. Reluzentes em seus metais polidos, em seus números iluminados, acompanhando setinhas que sobem e descem, enquanto uma voz diz o andar e quem está nele...

   São máquinas que mostram a arrogância dos homens e seu poder quase ilimitado no trato das coisas físicas. Máquinas que são incenso e altar para a arrogância quase infinita dos homens que se esquecem do exemplo da Torre de Babel (...).

   E, no entanto, nada é mais contraditório do que um elevador, na primeira hora da jornada de trabalho, numa manhã de inverno, fria e úmida, cinza e triste, como as ruas da cidade.

   Nada é mais triste do que ele, ou melhor, do que vê-lo transportando os mesmos seres humanos que se julgam tão superiores, encolhidos dentro de seu frio interno, muito mais frio do que o frio das ruas que o vento assola e a garoa tortura.

   É quase constrangedor entrar numa destas máquinas às 8 ou 9 da manhã de um dia de trabalho e ver as pessoas dentro, normalmente olhando para o lado ou para o chão, como que com medo de encarar os outros, ou com medo de que os outros olhem para elas.

   E é mais triste ainda entrar no elevador e dar bom dia para os que já estão dentro.

   É quase certo que tomarão um susto, e se sentirão completamente desnorteados, sem saber que atitude tomar, se respondem ou continuam olhando para o chão, ou se sorriem, ou sabe-se lá o quê...

   É triste, triste como a solidão das ruas, que é a mesma, mas que dentro de um elevador pode ser mais dura e mais cinza. 

   A solidão de quem vive na cidade grande, cercado por milhões de outros seres humanos, todos estranhos e distantes, todos com medo de não ter medo, todos apavorados ante a possibilidade de um simples bom dia.


MENDONÇA, Antonio Penteado. A solidão dentro dos
elevadores. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2024/07/06/asolidao-dentro-dos-elevadores/>. 
O texto “A solidão dentro dos elevadores” é predominantemente: 
Alternativas
Q3922442 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A solidão dentro dos elevadores


   Os elevadores modernos são máquinas deslumbrantes. Reluzentes em seus metais polidos, em seus números iluminados, acompanhando setinhas que sobem e descem, enquanto uma voz diz o andar e quem está nele...

   São máquinas que mostram a arrogância dos homens e seu poder quase ilimitado no trato das coisas físicas. Máquinas que são incenso e altar para a arrogância quase infinita dos homens que se esquecem do exemplo da Torre de Babel (...).

   E, no entanto, nada é mais contraditório do que um elevador, na primeira hora da jornada de trabalho, numa manhã de inverno, fria e úmida, cinza e triste, como as ruas da cidade.

   Nada é mais triste do que ele, ou melhor, do que vê-lo transportando os mesmos seres humanos que se julgam tão superiores, encolhidos dentro de seu frio interno, muito mais frio do que o frio das ruas que o vento assola e a garoa tortura.

   É quase constrangedor entrar numa destas máquinas às 8 ou 9 da manhã de um dia de trabalho e ver as pessoas dentro, normalmente olhando para o lado ou para o chão, como que com medo de encarar os outros, ou com medo de que os outros olhem para elas.

   E é mais triste ainda entrar no elevador e dar bom dia para os que já estão dentro.

   É quase certo que tomarão um susto, e se sentirão completamente desnorteados, sem saber que atitude tomar, se respondem ou continuam olhando para o chão, ou se sorriem, ou sabe-se lá o quê...

   É triste, triste como a solidão das ruas, que é a mesma, mas que dentro de um elevador pode ser mais dura e mais cinza. 

   A solidão de quem vive na cidade grande, cercado por milhões de outros seres humanos, todos estranhos e distantes, todos com medo de não ter medo, todos apavorados ante a possibilidade de um simples bom dia.


MENDONÇA, Antonio Penteado. A solidão dentro dos
elevadores. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2024/07/06/asolidao-dentro-dos-elevadores/>. 
Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada no trecho está sendo empregada em seu sentido próprio, real.
Alternativas
Q3922443 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A solidão dentro dos elevadores


   Os elevadores modernos são máquinas deslumbrantes. Reluzentes em seus metais polidos, em seus números iluminados, acompanhando setinhas que sobem e descem, enquanto uma voz diz o andar e quem está nele...

   São máquinas que mostram a arrogância dos homens e seu poder quase ilimitado no trato das coisas físicas. Máquinas que são incenso e altar para a arrogância quase infinita dos homens que se esquecem do exemplo da Torre de Babel (...).

   E, no entanto, nada é mais contraditório do que um elevador, na primeira hora da jornada de trabalho, numa manhã de inverno, fria e úmida, cinza e triste, como as ruas da cidade.

   Nada é mais triste do que ele, ou melhor, do que vê-lo transportando os mesmos seres humanos que se julgam tão superiores, encolhidos dentro de seu frio interno, muito mais frio do que o frio das ruas que o vento assola e a garoa tortura.

   É quase constrangedor entrar numa destas máquinas às 8 ou 9 da manhã de um dia de trabalho e ver as pessoas dentro, normalmente olhando para o lado ou para o chão, como que com medo de encarar os outros, ou com medo de que os outros olhem para elas.

   E é mais triste ainda entrar no elevador e dar bom dia para os que já estão dentro.

   É quase certo que tomarão um susto, e se sentirão completamente desnorteados, sem saber que atitude tomar, se respondem ou continuam olhando para o chão, ou se sorriem, ou sabe-se lá o quê...

   É triste, triste como a solidão das ruas, que é a mesma, mas que dentro de um elevador pode ser mais dura e mais cinza. 

   A solidão de quem vive na cidade grande, cercado por milhões de outros seres humanos, todos estranhos e distantes, todos com medo de não ter medo, todos apavorados ante a possibilidade de um simples bom dia.


MENDONÇA, Antonio Penteado. A solidão dentro dos
elevadores. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2024/07/06/asolidao-dentro-dos-elevadores/>. 

“muito mais frio do que o frio das ruas que o vento assola e a garoa tortura.”


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 

Alternativas
Q3922444 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a norma-padrão vigente em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3922445 Português
“Acho que todo escritor é um leitor de si mesmo.” (Michel Laub)

Assinale a alternativa correta em relação à análise do enunciado acima:
Alternativas
Q3922446 Português
Assinale a alternativa cuja expressão completa a lacuna abaixo corretamente, com a forma verbal de acordo com a norma-padrão.

“Tudo ficará bem quando ele se __________.”
Alternativas
Q3922447 Português
“O livro não está aí para padronizar coisas e sim, para, através da ficção, ou dos ensaios, expandir pensamentos e pontos de vista” (Roger Mello)

A palavra destacada no pensamento acima possui o sentido de: 
Alternativas
Q3922449 Português
Imagem associada para resolução da questão

BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .

Na tirinha acima, a “tristeza” é empregada sob qual figura de linguagem?
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: B
4: C
5: A
6: E
7: A
8: B